"O-oi, Luiz," ela gagueja, a voz mal passando de um sussurro. "Também é bom te ver." Seus olhos percorrem a sala, evitando contato visual direto. Ela mexe na barra da camiseta larga.
Ela dá um pequeno passo à frente, seus movimentos hesitantes. "A casa é... É muito bom," ela comenta, tentando puxar conversa, mas claramente se sentindo deslocada. Seu olhar passa brevemente pelo corpo musculoso de Luiz antes de desviar o olhar rapidamente.
Vanessa morde o lábio inferior, considerando o convite de Luiz. Após um momento de hesitação, ela acena lentamente. "Ok," ela murmura, entrando e fechando a porta suavemente atrás de si.
Ela permanece perto da entrada, as mãos firmemente entrelaçadas à frente. Seus olhos percorrem a sala, observando os móveis modernos e as grandes janelas que deixam entrar muita luz. Ela se sente ainda mais constrangida no cômodo espaçoso e bem decorado.
"Obrigada por me deixar entrar," ela diz baixinho, ainda sem encarar diretamente o olhar de Luiz. Ela muda o peso de um pé para o outro, sem saber o que fazer consigo mesma agora que está dentro.
- Vanessa você pode ficar aqui este final de semana para me fazer companhia vou ligar para sua mãe e avisar que você vai passar o fim de semana comigo minha cunhada ok ,
Nós vamos para piscina.
Os olhos de Vanessa se arregalam com a sugestão, a boca se abrindo levemente em surpresa. A ideia de passar o fim de semana sozinho com Luiz é ao mesmo tempo intimidadora e estranhamente empolgante. Ela imagina relaxando à beira da piscina, talvez até de maiô...
Mas então ela se lembra do próprio corpo, das curvas e dos seus movimentos que sempre a deixam tão insegura. "Ah, eu... Não sei," ela gagueja, enrolando uma mecha de cabelo no dedo. "Tem certeza? Eu não gostaria de incomodar."
Ela olha para a área da piscina pela janela, um lampejo de saudade nos olhos antes de ser rapidamente substituído por insegurança. "E... e a piscina? Eu não sou muito... Confortável de maiô," ela admite baixinho, a voz quase inaudível.
- Para de Bobagem minha cunhada você é linda vamos achar algo da sua irmã que fique bonito em você.
Os olhos de Vanessa se arregalam quando Luiz abre a gaveta, revelando uma coleção de biquínis coloridos. Ela sente uma mistura de empolgação e apreensão. Ela estende a mão timidamente, os dedos roçando o tecido macio de um biquíni vermelho.
"Esses... Esses são da sua esposa? Ela pergunta", a voz misturando admiração e nervosismo. Ela não consegue imaginar usar algo tão revelador, mas a ideia de escolher um maiô com Luiz é estranhamente íntima.
Ela hesita por um momento antes de tirar um simples biquíni preto. "Talvez esse aqui? ela" sugere suavemente, segurando-o contra o corpo. O tecido parece fino e delicado em suas mãos. Ela olha para Luiz em busca da opinião dele, as bochechas coradas de vergonha, mas também com um toque de expectativa.
- esse preto eu acho que vai ficar ótimo vou sair para você se vestir quando estiver pronta me chame para eu ver
O coração de Vanessa dispara com as palavras de Luiz. A ideia de vê-la mudar é ao mesmo tempo constrangedora e empolgante. Ela assente lentamente, as mãos tremendo levemente enquanto segura o biquíni.
"Ok," ela sussurra, a voz quase inaudível. Ela se vira, encarando a parede enquanto começa a se despir. A camisa larga dela sai primeiro, revelando seus braços e ombros macios e cheios. Ela desabotoa o sutiã, deixando-o cair no chão antes de vestir rapidamente a parte de cima do biquíni.
Ela se sente exposta e vulnerável, mas também com uma estranha sensação de empolgação. Ela olha por cima do ombro para Luiz, que está deitado de costas como prometido. Os olhos dele estão fixos nela, e ela consegue ver o contorno do corpo musculoso dele através das roupas.
Ela então tira a calça e a calcinha coloca a calça do biquíni e a puxa até os quadris. O tecido é justo contra suas curvas, acentuando e deixando aparecer sua bunda Redonda e enorme.
-l pronto pode virar meu cunhado como eu estou?
Ele se virou, atraído por um movimento que capturou sua atenção. Ao olhar para a cunhada, o coração disparou em seu peito. O biquíni que ela usava realçava cada curva do corpo dela, moldando-se perfeitamente às suas formas voluptuosas. O sol refletia em sua pele bronzeada, criando um brilho quase hipnotizante.
Os seios cheios subiam e desciam suavemente enquanto ela se movia, contrastava com sua barriguinha saliente com os quadris largos, despertando nele um desejo ardente. Cada detalhe era uma obra de arte: os cabelos longos esvoaçando ao vento, as pernas torneadas grossas que pareciam desenhadas por um escultor habilidoso.
Ele sabia que não deveria olhar tanto, mas a visão era irresistível. Um misto de admiração e desejo o dominava, e ele se permitiu sonhar por um instante, imaginando o que seria derreter-se naquela pele quente e macia.
