— Essa poltrona tá livre? — perguntou com uma voz grave e um sorriso de canto.
— Tá sim — respondi, abrindo espaço.
Ele se chamava Giovani. Sentou, esticou as pernas longas e logo começamos a conversar. Era fácil falar com ele. Rimos de besteiras, falamos de trabalho, de academia, de viagens. Em menos de vinte minutos já estávamos à vontade, como se fôssemos amigos de longa data. Ele tinha um cheiro bom, mistura de perfume amadeirado com pele quente.
O ônibus apagou as luzes internas depois de uma hora de estrada. Só ficava a luzinha fraca do corredor e o brilho azul das telas de quem ainda via filme. A poltrona do outro lado do corredor estava vazia. Estávamos praticamente sozinhos no fundo.
Giovani virou o rosto pra mim e baixou a voz:
— Cara… você é bem gostoso, sabia?
Eu sorri, sentindo o coração acelerar. Olhei pro volume que já começava a marcar na calça dele e respondi baixinho:
— Você também.
Não precisei de mais convite. Deslizei a mão devagar pela coxa dele até chegar no meio das pernas. Ele estava duro pra caralho. Abri o botão da calça dele com cuidado, desci o zíper bem devagar pra não fazer barulho e tirei o pau pra fora. Era grosso, veias marcadas, cabeça rosada e já babando pré-gozo. Eu lambi os lábios.
Sem dizer nada, me inclinei sobre ele, cobrindo o colo com o casaco que eu tinha no colo. Coloquei a boca nele devagar, sentindo o calor e o gosto salgado. Giovani soltou um suspiro baixo e colocou a mão na minha nuca, guiando suavemente. Eu chupei com calma no começo, enrolando a língua na cabeça, descendo até engolir quase tudo. O pau dele pulsava na minha boca. Ele estava com gosto bom, limpo, com um leve suor masculino que me deixava louco.
Eu mamava devagar, mas com vontade, fazendo movimentos longos, sentindo ele crescer ainda mais dentro da minha garganta. De vez em quando ele apertava minha nuca e empurrava um pouco mais fundo. O risco de alguém olhar pra trás só deixava tudo mais excitante. Meu próprio pau estava duro pra caralho dentro da calça, vazando.
Depois de uns quinze minutos chupando ele ali mesmo na poltrona, Giovani sussurrou rouco:
— Banheiro. Agora.
Nós dois nos levantamos discretamente. Ele foi primeiro, eu fui logo atrás. Entramos no banheiro minúsculo do ônibus, trancamos a porta e mal deu tempo de respirar. Ele me virou de costas, abaixou minha calça e cueca de uma vez só e cuspiu na mão. Senti dois dedos grossos abrindo meu cu, preparando rápido.
— Tá apertado pra porra… — ele gemeu no meu ouvido.
Não demorou. Ele posicionou o pau melado da minha saliva na minha entrada e empurrou devagar, mas firme. Eu mordi o braço pra não gemer alto quando ele entrou inteiro. A ardência inicial deu lugar a um prazer bruto quando ele começou a meter. O ônibus balançava na estrada e ajudava no ritmo. Giovani segurava meus quadris com força e socava fundo, o barulho molhado da pele batendo ecoando baixo no banheiro.
Ele me fodia com vontade, uma mão no meu ombro, a outra apertando minha cintura. Eu rebolava contra ele, sentindo cada centímetro entrando e saindo. O pau dele roçava direto na minha próstata, me fazendo ver estrelas.
— Vou gozar… — ele avisou, a voz rouca.
Ele tirou o pau de dentro de mim rápido, me virou de frente e me empurrou de joelhos no chão sujo do banheiro. Segurou meu cabelo com uma mão e bateu o pau na minha cara com a outra. Dois segundos depois ele explodiu. Jatos grossos e quentes de porra acertaram minha testa, bochecha, lábios e língua. Eu abri a boca, pegando o que conseguia, o gosto forte e salgado dele enchendo minha boca enquanto ele gemia baixo, o corpo tremendo.
Quando terminou, ele passou a cabeça do pau ainda pulsante pelos meus lábios, espalhando o resto do gozo pela minha cara. Eu lambi tudo que consegui, olhando pra ele de baixo.
Giovani sorriu, ainda ofegante, e passou o polegar na minha bochecha suja de porra, levando até minha boca.
— Boa viagem, Alan… — murmurou com um sorriso safado.
Ele saiu, fiquei ali todo gozado, levei um tempo até conseguir me limpar.
Voltei pra poltrona como se nada tivesse acontecido. O resto da viagem eu fiquei com o gosto dele na boca e a cara ainda levemente melada, escondida no escuro.
E com a certeza de que tinha feito uma “amizade” bem interessante.
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