Samuel sentou-se na poltrona da sala de jantar, as pernas abertas, expondo sua virilidade monstruosa. Ele estalou os dedos, e Maria Flor e Maria Letícia apareceram. Suas barrigas estavam nitidamente arredondadas, a pele esticada pelo crescimento dos frutos das sementes de Samuel. Elas estavam apenas de camisas curtas, revelando as bucetas arrombadas que, mesmo inchadas, latejavam por mais.
— Fiquem de pé aí — ordenou Samuel. — Sua mãe está chegando com as últimas compras. É hoje que o teatro acaba.
A porta se abriu. A mãe entrou carregando sacolas, mas parou subitamente ao ver a cena. O choque paralisou seus músculos. Suas filhas, as meninas que ela tentava proteger, estavam ali, ajoelhadas aos pés do homem em quem ela confiava, exibindo ventres que não deixavam margem para dúvida.
— Samuel... o que é isso? Meninas? — a voz dela era um sopro de horror.
— Samuel: "Isso, minha querida, é o meu império. Eu as arrombei todos os dias enquanto você dormia ou saia de casa. Eu as enchi de porra até que elas desmaiassem, e agora elas carregam o meu sangue."
A mãe soltou as sacolas, as mãos indo instintivamente para o próprio ventre. Ela sentiu uma náusea súbita, mas não era de horror — era um reconhecimento físico. Nas últimas semanas, ela também vinha sentindo o corpo mudar. Samuel levantou-se e caminhou até ela, sua sombra de gigante cobrindo-a completamente.
Ele colocou a mão imensa sobre a barriga da mãe, pressionando com autoridade.
— Samuel: "Você também sabe, não sabe? Aquele 'consolo' que eu te dava nas madrugadas... eu fui tão fundo em você quanto fui nelas. Eu arrombei você com a mesma fúria."
Ele rasgou o vestido da mulher com um único puxão, revelando que o ventre dela também começava a despontar. Ela estava fecundada. As três mulheres da casa estavam carregando a prole do gigante ao mesmo tempo.
— Mãe: "Eu... eu achei que era só comigo... Samuel, você as destruiu!"
— Samuel: "Eu as criei de novo. Agora ajoelhe-se com elas. Você é a matriarca do meu gado agora."
Samuel forçou a mãe a se juntar às filhas no tapete. A visão era o ápice de sua conquista: três gerações, todas marcadas pela mesma semente, todas arrombadas pelo mesmo pau deliciosamente grande.
— Samuel: "Hoje não haverá segredos. Eu vou encher as três de novo, uma por uma, até vocês não conseguirem mais fechar as pernas."
Ele começou pela mãe, arrombando-a na frente das filhas, que assistiam com uma mistura de ciúme e desejo. Samuel ia fundo, ignorando a gravidez delas, buscando o limite de cada útero já ocupado por sua semente. O som do pau batendo contra a buceta era o hino daquela casa.
No final, ele descarregou jatos torrenciais de porra sobre os três ventres e dentro de cada uma. As três mulheres acabaram desmaiadas, unidas em um sono de exaustão e submissão, cobertas pelo rastro branco e espesso do negão. O império de Samuel estava completo. O apartamento não era mais um lar, era um criadouro, onde o silêncio era absoluto e a vontade de Samuel era a única lei.
Após descansar uns minutos, ele pegou a mãe com uma fúria animal. A rola de Samuel entrou como uma estaca, arrombando a mulher de forma brutal. Ela gritava, mas o som era abafado pelas mãos das filhas, que olhavam tudo com os olhos vidrados, sentindo o próprio ventre latejar.
— Samuel: "Sente o tamanho, sua vadia! Eu vou te alargar tanto que você nunca mais vai fechar essas pernas!"
Ele não parou nela. Logo depois, ele puxou Maria Flor e a arrombou por trás, na frente da mãe. O som da pau batendo era seco e violento. Ele ia tão fundo que parecia que ia atravessar a menina.
— Samuel: "Gosta disso, Flor? Gosta de sentir o negão te rasgando enquanto sua mãe olha? Diga pra ela o quanto você gosta da minha porra!"
— Maria Flor: "Eu amo... ahhh... me arromba, Samuel! Enche a gente de novo!"
A sessão de tortura e prazer durou horas. Samuel não se cansava. Ele arrombava as bucetinhas das meninas e a buceta da mãe sem parar, alternando entre elas com uma força que nenhuma delas conseguia aguentar. O chão da sala estava coberto de suor e do suco que saía delas.
Quando o ápice chegou novamente, Samuel ficou de pé, segurando as três juntas em um amontoado de carne trêmula.
— Samuel: "Lá vem o leite do dono! Abram tudo!"
Ele começou a descarregar. Foi uma explosão de porra como elas nunca tinham visto. Ele gozou jatos grossos, quentes e fedorentos dentro de cada uma, e depois por cima delas. Ele cobriu os ventres grávidos com sua porra branca e viscosa, banhando as filhas e a mãe com seu rastro de domínio.
— Samuel: "Tomem tudo! Fiquem bem cheias! Eu quero que vocês sintam o meu peso aí dentro o dia inteiro!"
O esforço e a dor foram demais. As três mulheres, arrombadas, humilhadas e completamente fecundadas, entraram em colapso. Maria Flor, Maria Letícia e a mãe estavam exaustas no chão da sala, não conseguiam nem reagir a mais nada.
Samuel olhou para baixo e viu sua obra. As três estavam apagadas, com as bucetas escancaradas e destruídas, de onde rios de porra branca e espessa escorriam sem parar, manchando o tapete caro. O cheiro era insuportável, o cheiro de uma vitória suja.
O gigante negro agora tinha três incubadoras vivas. Ele limpou a pau na camisa da mãe, sentou-se e acendeu um charuto. A casa agora era o seu estábulo, e ele era o touro negro que governava tudo.
