Pego pela namorada, no chuveiro com o macho!

Eu me chamo Alan e, naquele dia, tudo pegou fogo de um jeito, que nem sei como começar.

Era uma tarde quente de sábado, daqueles dias em que o sol bate forte nas janelas e o ar-condicionado da sala mal dá conta.

Minha namorada, a Júlia, tinha saído cedo para o salão de beleza com as amigas e me mandou uma mensagem dizendo que só voltaria depois das sete.

“Aproveita pra relaxar, amor”, ela escreveu.

Eu ri sozinho, porque “relaxar” era exatamente o que eu ia fazer… mas não do jeito que ela pensava.

Renato, meu melhor amigo desde a faculdade, apareceu umas duas horas depois que ela saiu. A gente se conhecia há anos, daqueles laços que vão além de cerveja e futebol. Ele era alto, pele morena, corpo definido de quem malha todo dia, cabelo curto e escuro, e um sorriso safado que sempre me deixava com o pau meio duro só de olhar.

A gente já tinha trocado uns toques discretos em festas, mas nunca tinha rolado de verdade. Até aquele dia.

— Cara, tá um calor do caralho. Posso tomar um banho aqui? — ele perguntou, tirando a camiseta na sala mesmo, revelando o peito largo, os mamilos escuros e a trilha de pelos que descia até o cós da bermuda.

Meu coração acelerou. Eu senti o pau latejar dentro da cueca.

— Claro, vem. O chuveiro é grande, a gente pode dividir — respondi, tentando soar casual, mas a voz saiu rouca.
Ele ergueu uma sobrancelha, aquele sorriso safado aparecendo.

— Dividir? Tá me convidando pra quê, Alan?

Não respondi com palavras. Só fui na frente, tirando a camiseta e a bermuda no caminho. Entrei no banheiro da suíte, abri o box de vidro e liguei o chuveiro. A água quente começou a cair forte, enchendo o ambiente de vapor.

Renato entrou logo atrás, já pelado. Meu Deus… o pau dele era grosso, meio curvado pra cima, já meio duro, com a cabeça rosada brilhando. As bolas pesadas balançavam enquanto ele se aproximava.

A gente se olhou por um segundo e Renato agarrou minha bunda com as duas mãos, apertando as nádegas firmes, puxando meu corpo contra o dele. Nossos paus se tocaram, duros agora, escorregadios pela água. O dele era maior que o meu, mais grosso, e a fricção me fez soltar um gemido alto.

— Porra, Alan… eu quero te comer faz tempo — ele murmurou no meu ouvido, mordendo o lóbulo.

Eu me ajoelhei ali mesmo, debaixo da água quente. O chão do box era frio em contraste com o vapor. Peguei o pau dele com as duas mãos, sentindo o peso, a veia latejando. Lambi da base até a cabeça, devagar, sentindo o gosto salgado da pele molhada. Renato gemeu, enfiando os dedos no meu cabelo molhado, empurrando devagar.

Eu abri a boca e engoli ele inteiro, até sentir a cabeça bater no fundo da garganta. Chupei com força, girando a língua, babando tudo, enquanto ele fodia minha boca com estocadas curtas e profundas. A água caía na minha cara, misturando com saliva. Eu olhava pra cima, vendo o rosto dele contorcido de prazer, os músculos do abdômen tensionados.

— Levanta, vem — ele ordenou, rouco.

Eu me levantei. Renato me virou de costas contra a parede fria do box. Espalmei as mãos no azulejo, empinando a bunda. Ele pegou o sabonete líquido, ensaboou as mãos e passou devagar entre minhas nádegas, um dedo circulando meu cu, pressionando. Eu gemi alto quando ele enfiou o dedo médio, depois dois, abrindo devagar, curvando pra achar o ponto certo. Meu pau batia contra a barriga, duro pra caralho, pingando pré-gozo.

— Tá pronto pra mim? — ele perguntou, mordendo meu ombro.
— Me fode, Renato. Agora.

