Minha primeira vez foi com um amigo do prédio

Eu tinha acabado de completar 16 anos e ainda carregava aquele misto de vergonha e curiosidade que todo adolescente reprimido conhece bem.

Morávamos num prédio antigo de classe média. No térreo, atrás da escada de serviço, tinha um quartinho minúsculo que a síndica usava pra guardar material de limpeza e coisas velhas. A chave ficava num prego atrás do quadro de avisos.

Meu amigo se chamava Lucas. Ele tinha 17, jogava vôlei no colégio, era mais alto que eu, ombros largos de quem já treinava pesado, pele morena queimada de sol. A gente se conhecia desde criança, mas foi naquele ano que as brincadeiras de “mostra o teu” começaram a ficar mais demoradas, mais silenciosas, mais pesadas de respiração.

Naquela tarde de sábado chuvoso, ele chegou dizendo que precisava de uma chave especial para desmontr o computador, eu disse que não tinha, mas era possível que tivesse no quartinho do prédio. Peguei a chave, entramos e tranquei a porta por dentro.

O lugar era apertado, umas latas de tinta empilhadas, um colchão de solteiro encostado na parede, ferramentas em uma caixa, sentamos no colchão enquanto reviravamos a caixa.

De repente do nada, ele perguntou:

“Tu já… fez com alguém?”
"o que?" - respondi
"Sexo... "
“Não.”
“Nem eu.”

Mais silêncio.

“Quer ver o meu?”

Meu coração batia na garganta. Balancei a cabeça que sim.

Ele abriu o zíper da bermuda de tactel devagar. Não usava cueca. O pau dele pulou pra fora já meio duro, grosso, a cabeça rosada brilhando um pouco de umidade. Era maior do que o meu, a pele um tom mais escura que o resto do corpo, veias marcadas subindo até a base. Ele segurou na mão e deu duas batidinhas leves, como quem mostra um troféu.

“Agora o teu.”

Tremendo, abaixei a calça de moletom e a cueca junto. Meu pau tava duríssimo, apontando pra cima, menor que o dele, mas latejando tanto que dava pra ver o sangue pulsando na veia principal. Ele chegou mais perto. Nossos joelhos se encostaram.

“Posso tocar?” ele perguntou com a voz rouca.

Toquei primeiro. A pele dele era quente, sedosa, escorregadia na cabeça. Ele gemeu baixo quando fechei a mão e subi devagar. Ele retribuiu. A mão dele era maior, mais áspera por causa do vôlei. Ele apertava mais forte do que eu esperava. Gemi sem querer.
A gente se masturbou olhando um pro outro uns minutos, respirando pesado, o barulho molhado das mãos subindo e descendo. Então ele falou, quase sussurrando:

“Quero meter em você.”
Eu gelei. Queria também, mas tinha medo de doer, de sangrar, de gritar e alguém ouvir.
“Vai devagar?” perguntei.
“Prometo.”

Ele me mandou ficar de quatro no colchão. Levantei a bunda. Senti ele abrir minhas nádegas com as duas mãos. Meu cu piscava de nervoso. Ele cuspiu direto no buraco, passou o dedo médio ali, circulando, pressionando devagar até a primeira falange entrar. Eu soltei um “ai” apertado.
“Tá apertado pra caralho…” ele murmurou.

Cuspiu mais. Agora dois dedos. Abriu um pouco, mexeu, procurou o ponto. Quando achou, eu arqueei as costas e soltei um gemido alto demais. Ele riu baixo.
“Gostou, né, safado?”

Tirou os dedos, se posicionou atrás de mim. Senti a cabeça grossa encostando, quente, escorregadia de saliva e do pré-gozo dele. Ele segurou meu quadril com força.

“Respira fundo. Vou entrar.”

Empurrou. A cabeça passou com um estalo dolorido. Eu mordi o lençol pra não gritar. Ele parou. Só a cabeça dentro. Meu cu queimava, pulsava em volta dele.
“Tá doendo?” ele perguntou, voz tremendo de tesão.
“Um pouco… continua.”

Ele foi empurrando devagar. Centímetro por centímetro. Quando chegou no meio eu achei que ia rasgar. Mas aí ele passou do anel e deslizou mais fácil. Sentir ele todo dentro de mim foi uma mistura louca de dor, pressão e prazer. O pau dele encostava em lugares que eu nem sabia que existiam.

Ele começou a mexer. Devagar no começo, depois mais rápido. O barulho da pele batendo na minha bunda ecoava no quartinho. Ele gemia rouco, chamava eu de “putinha”, de “gostoso”, de “minha”. Eu só conseguia gemer e empinar mais a bunda pra ele entrar fundo.
Em algum momento a dor virou prazer puro. Cada estocada acertava aquele ponto e eu sentia meu pau pingando no lençol sem nem encostar a mão. Ele segurou meu pescoço com uma mão, me puxou pra trás, me fez arquear mais.
“Tô quase… quer que eu goze dentro?”
“Quero… por favor…”

Ele acelerou, os gemidos dele ficaram mais curtos, mais desesperados. De repente ele travou, enterrou tudo e eu senti o pau dele pulsar forte dentro de mim. Jatos quentes me enchendo. Ele grunhiu alto, apertou minha cintura com tanta força que deixou marca.
Quando terminou, ficou parado uns segundos, respirando pesado, ainda duro dentro de mim. Depois saiu devagar. Senti o sêmen dele escorrendo pela minha bunda, quente, grosso, pingando na coxa.

Caímos de lado no colchão, suados, ofegantes. Ele me puxou pro peito dele. Ficamos quietos um tempo, só ouvindo a chuva batendo na janela gradeada.
“Foi bom?” ele perguntou baixinho.
“Foi foda…” respondi, ainda sentindo o cu latejar.

Ele riu, me deu um beijo desajeitado na boca.

Depois daquele dia a gente continuou se encontrando toda vez que tinhamos oportunidade. Nunca contei pra ninguém. Mas toda vez que passo em frente àquele prédio velho ainda sinto o cheiro de mofo misturado com o cheiro dele, e meu corpo reage antes da cabeça lembrar por quê.

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253114 - Acampando com os amigos - Categoria: Gays - Votos: 11

Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha primeira vez foi com um amigo do prédio

Codigo do conto:
253116

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
25/01/2026

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