Foi numa dessas noites quentes de janeiro que tudo mudou.
Eu estava de quatro na cama, só com uma calcinha preta de renda vermelha, rebolando devagar enquanto passava a mão entre as pernas, imaginando um homem forte me pegando. Não ouvi a porta ranger. Só senti o ar quente da noite entrar no quarto e, quando virei o rosto, lá estava ele: o peão Rodrigo, camisa aberta, chapéu na mão, me olhando com os olhos arregalados.
— Caralho… — murmurou ele, a voz rouca.
Fiquei paralisado, de quatro, bunda empinada, calcinha enfiada entre as nádegas. Meu rosto queimava de vergonha, mas meu pau pulsava dentro do tecido fino.
Rodrigo fechou a porta devagar, passou o trinco e deu dois passos para dentro do quarto. Sem dizer nada, abriu o cinto, baixou a calça e tirou aquele pau grosso, moreno, já meio duro. Era grande, veioso, com a cabeça inchada brilhando.
— Eu sempre soube que você era diferente — disse ele, passando a mão no pau devagar. — Adoro calcinha pra caralho. E você fica uma delícia nessa.
Ele se aproximou, segurou minha nuca com firmeza e encostou o pau na minha boca.
— Chupa, Alan.
Eu abri os lábios e engoli ele com vontade. O gosto salgado, o cheiro forte de homem que trabalhou o dia todo me deixaram louco. Chupei com fome, babando, descendo o mais fundo que conseguia enquanto ele gemia baixo, segurando minha cabeça. Ele me fodeu a boca por uns bons minutos, depois me virou de quatro novamente.
— Olha essa bundinha… toda marcada pela calcinha. Porra, vou te comer gostoso.
Ele puxou a calcinha pro lado, cuspiu no buraco e empurrou devagar. Eu gemi alto quando senti ele entrando, abrindo meu cu. Rodrigo era grosso, mas eu queria tudo. Ele segurou meus quadris e meteu fundo, forte, batendo aquelas bolas pesadas contra mim. A cama rangia, eu mordia o travesseiro, mas pedia mais.
Ele me comeu de quatro, de lado, de frente com minhas pernas no ombro dele. Tirou a calcinha e gozou na minha barriga primeiro, depois me virou e gozou de novo dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente enquanto eu gozava sem nem tocar no pau, só com ele me arrombando.
Quando terminamos, suados e ofegantes, ele me beijou no pescoço e sussurrou:
— Isso fica entre nós, garoto. Segredo nosso.
Eu sorri, ainda sentindo o cu latejando.
No verão seguinte, eu voltei para a fazenda com o coração acelerado. Na primeira noite, bateram na minha janela. Não era só o Rodrigo. Eram três peões: Rodrigo, o alto e tatuado Marcelo, e o moreno forte chamado João.
Rodrigo sorriu, já com o pau duro na calça.
— Contei pra eles, Alan. Eles queriam ver a putinha de calcinha que adora levar rola.
Não precisei falar nada. Eles entraram, trancaram a porta e me fizeram tirar a roupa até ficar só de calcinha rosa bebê. Os três paus duros me cercaram. Chupei um enquanto outro me comia, revezando na minha boca e no meu cu a noite inteira. Gozei várias vezes, fui enchido de porra por todos os lados, engoli, levei na cara, na bunda. Eles me usaram como uma vadiazinha até o sol raiar.
Daquela vez em diante, quase toda noite tinha alguém batendo na minha porta. E eu, de calcinha nova, esperava ansioso por eles.