Ele tirou os dedos e eu senti a cabeça grossa do pau dele pressionando. Ele empurrou devagar, centímetro por centímetro. Doeu um pouco no começo, mas a água e o sabão ajudaram. Quando ele entrou inteiro, eu soltei um grito abafado de prazer. Ele era grande, me enchia completamente. Renato começou a meter devagar, depois mais forte, as bolas batendo contra as minhas. O barulho molhado da foda ecoava no banheiro: ploc ploc ploc misturado com nossos gemidos.

Ele segurava meus quadris com força, uma mão descendo pra masturbar meu pau no ritmo das estocadas.

— Porra, seu cu é tão apertado… tão gostoso — ele grunhia no meu ouvido, mordendo minha nuca.

Eu empinava mais, pedindo mais forte. A água quente escorria pelos nossos corpos, o vapor deixando tudo enevoado. Meu pau pulsava na mão dele, eu estava perto. Renato acelerou, metendo fundo, batendo no próstata toda vez. Eu sentia as bolas dele se contraindo.

Foi aí que a porta do banheiro abriu.

Júlia estava parada na entrada, a bolsa ainda no ombro, o cabelo recém-feito caindo nos ombros. Ela congelou. Os olhos dela se arregalaram quando viram a cena: eu, Alan, empinado contra a parede, sendo fodido pelo pau grosso do Renato, gemendo como uma puta enquanto ele metia sem parar.

— Alan…? — a voz dela saiu baixa, quase um sussurro, mas cheia de choque.

Renato parou no meio da estocada, ainda enterrado até o talo dentro de mim. Meu pau latejava na mão dele, a cabeça vermelha brilhando. A água continuava caindo, mas o silêncio que veio depois foi ensurdecedor. Eu virei o rosto devagar, ainda ofegante, o cu piscando em volta do pau dele.

Júlia ficou parada ali por uns três segundos que pareceram uma eternidade. Seus olhos percorreram a cena toda: eu empinado contra a parede molhada, as mãos espalmadas nos azulejos, o corpo brilhando de água e suor, e o pau grosso do Renato completamente enterrado no meu cu, as bolas dele coladas nas minhas. Meu próprio pau estava duro pra caralho, latejando na mão dele, a cabeça inchada e vermelha pingando pré-gozo misturado com a água do chuveiro.

O rosto dela se transformou. Primeiro choque, depois uma mistura de nojo e raiva pura.

— Seu filho da puta… — ela murmurou, a voz baixa e tremendo de fúria. — É isso que você faz quando eu não estou?

Ela não gritou. Não precisava. O tom dela foi suficiente pra fazer meu estômago apertar. Júlia deu um passo pra trás, balançando a cabeça, os olhos marejados de raiva e decepção.

— Vai se foder, Alan. Vocês dois.

Ela virou as costas, abriu a porta do banheiro com força e bateu ela atrás de si com um estrondo que ecoou pelo banheiro inteiro. Eu ouvi os passos rápidos dela pelo corredor, depois o barulho da porta da frente da casa batendo com violência. Ela tinha ido embora. Brava. Realmente brava.

Por um segundo, o silêncio só foi quebrado pelo barulho da água caindo forte sobre nós. Meu coração batia descontrolado no peito. Eu sabia que deveria ter saído correndo atrás dela. Deveria ter desligado o chuveiro, enrolado uma toalha na cintura e ido tentar explicar, pedir desculpa, qualquer coisa. Era minha namorada. A gente estava junto há quase dois anos. Mas…

Renato ainda estava dentro de mim. Inteiro. Pulsando. Quente. Grosso.

Ele não tirou. Pelo contrário. Suas mãos apertaram mais forte minha cintura, os dedos cravando na pele molhada.

— Ela foi embora… — ele murmurou rouco no meu ouvido, a voz carregada de tesão. — E você ainda tá duro pra caralho, Alan.

Eu gemi baixo, fechando os olhos. Sabia que era errado. Sabia que estava sendo um merda. Mas meu cu apertava em volta do pau dele, meu corpo inteiro tremia de desejo. O tesão foi maior que a culpa. Muito maior.

— Me fode… — eu sussurrei, a voz saindo fraca. — Me fode forte.

