O melhor ano novo — O Uber

Estamos em 2026, feliz ano novo amores!
Eu já comecei daquele jeito… acabei de ter uma foda com um p.a meu e tô aqui deitada, toda largada, pensando na aventura que me ocorreu no dia 31. Só de lembrar fico com tesão de novo e de novo, a buceta pulsando, quente, pedindo mais. Calma, vocês vão me entender.

No dia 31 eu tava bolada pra caralho por não ter um lugar pra passar o ano novo. Achei que ia viajar com meu chefe como a gente tinha combinado, mas sabe aquela história de que amante não tem lar? Então… Marília Mendonça tava certa. Ele decidiu de última hora viajar com a esposa e os filhos pra Barra no Rio e eu fiquei sem compromisso nenhum. Fiquei chateada, óbvio. Me senti usada, largada. Mas não quis estragar meu começo de ano, então decidi ir mesmo assim pra onde a gente iria, já que ele tinha pago tudo e ainda pediu pra eu ir.
Por volta das seis da tarde chamei um Uber de São Paulo até Ubatuba. A corrida deu mais de mil e duzentos reais e eu fiz questão de passar no cartão do chefe mesmo, foda-se. Quando o Uber chegou, ele me ajudou com as malas e a gente seguiu viagem.
Ele era super simpático, educado, pediu pra eu ficar à vontade e logo começamos a conversar. Ele perguntou o motivo de eu chamar um Uber numa véspera dessas e eu devolvi perguntando o motivo dele aceitar uma corrida tão longa com uma desconhecida. Ele riu e falou que não tava nem aí, que a família dele era do Rio, que morava em São Paulo há pouco tempo e que conhecia bem o litoral. Na hora eu percebi pelo sotaque e pelo jeito de falar que ele era carioca. E puta que pariu… ele chamou atenção. Um negão bonito, forte, robusto, não era magro não, tinha um corpo grande, presença, uma barriguinha normal de cerveja. Careca, alto, braçudo. E sinceramente? Sotaque carioca me deixa com tesão, principalmente quando a voz é bonita igual a dele. Detalhe importante: ele tinha 34 anos, senão nem me interessaria, hahaha.

Quando vi, a gente tava conversando pra caralho e já era noite. Muito trânsito, meio do caminho, já passava das nove. Conversa vai, conversa vem, fui sincera e contei o real motivo da viagem. Contei tudo, rindo da situação ridícula. Ele riu também e falou que eu merecia mais.
— Nisso eu concordo — respondi.
Ele começou a falar que tinha uma ficante desde que veio pra São Paulo, que ela era mais velha, recém separada, tinha filhos e que eles brigavam muito por causa disso. Aí ele soltou que, apesar de tudo, ela tinha um fogo do caralho.
— Fogo? — falei já meio atravessada. — Olha… eu garanto que não mais que eu. Eu tenho fogo o tempo todo. Se eu pudesse eu vivia de dar e beber água. Com meu chefe mesmo eu transo em qualquer lugar, a hora que ele pedir eu dou. Dou o cu, faço boquete, deixo ele fazer qualquer presepada comigo… e olha onde eu tô. Vocês homens não sabem o que querem.
Ele percebeu que eu fiquei irritada, mas daquele jeito marrento, safado. Começou a me zoar.
— Olha… eu não ganho o cu. Se ganhasse, eu fazia melhor.
A gente riu. O clima ficou pesado. Tenso. Gostoso. Já tinha muito tempo de viagem e sei lá, me pareceu certo agradar ele. A gente tava ali parado fazia um tempão, trânsito travado, e eu falei na caruda mesmo.

— Quer que eu vá pro banco da frente te mamar? Você precisa relaxar.
Ele ficou surpreso só por um segundo, depois deu aquele sorriso de canto.
— Jaé, bebezona.
Fui pro banco da frente. Eu tava de mini saia e tirei a calcinha por trás. Sentei ali e como o trânsito tava parado ele começou a enfiar o dedo em mim. Molhei na hora, sem exagero nenhum. Era adrenalina misturada com tesão. O carro não era insufilmado e isso só me deixou com mais vontade ainda.
— Eita porra… que bucetinha molhada é essa? Tá maluco… não mereço isso não.
— Merece sim — falei. — Você tá me levando até aqui, quero te dar isso e muito mais.
Desci, puxei o pau grosso dele pra fora e comecei a mamar. Bem peludo, do jeito que eu gosto. Nossa, senti um prazer do caralho servindo ele daquele jeito. Babei tudo, chupei as bolas, senti ele gemer, urrar baixo tentando se controlar no trânsito. Aquilo me deixou encharcada. Minha vontade era sentar ali mesmo, mas não dava.
— Caralho… novinha… vou gozar na tua boca. Deixa?
— Claro — falei sem pensar. — Me dá leitinho, quero beber.
Ele quase perdeu o controle. Gozou quente, grosso, direto na minha boca. Engoli tudo, sem desperdiçar nada. Quando me dei conta, já era meia-noite. Virei o ano com porra na garganta e me sentindo uma biscate completa. E gostei pra caralho disso.

