Continuação... Depois de ver nossas filhas transando, eu e o Sandro acabamos fazendo o mesmo. O fim de semana estava apenas começando e quando fui tomar banho com minha filha...
Eu e o Sandro permanecemos sentados na sala até que as duas safadinhas apareceram. Fizeram uma carinha de sono e vieram sentar ao nosso lado. A Vanessa beijou o pai no rosto e perguntou:
- Ficaram comportadinhos?
Ele sorriu e retrucou dizendo se aquilo era coisa de perguntar. Ela disse que não teria nada demais se tivesse rolado um "Love", afinal os dois eram livres e donos das suas vidas. O Sandro olhou para mim e não dissemos mais nada, apenas sorrimos da observação da garota. Minha filha falou que ia tomar banho e eu disse que ia junto, precisava conversar com ela. Já nuas no box, com a água caindo sobre os nossos corpos, eu falei:
- Preciso te contar uma coisa.
Sem deixar que eu falasse mais nada ela disse:
- Já sei o que vai falar, você e o Sandro viram eu e a Vanessa transando.
Arregalei os olhos espantados e fiquei muda. Minha filha me abraçou e falou:
- Fica tranquila mamãe, eu e a Vanessa percebemos vocês dois espiando através da cortina e isso nos causou mais tesão ainda, só não sabemos o que os dois espertinhos fizeram do lado de fora do quarto.
Segurei seu rosto, dei um selinho nos seus lábios e perguntei:
- Não está brava comigo?
- De jeito nenhum, tenho certeza que você só quer o meu bem.
- É verdade filha e acho que foi a mais maravilhosa maneira de você perder seu cabacinho, estou feliz.
Ainda abraçadas eu sinto seu pau crescendo entre as minhas coxas. Ela retribui o beijo e pergunta:
- E aí, não vai me contar o que rolou entre você e o Sandro do lado de fora?
Com meus seios colados aos da minha filha eu falei abertamente:
- Ele me comeu bem gostoso filha, desde que me separei do seu pai, nunca mais tinha sentido uma rola na buceta, ah como é bom, alivia as tensões.
- Depois desse tempo todo sem trepar, isso foi o suficiente?
- Que nada filha, só de falar agora já sinto minha buceta melar.
- Sério, posso sentir?
Um tanto sem jeito, mas cheia de tesão, eu concordei. Ela leva sua mão até a minha buceta e enfia um dedo. Explora meu interior com aquele dedo mágico e fala:
- Nossa mãe como você é quente e realmente está toda melada.
Ela inicia um entra e sai com seu dedo, como se estivesse me fodendo. Tira o dedo e esfrega meu grelo durinho. Solto um gemido mais alto, ela percebe e pergunta:
- É aqui que sente mais prazer?
- É filha... é o meu grelinho e adoro ser acariciada aí.
A safadinha intensifica os movimentos e logo eu não estava mais suportando:
- Assim eu vou gozar filha... Não para... Não para... Fode a mamãe... Isso... Isso... Isso... Estou gozando... Ai que gostoso.
Meu corpo tremia, minhas pernas bambas pareciam não conseguir sustentar meu corpo. Agarrei-me na minha filha e nos abraçamos fortemente. Seu pau completamente duro roçava minha buceta e meu tesão não cedia, mas eu queria dar prazer à minha filha, então falei:
- Hoje a mamãe vai te dar prazer de uma forma diferente.
Ajoelhei-me diante dela, segurei seu pau com uma das mãos e com a outra acariciei seu saquinho liso, ela é toda depiladinha. Não me contive, abocanhei aquela rola dura, mamei, chupei e lambi à vontade. Escorreguei um dedo até o seu cuzinho e enfiei. Ao sentir isso ela disse que não conseguia segurar mais e ia gozar. Tirei seu pau da boca por uns instantes apenas para dizer:
- Goza na boca da mamãe querida.
Voltei e mamar e não demorou para que minha filha enchesse minha boca com sua porra farta e quentinha. Suguei até que nada mais restasse para sair daquela pica juvenil. Voltei a ficar de pé, nos abraçamos e beijei longamente minha filha na boca. Terminamos nosso banho, nos vestimos e voltamos para a sala que estava vazia. Pouco depois entram o Sandro e a filha, que também tinham ido tomar banho. Falei que ia passar um café e fui para a cozinha. Pouco depois retorno com as xícaras e saboreamos a bebida quente. Eu não queria ter segredos com o Sandro e quando fui contar que havia conversado com a Lu, ele disse que a Vanessa também já havia contado tudo a ele no banho. A Vanessa, que estava aconchegada no peito do pai, falou:
- E ele também me contou que transou com você.
