Havíamos combinado de assistir a um jogo no apartamento do Vinícius, em Santos, onde eu passava férias, um lugar simples no Gonzaga, chegando lá ele não estava sozinho, Nando seu primo, estava sentado de cueca na sala na frente da TV. Tudo bem, não achei que aquilo queria dizer algo.
Bebemos, rimos, o jogo rolou. Mas conforme as latas se acumulavam, a conversa mudou. Eles começaram a falar de putaria, de experiências loucas, e de repente, o papo virou para "coisas que a gente experimenta uma vez na vida".
Eu, sempre me considerei o cara mais macho do grupo. Jogava futebol na praia, flertava com as garotas na orla. Ninguém nunca soube do meu lado escondido, daqueles desejos que eu reprimia desde a adolescência. Eu nunca dei nenhuma pista – nem um olhar demorado, nem uma piada ambígua
Eu ri, desconversei, mas sentia o olhar deles em mim.
"Alan, você é tão macho, mas aposto que tem um lado curioso", disse Vini, piscando para Nando.
Eu me fiz de desentendido, claro, mas meu coração acelerou. Eles insistiram, brincando, mas com uma seriedade por baixo.
"Só uma vez, cara. Ninguém vai saber. Aqui é seguro."
Não entendi o que ele queria dizer com aquilo, mas foi quando saquei a intenção dos dois, era um flerte na cara dura!
"Sabia que o Nando nunca transou?" disse Vini.
"Na verdade nunca nem levei uma chupada" completou Nando.
Eu não acreditava no que estava ouvindo, era isso mesmo? Eles tinham a intenção que eu chupasse o garoto?
"Você nunca teve namorada, Nando? Perguntei tentando levar o assunto pra outro lado.
"Nunca! ",
"Na verdade o time dele é outro, Alan..."
Me fiz de desentendido levando o papo pra time de futebol, mas Vini, queria ver o circo pegar fogo.
"Ele é do time dos meninos!" Entendeu agora?
Fiquei mudo, não sabia o que responder, a bebida estava fazendo efeito, o desejo começou a falar mais forte...
"Pq você não mostra pra ele como é que se faz? Disse Vini.
Mantive o macho que existia em mim questonando, "Pq eu? de onde tirou que gosto disso?"
"O Neto me contou..."
Gelei na hora, Neto era um outro amigo nosso em comum que eu vinha chupando toda vez que nos encontravamos em Santos. Não podia acreditar que ele tinha dado com a língua nos dentes, ele prometera que era um segredo nosso.
"Bom, então o Neto mentiu!!" Eu gosto é de buceta!!
"Será? Disse ele, certo de que eu era um grande apreciador de rola.
"Nando, tira a cueca e mosgar o tamanho do seu pau pro Alan!"
E não é que o menino seguiu a risca e colocou o pau pra fora, duro como pedra, fiquei completamente sem norte, nunca tinha visto um pau tão grande, foi como um imã, perdi completamente o pudor, foi como se algo me puxasse para aquela rola enorme.
"Vai Alan, mostra pra ele como se chupa, a gente sabe que você gosta..."
Eu estava vencido, não tinha mais como correr, me ajoelhei no chão da sala, o carpete áspero roçando meus joelhos. Meu pau latejava dentro da calça, mas eu ignorei – era sobre ele, só sobre eu chupar.
Segurei seu pau com a mão trêmula, sentindo a pele quente e macia, a veia pulsando sob meus dedos. Era grosso, uns 22 centímetros, com a cabeça rosada e já brilhando com um pouco de pré-gozo. Abri a boca devagar, lambendo a ponta, sentindo o gosto salgado e almiscarado invadir minha língua. Ele gemeu baixo, enfiando os dedos no meu cabelo, guiando minha cabeça.
"Eu sabia!! Comemorou Vini, tirando toda roupa.
Chupei devagar no início, sugando a glande como se fosse um sorvete derretendo, girando a língua ao redor dela.
"Porra, Alan, você chupa muito gostoso!! ".
Incentivei, desci mais, engolindo metade do comprimento, sentindo-o bater no fundo da minha garganta. Meu reflexo de vômito quase veio, mas eu controlei, babando em volta, deixando escorrer saliva pelo pau dele. Movia a cabeça para frente e para trás, ritmado, enquanto minha mão masturbava a base que não cabia na boca.
Vini não aguentou esperar. Ele se posicionou ao lado, seu pau mais fino mas mais longo, curvado levemente para cima, com pelos aparados na base.
"Minha vez", disse ele, e eu alternava agora, chupando um e masturbando o outro. A boca cheia de um, a mão escorregadia no outro.
Nando era mais agressivo, empurrando os quadris, fodendo minha boca como se fosse uma boceta.
"Engole tudo, macho", grunhia ele, e eu tentava, lágrimas nos olhos do esforço, mas excitado pra caralho.
Eles se aproximaram mais, os paus lado a lado, e eu os chupei juntos. Foi aí que a coisa ficou insana. Abri a boca o máximo que pude, enfiando as duas cabeças ao mesmo tempo, lambendo as glândulas uma contra a outra. Elas se roçavam dentro da minha boca, escorregadias de saliva, e eu sugava, girando a língua entre elas.
Eles gemiam alto agora, se apoiando um no outro, mãos nos meus ombros.
"Bem que você disse hein primo, ele é uma puta!", disse Nando, eu odiava e amava ouvir aquilo.
Meu maxilar doía, mas eu não parava. Alternava ritmos: chupava fundo, garganta profunda, enquanto masturbava rápido; depois invertia. Sentia os sacos deles contra meu queixo, pesados e cheios. Eles começaram a tremer, os gemidos virando grunhidos.
"Vou gozar", avisou Nando primeiro. Eu acelerei, chupando os dois juntos de novo, boca esticada ao limite.
Nando explodiu, jatos quentes e grossos na minha língua, mas ele puxou pra fora no último segundo, gozando no meu rosto – na bochecha, no nariz, escorrendo pro queixo.
O gosto amargo e salgado na boca, o cheiro forte. Vini veio logo depois, gemendo alto, gozando também na minha cara, mirado nos lábios e na testa. Era quente, pegajoso, escorrendo devagar, misturando com a saliva e o suor.
Eu lambi o que pude, sentindo o pau deles amolecendo nas minhas mãos.
Eles caíram no sofá, ofegantes, rindo.
"Você nasceu pra isso", disse Vini.
Respondi baixinho, "Eu sei..."
Me levantei, limpando o rosto com a camisa, ainda duro como pedra, mas sem tocar em mim. Foi só eu que chupei, aí dali mudado, com o gosto deles na boca e a memória gravada pra sempre. Santos nunca mais foi a mesma pra mim.
Quem quiser me ver batendo uma é só entrar no Hamster e procurar por Alan Long.
Até a próxima!
alanlong47