— Cara, a casa de praia da família tá vazia a semana inteira. Minhas irmãs já voltaram pra São Paulo. Pega a chave com a portaria e vai.
Eu agradeci meu amigo Tiago, peguei o ônibus na rodoviária Tietê na sexta umas 14 horas, e cheguei em Guaecá, no litoral norte de sp no fim da tarde.
A casa era exatamente como eu lembrava das poucas vezes que tinha ido com ele: térrea, com uma sala com portas de vidro que dava na ampla varanda com rede, chuveirão externo e churrasqueira. Na frente um gramado que dava direto na rua interna do condomínio fechado. Haviam casas do lado, na frente, e o poder aquisitivo não era baixo.
Me ajeitei em um quarto, abasteci a geladeira, com comidas, bebidas e minha inseparável garrafa de vodka, gelo, limão e açúcar. Perfeito.
Foi quando decidi fuçar a casa.
No quarto da Laura — a irmã mais velha do Tiago, ela tinha uns 29 anos na época, tinha um armário semi-aberto. Dentro, numa gaveta que ninguém se deu ao trabalho de trancar, uma coleção que me fez parar de respirar por uns segundos.
Calcinhas. Muitas. De várias cores, cortes, tecidos. Tinha fio dental de lycra preta brilhante, de renda vermelha quase transparente, biquínis inteiros e separados, vários com estampa floral anos 90, outros lisos e minúsculos.
Me encantei com a descoberta, eu adorava lingerie, usava desde os tempos de moleque as das minhas irmãs, e não demorei a pegar uma calcinha azul-marinho de lycra, corte cavado, forro bem pequeno para experimentar.
O tecido era frio na pele quente. Depois vesti o biquíni que estava por cima: uma calcinha de amarrar lateral, preta com listras brancas finas, e o top triangular quase não cobria nada.
Olhei no espelho de corpo inteiro do quarto dela e não me reconheci de imediato. A barriga lisa, as coxas definidas de quem jogava vôlei na praia, o volume crescendo devagar dentro do tecido apertado. Eu estava bonito.
Puta que pariu, eu estava gostoso. Fui à cozinha daquele jeito preparar uma caipirinha.
Coloquei uma bermuda por cima do biquíni, peguei meu copo e parti em direção a praia.
Poucas pessoas na areia, era sexta, fiquei por ali observando o pessoal, e tomando minha caipirinha, com o tempo o álcool foi subindo e o tesão também. O fim da tarde se aproximava e resolvi voltar para casa.
A mente fervilhava de ideias do que eu poderia fazer com aquelas roupas, e decidi que faria um grande desfile para mim mesmo na sala da casa.
Cheguei e preparei mais uma caipirinha e tirei todas as calcinhas e biquínis da gaveta espalhadas pela cama. Foi um verdadeiro show, eu ia e vinha vestido cada vez mais puta com cada uma daquelas lingeries, imaginando o quanto seria bom ser flagrado por alguém naquela situação. Como nada aconteceria, minha ousadia foi ficando cada vez maior. E a bebedeira também.
Resolvi que sairia até a varanda para sentar na rede, envergonhado e na ponta dos pés fui.
Deitei na rede de lado deixando a calcinha subir ainda mais, abri as pernas só pra sentir o tecido esticar. O tesão era confuso, misturado com vergonha e uma excitação quase infantil de estar fazendo algo proibido.
Sinto que fiquei nessa brincadeira por um bom tempo, mas seria somente a introdução do que viria acontecer.
Confesso que acordei na manhã seguinte, largado na cama, com uma calcinha fio dental enfiada na bunda.
Atordoado ainda pela bebida, demorei um tempo para entender o que estava rolando. Olhei em volta e vi a janela do quarto aberta e o barulho da casa vizinha onde alguém martelava uma parede, a janela não era muito alta, puxei o lençol com medo que alguém me visse daquele jeito.
Levantei lentamente, fui até a sala, por lá a porta de vidro da varanda estava escancarada.
Era sério que eu tinha ido dormir sem fechar nada? E vestido daquele jeito? Não lembrava muito bem do que tinha acontecido. Lembro da parte do desfile eu na varanda, mas e o resto?
Fui até a varanda, devidamente vestido. Sentei na rede e fiquei ali tentando buscar memórias da noite anterior, nada. Será que eu tinha feito algo de errado? Olhei em volta e não vi ninguém, era cedo, olhei no relógio eram 7:30, era muito cedo.