- É verdade Vanessa, desde que me separei nunca mais tinha trepado com ninguém e isso me fez muito bem.
- E você paisinho, gostou de comer a Isabel?
Ele sorriu meio sem jeito em responder e antes que o fizesse, a minha filha, que também estava abraçada a mim falou:
- Deve ter adorado Vanessa, você não imagina como a buceta da minha mãe é quente e melada.
A Vanessa segura no pau do pai, que já se mostrava em riste e pergunta:
- Esse danadinho aqui gostou da buceta da Isabel?
- Muito filha, fazia tempo que o papai não metia numa mulher tão gostosa.
Aquela conversa mexeu com a minha libido e eu já sentia minha buceta molhada e latejando novamente, eu necessitava de mais rola, mas queria ver até onde ia aquela prosa toda, por isso eu instiguei:
- Muito bem suas danadinhas, falando de mim e do Sandro, mas e as duas, gostaram de perder as preguinhas?
Minha filha toda afoita foi logo respondendo:
- Mãe, eu adorei dar a bunda, acho que não vou conseguir ficar muito tempo sem dar de novo.
A Vanessa por sua vez falou:
- Olha, acho que dar a bunda é até melhor do que chupar.
Imaginando qual seria a resposta eu instiguei:
- Já chupou uma boa rola Vanessa?
Ela sorriu marota, olhou para o pai e falou:
- Já mamei muito na pica do meu pai.
Meu tesão era avassalador, mas eu queria apimentar ainda mais, olhei para o Sandro e perguntei:
- E você meu querido, já mamou a rola da sua filha?
Notei que ele ficou indeciso em responder e para ajudar eu disse:
- Eu acho natural, pois ainda a pouco eu chupei a Lu e a fiz gozar na minha boca.
Notando a indecisão do pai foi a Vanessa quem falou:
- Deixa de frescura papai, não está vendo que a Isabel é liberal e não fará julgamentos.
Ela vira o olhar para mim e fala:
- Já sim Isabel, eu e o papai já fizemos 69 várias vezes, até um gozar na boca do outro.
Durante toda a nossa conversa a Vanessa não tinha parado de alisar o pau do pai, que estufava o short de tão duro que estava. Minha filha doidinha foi logo falando para a amiga:
- Sabe o que eu gostaria muito de ver agora, você chupando seu pai.
A Vanessa olha para o pai que permaneceu calado. Como o ditado diz que quem cala consente, ela se ajoelha diante do pai e puxa seu short para baixo, deixando-o completamente pelado. Seu pau duro e melado surge liberto da roupa e à disposição da menina gulosa. Ela afasta as pernas do pai, segura a rola com ambas as mãos como se fosse um troféu a ser conquistado. Alisa, punheta e beija a cabeça da pica. Dá vários beijinhos antes de começar a mamar no cacete. O Sandro delirava de tanto tesão. Com certeza já tinham feito aquilo muitas vezes, mas agora era diferente, tinha outras pessoas vendo. Não suportando mais eu abri o meu robe e comecei uma deliciosa siririca, metendo dois dedos dentro de mim. Minha filha também se livrou da roupa e tocava uma deliciosa punhetinha, com os olhos vidrados na rola do Sandro. Vendo sua admiração eu falei:
- Porque não vai ajudar sua amiga a mamar a rola do pai dela?
Sem precisar falar de novo minha filha também se ajoelha entre as pernas do Sandro e cai de boca no seu pau. As duas disputavam cada pedacinho daquela deliciosa rola. Uma de cada lado corriam suas bocas por toda a extensão do pau e chegavam juntas à cabeça, onde chupavam e se beijavam. O ambiente cheirava a sexo e eu estava transtornada vendo aquela cena maravilhosa, mas sabia que era o momento das meninas e permaneci sem interferir, apenas me aproximei do Sandro e falei ao seu ouvido:
- Está gostoso meu tesão?
- Demais Isabel, as duas tem bocas de veludo.
