# Sobe agora tem que ser agora, ok.#
Assim que a porta fechou atrás de mim e avançou sobre mim, como um leão avança sobre sua gazela. Nossas bocas se digladiaram e ele começou a puxar meu vestido por sobre minha cabeça me deixando apenas de sutiã e calcinha. Levantou-me no colo e me colocou sobre o tampo da mesa da sala. Sentou-se na cadeira defronte as minhas pernas abertas e empurrou meu corpo para que eu deitasse sobre a mesa. Sua boca acariciou minhas coxas, na porção interna delas e subiu até a calcinha. Sua língua desenhou minha linha no tecido. Se afastou um pouco a apreciou a paisagem, então deslizou minha calcinha para baixo deixando-me nua da cintura para baixo naquela mesa e enfiou a cabeça entre minhas coxas. Ele não deu mais que duas ou três lambidelas quando eu explodi em um orgasmo estrondoso que me deixou mareada e bamba.
Eu ainda tremia quando senti ele ficando de pé e puxando o calção para baixo e então eu vi aquela espada que tinha me mantido na expectativa por semanas. Era grande e era grosso. Ele pincelou a ponta da glande em forma de seta por toda a extensão de minha xoxota e então encontrou a entrada.
Minha boca se abriu ante a expectativa e então ele empurrou aquela tora para dentro de mim.
Eu gemi sua penetração e continuei gemendo, pois minhas carnes estavam sendo distendidas, abertas, alargadas e ele continuava entrando, até que nossos púbis se chocaram. Ele me olhou nos olhos, recuou alguns centímetros, senti seu pau me deixando e então ele entrou de novo. Devagar, com tranquilidade. E assim ele fez uma, duas três vezes, dez vezes, sem número de vezes. Eu senti que estava fora de mim, flutuava em um limbo temporal.
Então comecei a gozar de novo, e de novo e de novo. Ele era implacável naquele movimento lento e firme, profundo, abrasador. Eu queria tocá-lo, acaricia-lo, mas eu conseguia apenas tocar seu braço que segurava meu quadril, enquanto ele bombeava entre minhas pernas. Senti seu pau ficar ainda mais duro, engrossar um pouco mais, sabia que ele iria gozar, pensei em sair, não estávamos usando camisinha, mas então meu corpo fez outra coisa e abracei sua cintura com minhas pernas e o atrai ainda mais apara dentro de mim e senti então como ele começou a ejetar esperma em minhas entranhas.
O caos de seu esperma na profundidade de meu canal vaginal o pulsar daquela bomba injetando golfadas, após golfadas dentro de mim. Ele gemia de olhos fechados. Nossos corpos completamente encaixados, unidos por aquele ponto central. Quando ele terminou de gozar, foi descendo o corpo sobre o meu e então eu pude abraça-lo. Nossas línguas se digladiavam, enquanto os últimos estertores abandonavam nossos corpos.
Seu pau continuava duro preenchendo-me totalmente. Ele começou a sair de dentro de mim e eu maquinalmente tamponei a xoxota com a mão espalmada de modo conter a corrente de esperma que sairia, que escorreria para fora de mim.
Começamos a se beijar apaixonadamente quando Lemos sussurra eu te amo. Sem pensar diretamente. Falo eu também.
Seu conto merece fotos E vc safada quero ver vc trepar com ele e os amigos dele aí no condomínio
Delícia
Seus contos são muito bom... Venha se aventura aqui no litoral norte de SP...