Fui até a cozinha, tomei meia garrafa de água gelada, e voltei pra rede, fiquei ali, pensativo.
Resolvi dar uma volta para ver se clareava as ideias, entrei no gramado e fui andando quando pude ver no centro do gramado, um copo, fui chegando mais perto, ao lado dele a parte de cima de um bikini, o copo era de vidro, o mesmo que eu estava usando na noite anterior.
Na hora meu senti um arrepio na espinha. Não era possível, eu tinha deixado o copo e o bikini ali??? Olhei pros lados, ninguém, rapidamente recolhi tudo e corri pra casa.
Não sabia o que pensar, será que eu tinha saído de casa vestido de bikini? Será que alguém tinha me visto? Será que fiz algo a mais? Eram dezenas de perguntas bombardeando minha mente.
O fato era que eu tinha saído.
Tinha andado no gramado central.
Provavelmente só de biquíni.
Talvez de calcinha.
Talvez de top e calcinha.
Talvez… sem nada em cima.
Passei o resto da manhã tentando lembrar. Forcei a memória como quem tenta recuperar um sonho.
Tomei um banho gelado, vesti uma bermuda e uma regata larga, fiz café forte e fiquei sentado na varanda olhando o gramado como se ele pudesse me devolver as imagens que faltavam.
Foi quando me dei conta que podia ser pior.
Era 2007, a tecnologia estava em franco desenvolvimento, mas celulares, tablets, câmeras ainda não estavam em todos os lugares como hoje.
Foi quando parei e pude observar que a casa ao lado da minha tinha câmera de vigilância.
Mais uma vez meu corpo gelou.
Pior que alguém ter me visto era uma câmera ter gravado algo!
Bateu um certo desespero, comecei a olhar em volta e reparei que não era apenas aquela casa, várias delas tinham câmera, fui até o gramado, e constatei que realmente poucas delas não tinham.
Nesse momento apareceram dois surfistas, com pranchas debaixo do braço saindo da casa vizinha, fiquei por alguns segundos imóvel.
Os dois passaram e me cumprimentaram com um aceno rápido indo em direção a praia, pensei comigo, se a câmera deles me pegou, eles não tinham visto, parecia tudo normal.
Observei que uma moça entrava na casa ao lado da deles, parecia ser a faxineira pelos objetos que carregava. Comecei a perceber que haveria um grande movimento no final de semana.
Entrei em parafuso. Corri para dentro de casa. E agora? O que fazer? Será que alguém me abordaria? O condomínio poderia tomar alguma providência? Com certeza aquilo vazaria e chegaria ao meu amigo dono da casa.
Pensei em fazer a mala e ir embora. Comecei a guardar as coisas, meu corpo fervia de nervoso, recolhi todas as calcinhas e coloquei de volta na gaveta.
Andava de um lado pro outro como uma barata tonta, eu precisava fugir dali, mas ao mesmo tempo me batia uma sensação de covardia, pq me esconder?
Eu adorava me sentir naquela situação de exposição, me dei conta que meu pau babava, no fundo aquilo tudo estava me dando mais tesão ainda.
Comecei a pensar que aquilo não era o fim do mundo, ok eu poderia ser exposto, mas vamos lá qual a chance disso acontecer?
As ideias começaram a passar do medo de ser descoberto para o desejo de ter sido visto.
Resolvi que não iria embora! Desfiz minha mala, respirei fundo e decidi viver o que teria que viver.
Voltei a gaveta e escolhi a menor calcinha que tinha lá, de renda, branca, coloquei com dificuldade, botei uma bermuda por cima, e resolvi que iria dar um mergulho para lavar a alma, botei uma camiseta, peguei meu chinelo, uma toalha e quando estava saindo dei de cara com um casal saindo da casa em frente a minha, um homem de uns 45 anos e uma mulher mais nova de uns 30 a 35 anos. Por sinal ela era bem gostosa!
Ele me cumprimentou na maior normalidade da terra e ela disse bom dia e seguiram para praia. Esperei uns minutos e nessa hora alguns meninos saiam da casa vizinha da deles, eram uns 5, deviam ter entre 16 e 20 anos, molecada, com uma bola entre eles falavam alto e passavam por mim sem me notar.
Segui atrás sentindo a calcinha entrando na bunda a cada rebolada. Cerca de duas casas pra frente, encontrei um casal de idosos tomando café na varanda, cumprimentei com um aceno de cabeça envergonhado, também não me parecia que tinham visto algo na noite anterior.