Fiquei ali acariciando seu peito e olhando as duas fazendo aquela chupeta deliciosa. A Vanessa aproxima sua boa ao ouvido da milha filha e fala qualquer coisa. A Lu faz sinal que sim com a cabeça e ato contínuo ela fica de pé e de costas para o Sandro. Logo imaginei o que iria acontecer e um calafrio percorreu meu corpo. Minha filha foi descendo o corpo até que encostou sua bundinha na vara do Sandro. A Vanessa guiou o pau do pai para a entrada do cuzinho e minha filha foi arriando o corpo. A barreira inicial foi rompida e a cabeça do pau entrou. Minha filha gemia num misto de dor e prazer:
- Puta que pariu está doendo... Estou ficando arrombada, mas está gostoso.
Ela foi cedendo o corpo e de onde eu estava, era possível ver perfeitamente a penetração no seu cuzinho, ah como eu gostaria de estar no lugar dela. A Vanessa que até então apenas olhava, começa a chupar o pau da minha filha, que não suportando o alto grau de tesão, explode um gozo enorme na boca e cara da amiga. Fora de controle, eu vou até a Vanessa e começo a beijá-la, lambendo toda a porra que minha filha havia jorrado. Nós duas ficamos em transe nos beijando e saboreando aquele néctar delicioso. Experiente, o Sandro não goza e assim que minha filha sai de cima dele eu tomo seu lugar. Monto cavalinho de frente para ele e digo:
- Agora é minha vez de sentir sua rola no meu rabo... Me fode.
Com uma das mãos esfrego o seu pau na minha buceta melada, para em seguida direcionar para o meu cuzinho. Não podemos dizer que o Sandro seja um macho bem-dotado, mas também longe de ser um nanico, acho que um tamanho ideal para comer um cu. No entanto, era eu que estava desacostumada a dar a bunda, por isso o início da penetração foi dolorida, mas aos poucos a dor foi cedendo lugar ao prazer e logo eu cavalgava aquela rola feito uma cadela no cio. Eu mesma acariciava minha buceta e esfregava meu grelinho. Olhei para trás e as duas meninas só olhavam minha atuação, como é gostoso trepar com plateia nos olhando. Não demoro para anunciar meu gozo, que logo vem acompanhado de um tremor por todo o meu corpo. Extenuada deito meu corpo sobre o do Sandro que mais uma vez segurou seu gozo e eu imaginei o que ele estava querendo. Beijo sua boca e agradeço o enorme prazer proporcionado.
Minha boca estava seca, eu precisava tomar água. Vou até a cozinha e trago uma jarra e copos. Saciada a sede, o Sandro se levanta e vai até o banheiro. Chego perto da Vanessa, abraço aquela gostosura e falo ao seu ouvido:
- Minha querida, reparou que seu pai ainda não gozou, pois é ele está se guardando para você, ele quer gozar no seu cuzinho.
- Será Isabel, ele nunca me pediu.
- Porque até hoje viveu um certo tabu achando que seria errado, mas tenho certeza que ele sente tesão em você, vamos lá eu ajudo ele comer seu cuzinho, quer?
- Muito.
Assim que o Sandro volta eu me posiciono entre suas pernas, olho para ele e falo:
- Vou te preparar para o que você está querendo e com vontade.
Meto sua rola na boca e logo ela estava dura. Puxo a Vanessa para perto e faço com que ela se posicione assim como fez a minha filha. Direciono o pau dele para o rabo da filha e logo a penetração acontecia. Agora foi a vez da minha filha chupar o pau da amiga e logo estava com a boca cheia de porra. O Sandro não se conteve. Segurou a filha pela cintura e a puxou forte contra seu corpo, enterrando o mais que pode seu cacete no cuzinho ainda quase virgem da ninfeta. Desta forma ele explodiu num gozo enorme. Eles permaneceram engatados até que o pau do Sandro foi amolecendo e saiu por completo do rabo da filha. Estávamos complemente esgotados. Fomos os quatro para a mesma cama e dormimos abraçados. Estava começando uma união livre .
Uma pena que seja ficção. Gosto de contos reais. Apesar de bem escrito, não curto.
Ótimo
Delicia de conto. Fiquei excitado ao extremo.
Delicia de conto Bem votado
Muitos parabéns pelo conto e pela liberdade de espirito, Adorei