O pintor me deu uma pintada!

Contratei um pedreiro que um amigo indicou: o seu Marcos, um cara de uns 45 anos, moreno, corpo largo de quem trabalha pesado, braços tatuados e uma voz grave que fazia qualquer um prestar atenção. Ele chegou cedo pra pintar a fachada e as paredes internas do corredor. Eu disse que ia ficar no meu quarto se ele precisa´se de algo era só chamar.

Fui pro quarto, tirei toda a roupa e vesti só uma calcinha preta de renda que eu tinha comprado escondido na internet — daquelas bem femininas, com tiras finas que apertavam minha bunda e deixavam meu pau meio apertado na frente. Olhei no espelho do guarda-roupa e já fiquei duro só de me ver assim. Deitei na cama, abri as pernas e comecei a me tocar devagar por cima do tecido fino. Minha mão deslizava pra cima e pra baixo enquanto eu imaginava um cara forte me pegando daquele jeito.

O quarto tinha uma janela grande que dava pro quintal lateral, onde o seu Marcos tava trabalhando na escada pintando a parede externa. Eu nem pensei que ele podia me ver de lá — a cortina estava entreaberta, e eu tava tão excitado que nem liguei.

Eu gemia baixinho, esfregando o pau por cima da calcinha, a outra mão apertando meus mamilos. Tinha tirado o pau pra fora da renda e batia punheta devagar, o pré-gozo já molhando os dedos. Estava quase gozando quando ouvi um barulho baixo na porta do quarto. Congelei.

A porta abriu devagar e lá estava ele: o seu Marcos, suado da pintura, camisa regata colada no peito largo, short jeans baixo na cintura mostrando o V dos músculos. Seus olhos escuros me percorreram inteiro — eu deitado, pernas abertas, pau duro pra fora da calcinha preta, mão parada no meio do movimento.

— Caralho… — ele murmurou, a voz rouca, sem desviar o olhar.

Meu rosto queimou de vergonha, mas meu pau pulsou ainda mais forte. Tentei cobrir, mas ele deu dois passos pra dentro e fechou a porta atrás de si.

— Fica quietinho aí. Não precisa esconder nada. — Ele sorriu de lado, passando a mão na barba por fazer. — Tô pintando lá fora faz uma hora e vi tudo pela janela. Você se rebolando nessa calcinha… gemendo… batendo essa punhetinha gostosa. Achei que era impressão, mas não. Você é uma putinha, né?

Eu não consegui falar nada. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Mas o jeito como ele me olhava… faminto, sem julgamento… me deixou molhado de tesão.

Ele tirou a camisa devagar, revelando o peito peludo e os músculos definidos do trabalho. Depois abriu o zíper do short e puxou pra baixo junto com a cueca. Meu Deus… o pau dele saltou pra fora como se estivesse preso há dias. Era enorme — uns 22 centímetros fáceis, grosso como meu pulso, veias saltadas, cabeça rosada brilhando de suor e pré-gozo. As bolas pesadas balançavam embaixo, cheias.

— Vem cá — ele mandou, segurando a base e balançando devagar. — Você vai chupar primeiro. Quero ver essa boquinha de puta trabalhando.

Eu me arrastei até a beira da cama, de joelhos, ainda só de calcinha. O cheiro dele era forte — suor, tinta, homem de verdade. Segurei aquele monstro com as duas mãos e abri a boca. A cabeça mal cabia. Ele segurou meus cabelos com firmeza e empurrou devagar, me fazendo engolir uns 10 centímetros de uma vez. Engasguei, lágrimas nos olhos, mas ele não parou.

— Isso… relaxa a garganta, garoto. Você consegue. Olha pra mim enquanto chupa.

Eu olhei pra cima, olhos molhados, e comecei a chupar com vontade. Lambia a cabeça, passava a língua nas veias grossas, descia até as bolas e chupava uma de cada vez. Ele gemia grave, segurando minha cabeça e fodendo minha boca devagar no começo, depois mais rápido. Saliva escorria pelo meu queixo, pingava na calcinha. Meu pau latejava dentro da renda, vazando sem parar.

— Porra, que boca gulosa… — ele rosnou depois de uns minutos. — Agora vira de quatro. Quero comer essa bundinha que você tava mostrando pela janela.

Tirei a calcinha tremendo de tesão e fiquei de quatro na cama, bunda empinada. Ele cuspiu na mão, passou no meu cu e no próprio pau. Senti a cabeça grossa pressionando minha entrada. Doeu no começo — ele era muito grande —, mas ele foi devagar, segurando meus quadris, entrando centímetro por centímetro até as bolas encostarem na minha bunda.