Cheguei à praia, arranquei a camiseta, e corri pra água de calcinha e bermuda. Os surfistas já estavam distantes, na praia, apenas uma ou outra pessoa correndo, os meninos jogavam bola, o casal estava embaixo de um guarda sol, tudo normal.
Tranquilo, mergulhei como um peixe, nadei até o fundo, dei uma olhada em volta, e tirei a bermuda, fiquei só de calcinha com a bermuda na mão, e nadei como uma sereia.
Fiquei ali um bom tempo, estava entregue. O tesão tinha tomado conta do corpo, botei a bermuda, saí da água e fiquei tomando sol pensando nas possibilidades. A moça do casal levantou e caminhou até a água, ela tinha uma bunca maravilhosa, não conseguia tirar o olho e fiquei comparando o bikini dela com o calcinha que eu estava usando.
Quando dei por mim, o rapaz me encarava, como se tivesse percebido que eu comia a mulher dele com os olhos, corei, ele deu uma pequena risada como quem não se importasse com minha olhada.
Foi quando ele levantou e veio na minha direção. Gelei.
“Olá, beleza? Você é o vizinho lá da frente, tá faltando água na sua casa?”
Não esperava aquela abordagem, estava tão focado no meu tesão que aquela questão da água caiu como um balde gelado.
“oi, não… Tá normal…” Respondi…
“Lá em casa, nada, não sei se é da rua, ou se é algum problema na caixa…”, a garota vinha se aproximando.
“Quando tem muita gente costuma faltar água, mas acho que não é o caso, comentei…”
“Pior que não sei o que fazer, com quem falar, estamos sem poder tomar banho…”
Ela completou, “e é estranho pq até ontem a noite tinha água, hoje de manhã já não tinha mais…”
Fiquei intrigado com aquilo, ele estava com alguma intenção, ou somente com um problema mesmo e pegou o primeiro que tinha pela frente para descobrir se a questão era geral? Tentei ser solícito…
“Vocês já tentaram falar lá na portaria do condomínio?“
“Não… - disse ela, como se a ideia fosse a mais extraordinária do planeta. “
Ele se antecipou, é vou até lá tentar descobrir algo…
Ele simplesmente saiu e deixou ela ali, ela sorriu e foi sentar na cadeira embaixo do guarda sol. Fiquei ali com uma sensação de que algo não batia… Esperei mais uns 5 minutos e voltei pra casa, deixando ela lá estatelada no sol.
Voltando pelo gramado encontro ele vindo em minha direção.
“E aí descobriu algo?”
“O rapaz me disse que essa casa costuma ter esse problema, é ar no cano, nós alugamos do Airbnb… Disse pra deixar as torneiras abertas que o ar sai e a água aparece…”
“Ahh que bom, completei…”
“Só não sei como vamos tomar banho…” ele insistiu…
Senti que era minha vez de oferecer, tava meio na cara que aquilo era um pedido.
“Então se vocês quiserem podem tomar banho lá em casa, eu estou sozinho mesmo.”
Claro que eu já estava com segundas intenções, a mina do cara era uma delícia, ele me parecia bem interessante também, vai que né…
“Poxa cara, sério? Não vai dar trabalho?”
“Claro que não, fica à vontade, é só chegar…”
“Ele agradeceu, disse que aparecia mais tarde e foi saindo, mas antes voltou e completou…”
“Ahhh, eu vi viu, e deu um sorriso de orelha a orelha…”
Demorei pra entender, alguns segundos se passaram…
Fiquei vermelho na hora. Não sabia o que dizer, ele completou…
“Não precisa dizer nada, eu gostei, mais tarde apareço pro banho…” e saiu andando…
Voltei pra casa, tremendo, o cara tinha me visto na outra noite, o que será que ele viu era minha dúvida agora, o fato é que ele estava claramente querendo algo, tava na cara que ele era o tipo de macho, bi, que gosta de uma sacanagem., mas que tipo de situação ele estava tramando?
Meu tesão que já era alto foi no teto, passei a imaginar o que poderia acontecer.
Tomei uma ducha, e coloquei uma nova calcinha, agora amarela, bem chamativa. Fiquei andando em casa só com ela, almocei, organizei a casa, passava pela porta de vidro da sala sem maiores preocupações.