Seguimos viagem com ele me elogiando, falando putaria, dizendo que eu era perigosa. Quando chegamos no airbnb, o lugar era lindo pra caralho. Luxo, vista, tudo perfeito. O filho da puta do meu chefe sabe fazer surpresa. Tinha vinho, champanhe, frutas, tudo. O Uber ficou chocado ajudando com as malas.
— Esse teu patrão aí é dos bons, hein bebê?
— Ele é… mas hoje não quero saber dele não. Hoje eu quero ser só sua.
— Aé? Então eu vou te estourar, novinha.

Bebemos, fomos pra banheira, depois pra varanda. Ele me chupou inteira, lambeu meu corpo todo, sem pressa, como se tivesse fome. Mesmo depois de ter gozado ele ainda tava duro, com energia pra caralho. A bebida ajudou. A gente tava bêbado, molhado, com tesão acumulado.
Fomos pra cama da varanda, aquela vista toda aberta, foda-se quem visse. Ele veio por cima de mim, beijando meus pés, minhas pernas, me provocando.
— Azar de quem não tá aqui, porque eu tô — ele falou. — E isso aqui tá bom pra caralho.
— Então me chupa — pedi bem puta. — Me chupa direito.
Ele obedeceu. Me chupou com vontade, como um cachorro com sede. Até meu cuzinho entrou na brincadeira e eu gemi alto, sem vergonha nenhuma. Só eu, ele e o barulho do mar.
— Mete — pedi. — Mete na minha buceta, por favor.
— Tu quer pica, sua puta? Então vou te dar.
Quando ele enfiou eu gemi tão alto que quase falei “te amo”. Ele metia gostoso demais, a gente só ouvia o barulho do pau entrando, a pele batendo, a respiração pesada. Calor, suor, tesão puro. Ele me fez sentar e eu gozei rápido. Ele puxava meu cabelo do jeito certo, daquele jeito que domina.
— Rebola nessa pica preta, isso… se acaba no meu pau.
Gozei de novo. Dessa vez tive até squirt, me molhei inteira. Ele ficou maluco.
— Que porra é essa? Olha o que tu fez comigo.
— É? Vem me fuder que você ganha mais!
Pra que eu fui falar isso?
Ele começou a meter com mais força ainda, segurando no meu cabelo, me prendendo contra a cama, e eu senti o pau dele pulsar dentro de mim. Quando ele gozou foi uma coisa absurda, senti tudo quente, grosso, escorrendo por dentro da minha buceta. Nossa… foi uma sensação deliciosa demais, senti ele me enchendo todinha, gemendo pesado enquanto me usava.
— Puta que pariu… gozei… — ele falou ofegante. — Não desperdiça nada.
Ele saiu só um pouquinho, virou minha bunda pra cima e ficou olhando a porra escorrer de dentro de mim. Aquilo me deu mais tesão ainda, me senti usada, cheia, marcada. Só que ele não deixou eu desperdiçar nada mesmo. Cada vez que escorria, ele enfiava de novo, empurrava tudo pra dentro com os dedos e com o pau, brincando com a minha bucetinha toda sensível, me fazendo gemer de novo.
— Olha isso… — ele falava. — Toda melada de mim… deliciosa assim.
Eu só gemia, sentindo tudo dele dentro de mim, quente, misturado comigo. Ele ficou ali um tempo, me usando, me apertando, até ter certeza que eu tava com tudo dele guardado dentro de mim. Aquilo me deixou mole, entregue, com aquela sensação pesada e gostosa na buceta que eu adoro.

