Encostei na parede do corredor escuro que levia aos banheiros, sentindo o suor escorrer pelo meu peito. Foi quando ele apareceu.
Alto, pele morena, barba bem aparada e um olhar que não fingia. Seus olhos percorreram meu corpo devagar, parando na barra da minha camiseta colada na pele. Sorriu de lado.
— Tá calor demais aqui dentro — disse ele, a voz rouca, baixa.
— Tá — respondi, sentindo o estômago apertar.
Não trocamos nomes. Não precisava. Ele se aproximou, o peito largo roçando no meu. O cheiro dele era uma mistura de suor limpo, perfume caro e desejo puro. Sua mão subiu pela minha cintura, firme, possessiva, e eu deixei. Quando seus dedos apertaram minha bunda por cima da calça jeans, soltei um suspiro involuntário.
— Vem comigo — murmurou no meu ouvido, os lábios roçando minha orelha.
Fomos para o fundo do clube, onde havia uma área mais reservada, quase vazia. Ele me empurrou contra a parede com força controlada, boca faminta encontrando a minha.
O beijo foi bruto, molhado, línguas se enroscando enquanto suas mãos exploravam meu corpo sem vergonha. Senti seu pau duro pressionando contra minha coxa através da calça e meu próprio pau respondeu, latejando.
Ajoelhei ali mesmo, sem pensar duas vezes. Abri o botão da calça dele e puxei o zíper. O pau dele saltou pesado, grosso, a cabeça brilhando de pré-gozo. Olhei para cima, encontrei seu olhar escuro, e engoli ele devagar. O gemido que ele soltou foi grave, animal. Segurei suas coxas firmes enquanto chupava, sentindo a veia pulsando na língua, o gosto salgado enchendo minha boca.
— Porra... que boca boa — grunhiu ele, enfiando os dedos no meu cabelo.
Ele me puxou para cima depois de um tempo, virou-me de frente para a parede e baixou minha calça até os joelhos. Senti o ar frio no cu exposto por um segundo, antes da sua língua quente e molhada me abrir. Gemi alto, empinando o quadril enquanto ele me comia com a boca, lambendo, chupando, enfiando a ponta da língua dentro de mim. Meu pau babava no chão.
Quando ele se levantou, senti a cabeça grossa do pau dele pressionando minha entrada. Cuspiu na mão, lubrificou e empurrou. Devagar no começo, depois mais fundo. A ardência virou prazer cru quando ele me preencheu inteiro. Suas mãos apertaram meus quadris com força enquanto ele começava a meter.
— Isso... toma meu pau — rosnou no meu ouvido, mordendo meu pescoço.
Cada estocada era profunda, ritmada. O som de pele contra pele ecoava baixo. Eu me masturbava no ritmo das suas investidas, o prazer subindo rápido, insuportável. Ele acelerou, gemendo no meu ouvido, o suor dele pingando nas minhas costas.
— Vou gozar... — avisei, a voz falhando.
— Goza pra mim — ordenou.
Gozei forte, jatos quentes acertando a parede enquanto meu cu apertava em volta dele. Segundos depois ele se enterrou até o fundo e gozou dentro de mim, pulsando, enchendo-me com porra quente.
Ficamos ali um tempo, ofegantes, colados. Ele beijou minha nuca com uma suavidade surpreendente antes de sair de dentro de mim.
— Qual é o seu nome? — perguntou finalmente, enquanto eu puxava a calça para cima.
Sorri, ainda sentindo ele escorrendo pelas minhas coxas.
— Agora você quer saber?
Ele riu, baixo e rouco.
— Amanhã eu quero saber o resto.