Resolvi deitar na cama de casal dos pais do meu amigo, ainda não tinha nem entrado naquele quarto, mas já me imaginava deitado na cama com aquele macho gostoso que me desejava.
Foi quando abri a gaveta do criado mudo e entre um monte de coisas de mulher fui surpreendido por um vibrador de borracha. Só podia ser da mãe do meu amigo, e era óbvio que eu ia ter que testar.
Roxo escuro, formato bem realista, uns 18 cm, bem usado nas bordas de silicone.
Abaixei a cacinha até o meio da coxa e me deitei na cama. Primeiro só esfreguei a cabeça na entrada, sentindo o anel apertar e ceder devagar. Quando enfiei a metade, soltei um gemido baixo que ecoou no quarto vazio. Era grosso na medida certa, estava gostoso.
Comecei a bombar devagar, imaginando que era alguém me comendo ali mesmo, aumentei o ritmo, o barulhinho molhado misturado com minha respiração pesada.
Foi quando ouvi um barulho na porta da varanda.
Guardei tudo correndo e voltei pra sala com cara de quem só tava lendo mensagem no celular. Do lado de fora da porta estava o casal. Abri a porta e ele logo perguntou.
“Aquele banho ainda está de pé?”
“Claro respondi, entrem, fiquem a vontade…”
Ele entrou sem cerimônia, ela estava mais receosa e pediu licença ao entrar na sala.
Apontei o banheiro e disse que podia ficar à vontade, os dois entraram no banheiro e eu fiquei do lado de fora imaginando o que podia estar rolando lá dentro.
Não deu 5 minutos ele saiu, pelado, enrolado na toalha.
“Cara que chuveiro bom, a Amanda adorou…”
Nisso ele deixou a toalha cair e ficou totalmente pelado, com o pau levemente duro, fiquei paralisado, olhando fixamente para aquela obra de arte.
Ele pegou o pau na mão e balançou pra mim.
“Gosta né? Quer?”
Respondi com a cabeça sinalizando que sim, mas não me mexi do lugar.
“Vem chupar, vem…”
Não sabia o que fazer, a namorada dele estava no banho, mas eu podia ouvir o som do chuveiro e a água caindo, me aproximei e peguei naquele pau que ficou duro na hora.
“Eu sabia, vi seu showzinho no gramado ontem a noite, de bikini, de quatro, rebolando, corajoso você hein..”
Enquanto ele falava eu chupava.
“Você vai vestir uma biquini pra mim? Eu quero ver você bem puta, mostrando tudo que sabe fazer, vai chupa, gostosa…”
Ele foi ligeiro, baixou minha bermuda e teve uma surpresa.
“Não acredito, você já está de calcinha? Que putinha! “
O chuveiro desligou, eu corri subir a bermuda e me afastar dele, fui para cozinha. Fiquei lá por alguns minutos e logo ele anunciou da sala,
“Alan, estamos indo, obrigado.”
Fui até a sala, Amanda já estava de vestidinho de praia e agradeceu sem ter ideia do que havia acontecido. Os dois saíram. Eu fiquei ali, com aquele gosto de pau na boca sem saber direito o que tinha rolado. Fiquei com vontade, queria mamar mais naquela rola, nem deu pro começo.
Fiquei pensando no que ele falou que fiquei de quatro no gramado rebolando, minha adrenalina estava no topo, fui preparar uma caipirinha para aliviar um pouco a tensão, bebi um pouco e resolvi voltar para o quarto para brincar com o vibrador.
Fiquei um bom tempo nessa brincadeira, pensava no pau do meu novo amigo, e na sensação de saber que a namorada deles estava no banheiro enquanto eu chupava, ele era muito cara de pau e eu tinha certeza que aquela história não acabaria ali.
O tempo passou, fiquei bebendo, mas com moderação devido aos acontecimentos da noite anterior, estava ansioso, já tinha trocado de calcinha umas 6x, resolvi deitar a rede e observar a noite. Estava bem quente. Deitei e acabei pegando no sono.
Acordei cerca de uns 30 minutos depois com alguém me chamando.
“Ei Alan… Acorda…”
Abri o olho e dei de cara com ele, Renato, levantei rapidamente assustado, ele me tranquilizou.
“Calma, sou eu, e estou sozinho…Ainda tá de calcinha?”