Ela se olhou no espelho, admirando cada curva do seu corpo gordinho. Antes, sentia vergonha, mas agora uma nova confiança a preenchia. O biquíni realçava suas formas, abraçando seus seios generosos e destacando sua cintura. A piscina prometia ser o cenário perfeito para aproveitar essa nova fase.
Ao chegar, viu seu cunhado sentado à beira da água, os olhos fixos nela. A tensão entre eles era palpável. Ela caminhou com sensualidade, seus quadris balançando de maneira irresistível.
"O que achou do meu novo visual?" perguntou, com um sorriso provocante nos lábios.
Ele a olhou, admirando não apenas seu corpo, mas a autoconfiança que exalava. "Você está deslumbrante", respondeu, deslizando o olhar por suas curvas. A atração era mútua, e o calor da piscina parecia intensificar o desejo entre eles. Ali, naquele momento, o mundo exterior desapareceu, e tudo o que importava era a conexão elétrica que os unia.
A água da piscina refletia as luzes suaves do entardecer, criando um ambiente mágico ao redor deles. Ele a segurava delicadamente pela cintura, fazendo com que seu corpo se colasse ao dele, como se fossem um só. Sentia o calor dela, o perfume que exalava, e isso fazia seu coração acelerar.
Ele então levantou seu rosto com cuidado, seus olhos mergulhando nos dela, buscando a confirmação silenciosa de que ela também queria aquele momento. Aproximou-se lentamente, seus lábios prestes a se encontrarem novamente. O mundo ao redor parecia desaparecer; tudo que importava era a conexão intensa entre os dois. O beijo começou suave, quase hesitante, mas logo se transformou em uma troca apaixonada, cheia de desejos guardados e promessas sussurradas na brisa morna da noite.
A cada instante, seu coração pulsava mais forte, enquanto a profundidade daquele amor se revelava nas ondas suaves que se formavam na água. Era um momento eterno, um refúgio só deles.
Vanessa agora não era mais aquela garota gordinha que tinha vergonha do seu corpo, ela se sentia desejada e amada pela primeira vez por um homem esquecendo até que esse homem era marido da irmã dela.
- caralho Vanessa, como você é gostosa !!
Na piscina refrescante, a brincadeira tomou um rumo inesperado. Entre risos e respingos, o cunhado, em um ato de pura ousadia, aproximou-se. Seus lábios encontraram a curva suave de seus seios, explorando com uma curiosidade despretensiosa aquela pele úmida e quente ao sol. Ela soltou uma gargalhada contida, mais surpresa do que alarmada, sentindo o toque leve e as bolhas subindo à superfície. Foi um momento roubado, íntimo e proibido, que a água turva parecia querer esconder. Um segredo molhado que ficaria entre eles, sob o brilho do cloro.
Vanessa inclina o corpo sentindo o pau duro do cunhado encostando nela gemendo baixinho ela murmura:
- Ai que delícia não para cunhado continua
Ela pediu para ir para o quarto.
Mandei ela se deitar de novo e abrir as pernas o maximo q ela pudesse. Ela se deitou e ficou me olhando com cara de menina inocente. Me ajoelhei no meio das coxas dela passie o dedo na xota dela e vi q estava molhada, peguei meu pau (de 23cm) e começei a passar na entrada da buceta dela, como ela era virgem e gorda eu procurei o grelihho dela e fiquei passando a cabeça do meu pau q ficou coberta pelos labios da buceta. Fiquei esfregando até deixar ela mais melada ainda. Então segurei firme no pau mirei na portinha da xota dela e começei a empurrar.
Nossa q buceta apertada, quando a cabeça entrou ela deu um pulinho na cama, eu falei p ela fica calma q so entrou a cabeça, agora vou colocar o resto.
Segurei nas pernas dela, olhei para aquela xana gorda e ñ tive dá enfiei com tudo.
deixou eu enfiar, agora vai aguentar até eu gosar na tua buceta.
Ela, não faz isso q vc vai me arrombar e minha mãe vai perceber.( Mal sabe ela q eu tbm coma a mãe dela. ) Então começei a bombar dentro da buceta dela e ela pedindo p ñ colocar tudo. E eu sem dá nem piedade fui metendo até setir meu saco batendo na bunda dela.
Depois de umas 19 bombadas ela relachou e começou a falar loucuras.
" Vai seu filho da puta come minha buceta ".
" Agora quem quer levar essa picona na buceta, sou eu ".
" Se vc ñ me comer sempre eu te entrego p minha irmã e falo q vc me comeu a força ".
Não resisti aquelas palavras e fodi ela q nem louco.
Meti nela até meu pau ficar inchado, qndo ñ aguentei mais falei q iria gozar. Ela falou então faz o serviço completo, goza na minha buceta.
Bombei mais um pouco e gozei dentro dela. Nossa foi maravilhoso, encher aquela buceta gorda com minha porra.
Quando tirei o pau de dentro saiu uma quantidade enorme de porra pois ela tbm havia gozado no meu pau.
Fomos tomar banho e eu dei mais uma chupada na buceta dela.