— Caralho… que cu apertado… — ele gemeu. — Tá gostando, putinha? Fala.
— Tô… tô amando… — respondi ofegante. — Me fode, por favor…

Ele começou a meter forte. Cada estocada fazia meu corpo inteiro tremer. O pau dele batia fundo, acertando minha próstata toda vez, me fazendo gemer alto como uma vadia. O barulho de pele contra pele enchia o quarto, junto com meus gemidos e os grunhidos dele. Ele segurava meus cabelos com uma mão, a outra dava tapas na minha bunda, deixando marca vermelha.

— Rebola pra mim… isso… assim… — ele mandava, e eu rebolava no pau dele como se minha vida dependesse disso.

Mudei de posição várias vezes. Ele me colocou de lado, uma perna pra cima, metendo mais fundo ainda. Depois me deitou de costas, levantou minhas pernas nos ombros e me fodeu olhando nos meus olhos. Eu via o suor escorrendo no peito dele, os músculos dos braços tensionados, o pau entrando e saindo brilhando do meu cu.

Eu gozei primeiro — sem nem tocar no pau, só da pressão na próstata. Jatos grossos bateram na minha barriga, no peito, na cara. Ele sorriu safado e acelerou.

— Agora eu… toma leitinho quente, garoto…

Ele puxou o pau pra fora no último segundo, subiu na cama e gozou na minha boca aberta. Porra grossa, quente, muito. Engoli o que deu, o resto escorreu pelo meu queixo e pescoço. Ele ainda esfregou a cabeça na minha língua pra limpar.

Depois, ele se deitou ao meu lado, ofegante, e passou a mão na minha bunda ainda latejando.

— Amanhã eu volto pra terminar a pintura… e volto pra terminar de comer você também. Entendeu?

Eu só sorri, ainda tonto de prazer, o cu pulsando, o gosto dele na boca.

— Pode voltar quando quiser, seu Marcos. Eu vou estar de calcinha esperando.

E foi assim que o pedreiro que veio pintar a casa acabou me pintando por dentro… e eu adorei cada segundo.

Se queiser me ver de calcinhar é só entrar no xhamster gay e procurar por Alan Long.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


256501 - Levei de goleada no Futebol - Categoria: Gays - Votos: 12
256212 - O cabo do técnico de TV - Categoria: Gays - Votos: 12
256010 - O pau de 23 cm! - Categoria: Gays - Votos: 7
255820 - O vestiário depois da piscina - Categoria: Gays - Votos: 10
255783 - Pego de calcinha pelo vizinho - Categoria: Gays - Votos: 6
254584 - Depois de chupar no bloco, encontrei meu vizinho Ricardo - Categoria: Gays - Votos: 9
254502 - No bloco de carnaval, chupei - Categoria: Gays - Votos: 5
254430 - No banheiro do bar - Categoria: Gays - Votos: 8
254354 - O Flagra da minha namorada - Categoria: Gays - Votos: 9
254339 - Na sauna em Amsterdan - Categoria: Gays - Votos: 2
254338 - Pedi uma pizza, levei uma rola! - Categoria: Gays - Votos: 21
254293 - Flagrado no Sítio - Categoria: Gays - Votos: 16
254187 - O Desafio da Calcinha Cor-de-Rosa - Categoria: Gays - Votos: 5
254186 - O banho que mudou tudo - Categoria: Gays - Votos: 7
254184 - Dei pro irmão da minha namorada - Categoria: Gays - Votos: 15
254079 - Fui Flagrado de Calcinha - Categoria: Gays - Votos: 6
254067 - Gozando na Estrada - Categoria: Gays - Votos: 6
253879 - Na Ilha Deserta Vale Tudo - Categoria: Gays - Votos: 5
253761 - O riozinho da fazenda - Categoria: Gays - Votos: 10
253571 - Chupei Dois ao Mesmo Tempo - Categoria: Gays - Votos: 4
253528 - Meu Segredo Revelado - Categoria: Gays - Votos: 8
253274 - A primeira vez que chupei um pau - Categoria: Gays - Votos: 9
253239 - O Namorado da minha prima me comeu com ela dormindo - Categoria: Gays - Votos: 27
253224 - A primeira Calcinha que Vesti - Categoria: Gays - Votos: 7
253116 - Minha primeira vez foi com um amigo do prédio - Categoria: Gays - Votos: 22
253114 - Acampando com os amigos - Categoria: Gays - Votos: 25

Ficha do conto

Foto Perfil alanlong47
alanlong47

Nome do conto:
O pintor me deu uma pintada!

Codigo do conto:
256680

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
11/03/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0