Olhei em volta e pude constatar que só estávamos nós dois, levantei em direção a sala e ele veio atrás, não pensei mais em nada, fui tirando a bermuda e mostrando a calcinha que eu vestia, uma calcinha fio dental vermelha, daquelas que mal cobrem o essencial, com um laço na frente que implorava para ser desfeito. O tecido fino roçava na minha pele sensível, me fazendo arrepiar só de imaginar os olhos dele em mim.
Ele me olhou de cima a baixo, um sorriso malicioso se formando.
"Cara, você tá uma delícia", disse ele.
Seus dedos roçaram a frente da calcinha, traçando o contorno do meu pau endurecido. Eu gemi baixinho, arqueando as costas para me exibir mais.
"Gosta? Eu vesti pra você", sussurrei, me virando de lado no sofá para mostrar a parte de trás.
Levantei uma perna, abrindo um pouco, deixando que ele visse como o fio dental se afundava entre as minhas nádegas redondas e firmes. Ele passou a mão ali, apertando devagar, os dedos explorando a pele macia.
"Você é uma putinha mesmo, né?", disse ele, rindo baixo, e eu assenti, sentindo um arrepio de prazer com as palavras.
Não demorou para as coisas escalarem. Eu me ajoelhei no chão entre as pernas dele, ainda com a calcinha, seu pau saltou para fora, já duro como pedra, grosso e veioso, com a cabeça rosada brilhando de pré-gozo.
Tinha uns 20 centímetros de pura tentação, curvando levemente para cima. Eu lambi os lábios, sentindo a saliva se acumular na boca.
"Quero chupar você todo", disse eu, inclinando-me para frente.
Comecei devagar, beijando a base do pau dele, sentindo o cheiro almiscarado de homem que me enlouquecia. Minha língua traçou as veias pulsantes, subindo devagar até a cabeça. Eu circulei a glande com a ponta da língua, lambendo o pré-gozo salgado que escorria, saboreando cada gota. Renato gemeu, enfiando os dedos no meu cabelo, guiando minha cabeça.
"Vai, chupa gostoso", incentivou ele.
Eu abri a boca e engoli a cabeça, sugando devagar, sentindo o pau inchar na minha boca.
Desci mais, forçando a garganta para me acomodar mais dele, sentindo as paredes da minha boca se esticarem ao redor da grossura. Eu subia e descia ritmicamente, babando no pau inteiro, deixando-o escorregadio e brilhante. Com uma mão, eu massageava as bolas dele, pesadas e cheias, rolando-as entre os dedos enquanto chupava mais fundo. O som de sucção ecoava na sala, misturado aos gemidos dele. Eu olhava para cima, vendo o prazer no rosto dele, e isso me excitava mais – meu pau latejava na calcinha, vazando um pouquinho, molhando o tecido.
Depois de uns minutos chupando como uma vadia faminta, eu parei, limpando a boca com as costas da mão.
"Quer mais?", perguntei, me levantando e me virando de costas para ele. Eu me curvei para frente, empinando a bunda, e puxei o fio dental para o lado, expondo meu cuzinho apertado e depilado.
"Olha só pra isso", disse eu, balançando os quadris devagar, me exibindo como uma stripper. Renato grunhiu, estendendo a mão para apertar minhas nádegas, abrindo-as para ver melhor. Seus dedos circularam o anel rosado, pressionando levemente, me fazendo gemer.
"Você é um tesão, porra", disse ele.
Mas eu queria variar.
"Espera aí", falei, correndo para o quarto. Voltei com outra calcinha – uma preta, ainda mais fina, com rendas transparentes que não cobriam nada.
Tirei a vermelha devagar, na frente dele, dobrando-me para que ele visse tudo. Meu pau saltou livre, duro e latejante, mas eu o ignorei, vestindo a preta devagar, ajustando o fio entre as nádegas.
"Gosta dessa?", perguntei, girando para mostrar. Ele assentiu, o pau dele pulsando no ar.
Eu me sentei no colo dele, de costas, sentindo o pau roçar na calcinha nova. Comecei a rebolar devagar, esfregando minha bunda no pau dele, sentindo a grossura pressionar contra o tecido fino.
"Me fode assim", pedi, puxando a calcinha para o lado.
Renato não hesitou. Ele cuspiu na mão, lubrificando o pau, e posicionou a cabeça no meu cuzinho. Eu desci devagar, sentindo a pressão inicial, o anel se abrindo aos poucos para acomodar a grossura. Doeu um pouco no começo, mas o prazer veio em ondas – centímetro por centímetro, eu sentei no pau dele, engolindo tudo até sentir suas bolas contra a minha bunda.
