Nas primeiras semanas depois daquela noite, quase todo dia a gente dava um jeito de se encontrar... Ele achava uma hora de ficar sozinho em casa, ou eu achava... Ou eu passava no trabalho dele, ou ele no meu... A gente ia para um canto escondido e se enroscava.. Ele me beijava com paixão... A gente se esfregava, se alisava... Logo fomos descobrindo os pontos que deixavam o outro com mais tesão... Mamilo, nós dois adorávamos... Ele me lambia, e eu lambia, às vezes punhetando junto, às vezes só apertando as coxas dele ou as costas... A língua dele em mim parecia fogo no plástico... Eu me desmanchava todo em tesão...
O boquete a gente ia aprendendo.. Eu via que fazer em mim não era muito a praia dele, mas ele dava umas chupadas.. Em compensação, parecia que ele adorava como eu fazia nele... Eu dava beijos pequenos, encostando de leve a ponta da língua na cabeça, às vezes acariciando ou lambendo de leve as bolas... Era assim que eu gostava quando a Laura fazia em mim... Mas não cheguei a ganhar leite na boca naqueles primeiros tempos...
Fui percebendo que bater punheta para mim também não era o que o Ricardo mais gostava... Ele fazia isso, mas normalmente preferia só falar "Agora é só sua vez...", e lambia meu mamilo e acariciava meu cu enquanto eu mesmo me punhetava até gozar gostoso... Ou então nos esfregávamos até gozar, o que eu achava delicioso também...
Mas acho que o que eu mais gostava naqueles primeiros tempos de descobertas era de bater punheta para ele... Beijando a boca dele, ou lambendo o mamilo dele... Ou simplesmente olhando, enquanto ele revirava os olhos...
Tive até que interromper a escrita aqui bater uma punheta...
Eu adorava cada momento... Quando eu pegava no pau dele, ele soltava um gemido de tesão... Dava para ver que o simples contato da pele já era tesudo... Eu também achava... Gostava de apertar o cacete na mão, sentir... Passava de leve o polegar na cabeça para espalhar a porra melada que já ia ficando... Às vezes passava um pouco na boca, beijava o Ricardo... Punhetava um pouco, parava quando ela ia gozar... Repetíamos essa dança várias vezes, cada vez com mais tesão, ele aguentando cada vez menos... Até chegar uma hora que a gente via que ele não ia aguentar mais...
Eu sentia a esporrada dele chegando, ele me apertando, às vezes me lambendo o mamilo, às vezes boca na boca... Às vezes a gente ficava calado, às vezes falava alguma coisa... "Que gostoso..."...
Quando ele finalmente gozava, me apertava, ou se contorcia... Eu via ou sentia aquela porra grossa saindo do pau dele, às vezes em um jato, às vezes transbordando igual lava... Era gostoso demais sentir aquele leite quente e grosso se derramando. Eu adorava ficar sentindo aquilo ali na minha mão, enquanto beijava o Ricardo, às vezes passando a mão suja de porra nele, às passando em mim...
Lembro uma vez que ele soltou um jorro que caiu na minha virilha... Quando me leventei para subir a calça, aquele fio de porra foi escorrendo pela minha perna... Delicioso... Eu morria de tesão...
Às vezes, depois, ele falava "Agora é sua vez..."... E vinha me beijar e me lamber enquanto eu batia a minha punheta... Às vezes ele só ficava olhando... "Bate que eu quero ver..."... Às vezes ele me ajudava com a mão dele na minha...
Era muito bom... Muito gostoso, muito tesudo... Vou morrer de tesão para sempre lembrando que minhas primeiras experiências com macho foram aquelas momentos deliciosos de punheta com o Ricardo, enquanto as nossas mulheres cuidavam da vida deles, sem nem imaginar que os maridos delas estavam se pegando daquele jeito...