Caminhei pela areia quente até encontrar um lugar mais reservado, perto das pedras. Deitei minha canga e comecei a passar protetor, olhando discretamente ao redor. Tinha vários homens sozinhos ou em casais, todos nus.
Alguns paus grandes, outros semieretos, corpos bronzeados. Meu olhar não conseguia disfarçar.
Foi quando vi três caras juntos, conversando perto da entrada de uma trilha que levava para dentro da mata. Dois eram bem morenos, musculosos, uns 30 e poucos anos. O terceiro era mais alto, pele clara, barba bem feita e um pau grosso que balançava pesado enquanto ria de algo. Eles me olharam. Eu desviei o olhar, mas senti o sangue subir.
Não demorou muito e um deles se aproximou.
— Primeira vez aqui? — perguntou, sorrindo.
— É... sim.
Ele se apresentou como Marcos. Os outros se chamavam Rafael e Lucas. Conversamos um pouco sobre a praia, o mar, e logo a conversa foi ficando mais solta. Eles eram amigos de Recife e vinham sempre. Me convidaram para conhecer uma cachoeira pequena que ficava uns quinze minutos trilha acima. Aceitei.
Enquanto subíamos, eu ia atrás deles. Ver três bundas firmes e paus balançando na minha frente estava me deixando louco. Meu pau já estava meio duro quando chegamos na cachoeira. Era um lugar escondido, com uma queda d’água pequena caindo numa piscina natural de pedra, cercada de vegetação.
— Aqui ninguém incomoda — disse Lucas, o mais alto, piscando pra mim.
Eles entraram na água primeiro. Eu fui logo atrás. A água estava gelada, mas deliciosa. Ficamos conversando, jogando água um no outro. De repente, Rafael, o mais quieto, chegou mais perto de mim e colocou a mão no meu peito.
— Você tá a fim, né? — perguntou baixo.
Eu só consegui balançar a cabeça. Ele desceu a mão devagar até segurar meu pau, que já estava totalmente duro. Marcos e Lucas se aproximaram também. Em segundos eu estava cercado pelos três.
Caí de joelhos na pedra molhada sem que precisassem pedir. Primeiro peguei o pau do Marcos. Era grosso, veioso, com a cabeça rosada. Lambi devagar da base até a ponta, sentindo o gosto salgado da pele. Depois enfiei na boca, chupando com vontade, enquanto ele gemia baixo e segurava minha cabeça.
— Caralho, que boca gulosa — murmurou.
Passei pro Rafael em seguida. O pau dele era mais comprido, batia no fundo da minha garganta. Eu babava inteiro, chupando com fome, fazendo barulho molhado. Lucas não aguentou só olhar: se ajoelhou ao meu lado e enfiou o pau na minha boca junto com o do Rafael. Tentei chupar os dois ao mesmo tempo, língua passando de uma cabeça pra outra, saliva escorrendo pelo queixo.
Eles me viraram de quatro na pedra lisa. Lucas foi o primeiro a me comer. Cuspiu na mão, passou no meu cu e foi enfiando devagar. Eu gemi alto quando senti ele abrindo caminho. Era grosso. Ele segurou minha cintura e começou a meter com força, o barulho da pele molhada ecoando junto com o som da cachoeira.
Enquanto isso, eu chupava o pau do Marcos. Rafael se masturbava vendo a cena, depois trocou de lugar comigo no cu. Ele metia mais fundo, batendo forte. Meu pau pingava pré-gozo na pedra.
— Quer os três, né safado? — perguntou Lucas.
Eu só gemi concordando.
Rafael gozou primeiro dentro de mim, segurando minha cintura com força. Senti o pau dele pulsar e o calor do leite enchendo meu cu. Quando ele tirou, Lucas tomou o lugar de novo, metendo no cu já melado e aberto. Chupava o Marcos ao mesmo tempo, até que ele segurou minha cabeça e gozou na minha boca. Engoli o máximo que pude, o resto escorrendo pelo canto dos lábios.
Lucas me fodeu mais um tempo, depois tirou e gozou nas minhas costas, jatos quentes batendo na pele.
Ficamos um tempo na água, limpando o corpo, rindo da situação. Eles me beijaram, passaram a mão no meu corpo e eu ainda chupei cada um deles mais um pouco antes de descermos a trilha de volta pra praia.
Voltei pra areia com o cu dolorido, o gosto de porra na boca e um sorriso bobo no rosto.
Tambaba definitivamente não seria a última vez.