"Ah, caralho, que apertado", gemeu ele, segurando minha cintura.
Eu comecei a cavalgar devagar, subindo e descendo, sentindo o pau deslizar para dentro e para fora, roçando em todos os pontos sensíveis. Meu pau balançava no ar, batendo na minha barriga a cada movimento, e a calcinha preta ainda no lugar, roçando na base do pau dele.
Eu rebolava em círculos, gemendo alto, me sentindo preenchido como nunca.
"Me come forte", pedi, acelerando o ritmo, batendo a bunda nas coxas dele com estalos altos.
Depois de cavalgar por um bom tempo, suando e ofegante, eu parei e me levantei. "
Agora de quatro", disse eu, me posicionando no sofá, empinando a bunda para ele.
Tirei a calcinha preta completamente, jogando-a no chão, e abri as pernas, expondo tudo – cuzinho piscando, pau duro pendurado entre as pernas. Renato se ajoelhou atrás de mim, admirando a vista. Ele passou a língua no meu cuzinho, lambendo devagar, circulando o anel e enfiando a ponta para dentro, me fazendo tremer.
"Que delícia", murmurou ele, antes de posicionar o pau de novo.
Ele entrou de uma vez, fundo, me fazendo gritar de prazer. Suas mãos agarraram minhas nádegas, abrindo-as enquanto metia com força, o pau piscando para dentro e para fora em um ritmo alucinante. Cada estocada batia no meu próstata, enviando ondas de êxtase pelo meu corpo. Eu empurrava para trás, encontrando os movimentos dele, sentindo as bolas dele batendo nas minhas.
"Me fode como uma puta", gemi, e ele obedeceu, acelerando, o suor pingando das costas dele nas minhas. Eu me exibia mais, virando a cabeça para olhar para ele, mordendo o lábio, gemendo nomes sujos.
"Seu pau é perfeito, me arromba todo".
Mudamos de posição de novo – eu deitei de costas no sofá, pernas abertas no ar, segurando os joelhos para expor tudo. Renato se posicionou entre elas, enfiando o pau de novo, metendo devagar agora, inclinando-se para beijar meu pescoço enquanto fodia.
Eu troquei de calcinha mais uma vez, pegando uma branca que estava no chão, vestindo-a por cima enquanto ele metia, o tecido se molhando com o pré-gozo dele. Era um show de putaria total – eu me tocava por cima da calcinha, sentindo meu pau latejar, enquanto ele me comia sem piedade.
Fomos assim por um bom tempo, ou pelo menos pareceu, trocando posições, calcinhas, toques e lambidas. Eu chupei ele de novo, lambendo as bolas enquanto me masturbava devagar, sentindo o clímax se aproximar mas me contendo.
Ele me comeu de lado, de pé contra a parede, me exibindo no espelho para que eu visse como uma vadia eu era. Detalhes sórdidos se acumulavam: o som molhado do pau entrando, o cheiro de sexo no ar, o suor escorrendo, os gemidos ecoando.
Finalmente, quando não aguentávamos mais, eu me ajoelhei na frente dele de novo, chupando vorazmente enquanto me tocava. Renato gemeu alto, enfiando o pau na minha garganta.
"Vou gozar", avisou ele, e eu suguei mais forte.
Ele explodiu na minha boca, jatos quentes e grossos de porra enchendo minha garganta, escorrendo pelos cantos da boca enquanto eu engolia o máximo que podia. O gosto salgado me levou ao limite – eu gozei na mesma hora, sem nem tocar mais, o esperma jorrando no chão em pulsos intensos, meu corpo tremendo de prazer absoluto. Ficamos ali, ofegantes, o clímax nos deixando exaustos e satisfeitos.
Ele levantou e disse.
“Preciso voltar antes que a Amanda perceba que sai…”
“Espera, antes me conta, na noite anterior eu bebi demais e não lembro de ter ido lá pra fora, nem do que fiz, estou morrendo de medo de ter feito algo que possa me prejudicar.”
Ele riu.
“Você não lembra? Não esquenta vou te mandar um vídeo com cada detalhe… rsrsrs” E saiu…
Essa história termina por aqui, um dia conto quando esse vídeo caiu na internet…
Quer me ver de calcinha é só entrar em Xhamster Gay e procurar por Alan Long.