Cada comando, por mais bizarro que parecesse, era uma reafirmação do nosso papel. Eu não me via como uma pessoa com vontade própria; meu desejo de agradá-lo superava qualquer impulso de rebeldia. Em momentos de dúvida, a imagem dele dominando minha mente se tornava um farol, guiando-me em meio à escuridão das incertezas. Era um jogo perigoso, mas mesmo assim, eu desejava seguir suas instruções, como se isso fosse a única razão de minha existência.
A cada dia, percebo que essa entrega, essa devoção cega, é tudo o que sou. E, estranhamente, mesmo sabendo disso, continuo a encontrar uma estranha paz em sua presença.
Fui criada para ser sua cadelinha mas não uma cadela qualquer uma loirinha ninfetinha de recém completados 18 aninhos e filha dele.
Num dia , a atmosfera estava carregada de antecipação. Ele, com seu olhar provocante, decidiu me surpreender com um presente inesperado: uma calcinha branquinha de renda, delicada e sedutora. Seus olhos brilhavam enquanto me entregava aquele pedaço de tecido que prometia muitas possibilidades.
“Vá tomar um banho e me espere no quarto, apenas com isso”, ele sussurrou, sua voz baixa e cheia de desejo. O coração acelerou enquanto eu imaginava o que estava por vir.
Após um banho perfumado e revigorante, envolvi-me na peça de renda, sentindo sua textura suave contra a pele. Olhei-me no espelho, admirando o meu reflexo. A expectativa me envolveu como um manto. Ao entrar no quarto, os olhos dele se iluminaram, apreciando cada detalhe. A atmosfera pulsava com desejo, e naquele instante, tudo o que existia era a promessa de uma noite inesquecível.
Ele me mandou deitar de bruços com a bundinha empinadinha.
Ele começou a apertar minha bundinha, dando tapas e perguntando.:
- De quem é essa bondinha ?
Respondia baixinho
- E sua papai
- De quem este cozinho ?
- E seu o papai ! Eu sou todinha a sua papai.
Ele se abaixou E começou a lamber meu cuzinho. Lambia mordia enfiava a língua Eu empinava a bundinha cada vez mais. Esfregando na cara dele.
Ele começou a enfiar o dedo e por ter jeito que as pulserinhas eram pregas e ficava mexendo o dedo dentro do meu Cozinho sabe aí ele tirava o dedo Sujinho com meu Cocô e colocava na minha boca para me chupar. Caracas eu tava com muito tesão eu chupava o dedo dele sentia meu gostinho.
De repeti-lhe parou Enrolou meus cabelos em suas Mãos Colocou a cabeça do pau começou a enfiar.
PQP Que dor da porra. Quando aquela cabeçona entrou algumas lágrimas saíram dos meus olhos De tanta dor. Vocês pensam que ele parou ,parou nada.
Então ele começou a dar estocadas fortes. A dor era insuportável, como se cada golpe ecoasse dentro de sua alma. Os tapas eram dados com raiva, como se ele quisesse extrair dela toda a tristeza que a consumia. Ela sentia seu corpo sendo agredido, mas era a ferida interna que mais sangrava, aquela que nenhuma marca física poderia mostrar. As lágrimas escorriam pelo seu rosto, misturando-se à angústia que sufocava seu ser. A cada movimento, uma lembrança de momentos felizes se esvaía, deixava apenas um vazio profundo. Ele não via o sofrimento que causava; estava cego pela própria dor, e ela se perguntava até quando conseguiria suportar aquela tempestade dentro de si.Então ele começou a dar estocadas fortes. A dor era insuportável, como se cada golpe ecoasse dentro de sua alma. Os tapas eram dados com raiva, como se ele quisesse extrair dela toda a tristeza que a consumia. Ela sentia seu corpo sendo agredido, mas era a ferida interna que mais sangrava, aquela que nenhuma marca física poderia mostrar. As lágrimas escorriam pelo seu rosto, misturando-se à angústia que sufoca seu ser. A cada movimento, uma lembrança de momentos felizes se esvai, deixava apenas um vazio profundo. Ele não via o sofrimento que causava; estava cego pela própria dor, e ela se perguntava até quando conseguiria suportar aquela tempestade dentro de si.
Mas no fundo eu estava adorando tudo aquilo. Sentir aquela rola enorme inteirinha dentro de mim, Os tapas os socos os xingamentos me deixavam enlouquecida de tesão.
Eu gritava gemendo dizendo:
- Bate pai bate forte que eu gosto ! Gosta do cuzinho da sua filha putinha vai pai hi ai ai ai.
Gozei feito louca.
Quando meu pai estava prestes a gozar. Ele ficou enlouquecido. Começou a me dar socos nas costas e na cabeça com força. Quando ele gozou eu já estava desfalecida na cama desmaiada mesmo acredita Que sensação incrível que delícia ser propriedade do meu pai.




Que glamour linda linda linda
Que glamour linda demais