O vestiário depois da piscina

Era uma tarde de quinta-feira abafada e eu tinha nadado por quase uma hora, mais por hábito do que por vontade, e meu corpo ainda estava quente, os músculos meio moles de tanto braçada.

O clube estava relativamente vazio naquele horário — a maioria das pessoas só aparece depois das seis.

Entrei no vestiário masculino pela porta dos fundos, aquela que quase ninguém usa. Tirei a sunga molhada ainda no corredor estreito antes das duchas, deixando-a pendurada no ombro. O ar ali dentro tinha aquele cheiro característico: cloro misturado com suor fresco, sabonete barato e um leve fundo de macho.

Foi quando eu o vi.

Ele estava de costas, debaixo de uma das duchas abertas, água escorrendo pelas costas largas e descendo pela bunda firme. Não era um frequentador que eu conhecia de vista. Ombros redondos, cintura estreita, pernas grossas de quem malha perna com vontade. Cabelo curto preto, nuca marcada pelo sol. Uns 30 e poucos anos, talvez. A pele morena brilhava com a água.

Ele virou de lado pra pegar o sabonete e eu vi de relance: pau grosso, meio pesado, ainda mole mas já com volume considerável balançando entre as coxas. Ele não tinha percebido que eu estava ali — ou fingiu que não.

Passei por ele devagar, entrei na ducha ao lado e abri a água fria. O choque térmico fez meu saco subir e meu pau dar uma pulsada involuntária. Eu não conseguia parar de olhar de canto de olho. Ele ensaboava o peito devagar, os dedos deslizando pelo peitoral definido, descendo pela barriga reta até segurar o pau com a mão cheia de espuma. Não era uma punheta descarada, mas também não era só higiene. Era um movimento lento, quase exibicionista.

Nossos olhares se cruzaram pela primeira vez.

Ele sorriu de lado, daquele jeito que não deixa dúvida. Eu devolvi o sorriso e abaixei o olhar direto pro pau dele, que já não estava mais completamente mole. A cabeça rosada começava a aparecer, a pele se retraindo devagar enquanto ele se lavava.

— Tá gostando da vista? — a voz dele era grave, rouca de quem fuma ou grita muito no trabalho.
— Difícil não gostar — respondi, sem desviar os olhos.

Ele deu uma risada baixa e virou o corpo inteiro pra mim, deixando a água bater nas costas enquanto segurava o pau com mais firmeza, agora meio duro, apontando pra frente.

— Ricardo — disse ele, como se fosse a coisa mais natural do mundo se apresentar pelado e de pau na mão.
— Prazer, Ricardo — respondi, já sentindo a boca encher de saliva.

Não teve mais conversa. Ele deu dois passos pra frente, parou bem na minha frente, a água caindo entre nós dois. O pau dele agora estava quase totalmente duro, grosso, veias saltadas, a cabeça brilhando com água e pré-gozo misturados. Uns 18 cm, talvez mais, e bem encorpado na base.
Eu me ajoelhei devagar, o piso frio de azulejo contra os joelhos. A água quente da ducha dele batia nas minhas costas enquanto eu aproximava o rosto. O cheiro dele me acertou em cheio: sabonete, suor limpo de piscina, pele quente de homem. Cheiro de tesão puro.

Segurei a base com uma mão, sentindo o peso, o calor, as veias pulsando debaixo dos dedos. Ele soltou um suspiro rouco quando minha língua encostou de leve na glande, lambendo só a pontinha onde o líquido transparente escorria. Salgado, quente, viciante.

Abri a boca e engoli devagar, deixando ele deslizar pela língua até encostar no céu da boca. Ricardo gemeu baixo, colocou a mão na minha nuca — não apertando, só segurando, como quem marca território. Comecei a subir e descer, lábios bem fechados, língua pressionando a parte de baixo, sentindo cada veia, cada relevo.

— Caralho… assim, vai… — ele murmurou, voz tremendo um pouco.

Aumentei o ritmo. Agora chupava mais forte, a mão acompanhando o movimento na base, girando de leve enquanto a boca subia até a cabeça e descia quase até a garganta. De vez em quando eu tirava pra respirar, lambia as bolas pesadas, chupava uma de cada vez, sentindo os pelos curtos roçando no meu nariz.

Ele gemia mais alto, quadril começando a se mexer pra frente, fodendo minha boca devagar.
Voltei pro pau, agora babando bastante. A saliva escorria pelo queixo, misturava com a água da ducha. Eu gemia com ele na boca, o som abafado vibrando no caralho dele. Ricardo apertou minha nuca com mais força.

— Vou gozar… porra… vou gozar na tua boca…

Não tirei. Pelo contrário: enfiei até o fundo, nariz encostado na virilha dele, sentindo o cheiro forte de macho excitado. Ele deu dois, três estocadas curtas e fundas, grunhiu alto e começou a jorrar.

O primeiro jato veio quente e grosso direto na garganta. Engoli sem pensar, sentindo o gosto forte, salgado, levemente amargo. Ele continuou gozando, pulsando na minha língua, enchendo minha boca até eu precisar engolir de novo pra não deixar escorrer. Foram uns cinco, seis jatos fortes, depois mais uns menores, trêmulos.

Quando terminou, ele ficou parado um segundo, ofegante, o pau ainda meio duro na minha boca. Tirei devagar, lambendo tudo, limpando a cabeça com a língua enquanto ele tremia.

Ele me puxou pra cima pela nuca, me deu um beijo rápido e sujo, língua invadindo minha boca, sentindo o próprio gosto ali.

— Você é foda… — murmurou contra meus lábios.
— Você também, Ricardo.

Ele riu baixo, desligou a ducha e pegou a toalha. Antes de sair, virou pra mim ainda nu, pau amolecendo mas ainda grosso e brilhando de saliva e água.

— Quinta que vem eu nado no mesmo horário. Te vejo aqui?

Sorri, limpando o canto da boca com o polegar.
— Pode apostar.
Ele piscou, enrolou a toalha na cintura e saiu.

Fiquei ali mais uns minutos, debaixo da água fria, pau duro latejando, boca ainda com o gosto dele, já pensando na próxima quinta.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O vestiário depois da piscina

Codigo do conto:
255820

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
01/03/2026

Quant.de Votos:
4

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