Renato não precisou de mais nada. Ele puxou o quadril pra trás devagar, quase tirando tudo, só deixando a cabeça grossa dentro. Depois meteu com força, de uma vez só, até o fundo. O barulho molhado da estocada ecoou alto no box. Eu soltei um grito rouco de prazer, a testa encostando nos azulejos frios.

Ele começou a meter com vontade, sem piedade. Estocadas profundas, rápidas, brutais. As bolas dele batiam forte contra as minhas a cada investida. Ploc. Ploc. Ploc. O som molhado da foda ficava cada vez mais alto, misturado com meus gemidos e os grunhidos dele.

— Porra… você preferiu meu pau ao invés de correr atrás dela, hein? — ele provocou, mordendo meu ombro com força enquanto metia. — Tá sentindo? Tá sentindo como eu te encho todo?

— Sim… porra… mais forte — eu implorei, empinando mais a bunda pra ele.

Renato segurou meus quadris com as duas mãos e acelerou. O pau dele entrava e saía quase inteiro, a cabeça grossa roçando direto no meu próstata a cada estocada. Meu pau babava sem parar, balançando no ar, batendo contra a barriga molhada. Ele passou uma mão por baixo e começou a me masturbar no mesmo ritmo das metidas, apertando forte, polegar roçando a cabeça sensível.

A água quente continuava caindo sobre nós, escorrendo pelas costas dele, pelos meus ombros, pelo vinco da minha bunda. O vapor deixava o box todo embaçado. Eu sentia o suor dele se misturando com a água na minha pele.

Renato me virou de frente pra ele de repente, levantou uma das minhas pernas, apoiando meu joelho na curva do braço dele. Me olhou nos olhos enquanto enfiava de novo, agora mais fundo ainda nessa posição. O pau dele batia direto na próstata. Eu gemia alto, sem controle, a boca aberta, olhos semicerrados de prazer.

— Olha pra mim enquanto eu te fodo — ele ordenou.

Eu obedeci. Nossos rostos estavam perto, a água escorrendo entre nós. Ele me beijou com força, língua invadindo minha boca enquanto metia sem parar. O ritmo ficou selvagem. Eu sentia as bolas dele se contraindo, o pau inchando ainda mais dentro de mim.

— Vou gozar… porra, Alan… vou encher seu cu — ele rosnou contra meus lábios.
— Goza dentro… me enche — eu pedi, apertando o cu em volta dele.

Renato deu mais umas estocadas brutais e gemeu alto, o corpo inteiro tremendo. Eu senti os jatos quentes dele explodindo fundo dentro de mim, pulsando forte, enchendo meu cu de porra grossa e quente. Ele continuou metendo devagar enquanto gozava, prolongando o prazer.
O tesão dele me levou ao limite. Meu pau pulsou na mão dele e eu gozei forte, jatos longos e brancos batendo na barriga dele, no peito, misturando com a água do chuveiro. Minhas pernas tremeram tanto que ele precisou me segurar pra eu não cair.

A gente ficou ali, ofegante, ainda conectado, a água lavando o suor e o gozo dos nossos corpos. Renato me deu um beijo mais calmo agora, mordendo meu lábio inferior.

— E agora? — ele perguntou, ainda com o pau meio duro dentro de mim.

Eu encostei a testa na dele, ainda respirando pesado.

— Agora… eu fodo você no meu quarto. E depois a gente vê o estrago que eu fiz com a Júlia.
Ele sorriu, aquele sorriso safado de novo.

— Boa escolha.

A gente desligou o chuveiro, ainda molhados, paus semi-duros balançando enquanto caminhávamos pelados pelo corredor até o quarto. Eu sabia que ia ter que lidar com as consequências depois.

Mensagens, ligação, talvez até término. Mas naquele momento, com o cu ainda latejando cheio da porra do Renato e o tesão ainda queimando no peito, nada disso importava, só o corpo dele e o quanto eu ainda queria mais.

Quer me ver dando vai em xhamster gay e procura por Alan Long!!


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Ficha do conto

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alanlong47

Nome do conto:
Pego pela namorada, no chuveiro com o macho!

Codigo do conto:
257991

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
27/03/2026

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