Acordamos no dia seguinte já pelados, grudados um no outro. O sol batendo no quarto, aquela vista absurda do mar e eu toda dolorida gostosamente. Buceta inchada, sensível, daquele jeito que só fica depois de uma noite bem fodida.
— Bom dia, bebezona… — ele falou com aquela voz rouca. — Ontem foi bom pra caralho.
Ele nem terminou de falar direito e já tava duro de novo, encostando em mim. Me beijou sem pressa, como se tivesse todo o tempo do mundo. Depois começou a chupar meu peito, daquele jeito que ele sabia que eu gostava, mordendo de leve, sugando, me fazendo arrepiar inteira.
— Caralho… — murmurei. — Você acorda pensando em me fuder?
— Sempre — ele riu. — Ainda mais depois do que tu fez comigo ontem.
Quando vi, ele já tava por cima de mim, me comendo de novo, sem cerimônia nenhuma. Eu ainda tava mole de sono e de tesão, obedecendo tudo. Ele metia gostoso, fundo, como se meu corpo já fosse dele. Meu café da manhã foi isso: ser comida.

Depois do banho, descemos pro café da pousada como se nada tivesse acontecido, rindo, trocando olhar safado. Mais tarde fomos pra praia, ficamos o dia inteiro lá, bebendo, conversando, se pegando na água como um casal mesmo. Meu chefe mandou feliz ano novo. Nem abri.
Quando voltamos pro quarto, ainda salgados do mar, ele me jogou na cama e foi direto me chupar. Sem pressa nenhuma. Me abriu inteira, língua firme, me deixando molhada de novo. Em certo momento senti a mão dele descendo mais.
— Pela tua reação… posso continuar — ele falou rindo. — E se eu continuar, tu sabe onde eu vou parar, né?
— Sei — respondi. — Continua.
Ele começou a dedar meu cuzinho devagar, com calma, me deixando relaxada. Depois veio a língua. Nossa… ele linguava meu cu com vontade, como se gostasse daquilo tanto quanto eu. Eu gemia baixo, sentindo aquele tesão diferente, mais quente, mais profundo.
— Relaxa pra mim… — ele murmurava. — Tu gosta disso, eu sei.
Quando percebi, eu já tava deitada de lado e ele veio por trás. Segurou na minha buceta pra me deixar bem molhada e começou a enfiar o pau no meu cuzinho bem devagar. Não doeu. Eu tava relaxada, aberta, querendo. Cada centímetro entrando fazia eu gemer mais.
— Puta que pariu… — falei ofegante. — Entra… entra tudo.
Ele entrou. Me comeu gostoso, sem pressa, sentindo, me dominando. Eu só me empinei mais pra ele, deixando fazer o que quisesse comigo. Naquele dia eu dei pra ele de tudo quanto é jeito, umas três vezes seguidas, ainda fomos pra banheira depois.

Quando deitei pra dormir, fiquei pensando na loucura toda. Eu nem conhecia o cara. Peguei um Uber até Ubatuba e dei gostoso pra ele por dois dias. Loucura total. Mas valeu cada segundo.

No fim das contas, ele precisou ir embora no dia 2. Tinha corrida marcada, gente esperando, vida chamando. Ficamos um tempo deitados, jogando conversa fora, rindo de besteira, como se aquilo tudo tivesse sido planejado desde o começo.
— Se eu pudesse, ficava mais — ele falou, meio sério, meio safado ainda.
— Eu sei — respondi. — Mas já foi perfeito assim.
Ele se levantou, se vestiu, me deu um beijo demorado, daqueles que não prometem nada. Pegou as coisas, olhou pra mim mais uma vez e foi.

E aí vem o plot twist, hahahah.
Quando a porta fechou e eu fiquei sozinha naquele quarto enorme, com vista pro mar, corpo cansado e buceta feliz, eu percebi uma coisa: eu nem sabia o sobrenome dele direito. E, sinceramente? Nem precisava.
Ele pediu meu número e passei um contato que eu perdi.
Foi só uma transa de fim de ano. Uma loucura deliciosa. Uma história pra guardar e contar.
E eu comecei o ano exatamente do jeito que gosto: bem comida, bem resolvida e rindo sozinha.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


248703 - O nerdzinho do trabalho - Categoria: Heterosexual - Votos: 8
247737 - Virei amante do meu chefe — Pt 2 - Categoria: Fetiches - Votos: 11
247696 - Virei amante do meu chefe — Pt. 1 - Categoria: Fantasias - Votos: 22

Ficha do conto

Foto Perfil bumbumdemel
bumbumdemel

Nome do conto:
O melhor ano novo — O Uber

Codigo do conto:
252501

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
19/01/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
0