Samuel caminhou até a beira da cama. Cada passo fazia o chão vibrar. Ele olhou para as duas, que pareciam minúsculas diante de sua estatura monumental. Sem dizer nada, ele as agarrou pelos tornozelos e as puxou de uma vez para a ponta do colchão. Elas estavam expostas, frágeis e completamente à mercê daquela virilidade esmagadora.
— Abram as pernas — ordenou Samuel, com uma voz que não admitia resposta. — Abram tudo para o seu dono.
Elas obedeceram, tremendo. Quando Samuel se revelou por inteiro, o impacto foi físico. Seu pau era algo desproporcional, uma arma de carne negra e pulsante de 22cm que prometia mudar a vida daquelas jovens para sempre.
Ele escolheu Maria Flor primeiro. Segurou a cintura dela com tanta força que seus dedos quase se encontraram. Sem usar nenhuma delicadeza, ele forçou a entrada. O grito dela foi abafado pelo som do travesseiro. A estreiteza dela foi desafiada pela magnitude dele em um golpe seco.
— Samuel: "Aguenta, vadia. Você queria o negão, agora você tem." — Maria Flor: "Samuel... dói... é muito grande! Você está me rasgando!" — Samuel: "Fica quieta. Eu vou entrar inteiro. Você vai ser aberta hoje."
Ele continuou o movimento implacável, indo fundo, ignorando a resistência física da jovem. Cada estocada era um arrombamento planejado. Ele a usava com a autoridade de quem planta uma bandeira em terra conquistada. O suor de Samuel pingava sobre o corpo dela, misturando-se às lágrimas e à umidade que o gigante forçava para fora.
Enquanto Maria Flor ainda tentava recuperar o fôlego, Samuel girou Maria Letícia, deixando-a de quatro. Ele não deu tempo para ela se preparar. Ele a invadiu com a mesma fúria, fazendo a jovem arquear as costas e cravar as unhas no colchão.
— Samuel: "Sente o tamanho disso? Sente o que é um homem de verdade?" — Maria Letícia: "Sinto... nossa, Samuel... você é enorme!" — Samuel: "Eu vou te encher tanto que você nunca mais vai querer outro. Você é minha." — Maria Letícia: "Sim... me quebra, Samuel! Me usa!"
O ritmo tornou-se frenético. O quarto era um cenário de barulhos sujos: o estalo do pau negro contra as bucetinhas das meninas, a respiração animal de Samuel e os gemidos desesperados delas. Ele as alternava, as dobrava e as possuía com uma energia que parecia não ter fim. Ele as arrombava sistematicamente, expandindo os limites daquelas bucetas apertadinhas até que o prazer se tornasse uma forma de tortura doce e insuportável.
Depois de horas de domínio absoluto, Samuel sentiu que o momento final havia chegado. Ele puxou as duas para baixo de si, prendendo-as contra o peito maciço. Suas costas se contraíram e ele soltou um rosnado gutural.
— Samuel: "Lá vai... vou encher vocês de porra! Tomem tudo!"
Ele gozou. Foi uma explosão de jatos quentes e intermináveis. Ele despejou quantidades absurdas de semente dentro de cada uma, indo direto no colo do útero, garantindo que elas fossem fecundadas pela sua essência de gigante. A pressão interna era tanta que elas sentiam o ventre latejar sob a carga pesada e viscosa.
— Samuel: "Bebam tudo aí dentro. Vocês agora carregam o meu sangue."
O choque foi demais para os corpos das irmãs. A combinação da dor do arrombamento, a exaustão física e a descarga massiva de prazer fez com que seus sistemas desligassem. Os olhos de Maria Flor e Maria Letícia reviraram e elas desmaiaram nos braços de Samuel, mergulhando em um inconsciente profundo.
Samuel levantou-se e observou sua obra com um olhar de satisfação predatória. As duas jaziam imóveis, pálidas e completamente derrotadas sobre os lençóis de seda arruinados. De suas bucetas escancaradas e arrombadas, rios de porra branca, grossa e espessa escorriam sem parar, formando poças entre as pernas delas e sujando todo o colchão. O cheiro de sexo sujo e poder absoluto agora era a lei daquela casa. Samuel era o dono, e elas eram o seu gado fecundado.


