No banheiro do bar

A noite já estava embolada de cerveja, música alta e aquele calor abafado que só bar lotado tem. Eu tinha ido ao banheiro mais pra respirar um pouco.

Quando empurrei a porta, vi ele lá: Renato, encostado na pia, olhando o celular com aquela cara de quem tá puto com alguma coisa, mas ainda assim absurdamente gostoso.

Camiseta preta justa marcando o peitoral, barba de três dias, cabelo bagunçado de quem passou a mão mil vezes. Nossos olhos se cruzaram no espelho e ele não desviou. Só ergueu uma sobrancelha, como quem diz “e aí?”.

Fechei a porta atrás de mim. O trinco fez um clique alto demais pro ambiente barulhento lá fora.

— Tá fugindo da bagunça? — ele perguntou, voz rouca de quem já tinha fumado e bebido além da conta.
— Tô fugindo de mim mesmo — respondi, dando dois passos lentos na direção dele.

Ele guardou o celular no bolso de trás da calça jeans surrada e se virou de frente. A gente ficou se medindo por uns três segundos que pareceram três minutos. Depois ele simplesmente esticou a mão, agarrou a gola da minha camisa e me puxou.

A boca dele caiu na minha com força, sem preliminar, sem pedir licença. Língua quente, gosto de cerveja e cigarro, barba arranhando meu queixo. Eu gemi baixo contra os lábios dele e já enfiei as mãos por baixo da camiseta, sentindo a pele quente, a barriga definida, os pelos que desciam até sumir dentro da cueca.

Ele me empurrou contra a parede de azulejo frio. Minha nuca bateu, mas eu nem senti. Só sentia a mão grande dele abrindo o botão da minha calça, descendo o zíper com pressa, invadindo a cueca sem cerimônia. Quando os dedos envolveram meu pau já duro, eu soltei um “porra, Renato” meio engasgado.

— Cala a boca e abre mais as pernas — ele murmurou no meu ouvido, mordendo o lóbulo enquanto bombeava devagar, quase torturante.
Eu obedeci. Abri mais, empinei o quadril. Ele desceu a calça e a cueca até meus joelhos num movimento só. O ar frio do banheiro bateu na minha bunda exposta e eu arrepiei inteiro.

Renato se ajoelhou rápido, sem aviso. A boca quente envolveu a cabeça do meu pau e eu quase bati a cabeça na parede de novo. Ele chupava com vontade, língua rodando, garganta relaxada engolindo até o talo. Uma das mãos apertava minha bunda, o dedo médio já procurando o caminho, pressionando a entrada sem entrar ainda. Eu estava babando, gemendo baixo, tentando não fazer barulho demais porque a porta não trancava direito e qualquer um podia entrar.

— Me fode logo — pedi, voz tremendo.

Ele levantou, virou meu corpo de costas com facilidade, como se eu não pesasse nada. Ouvi o zíper dele descer, o barulho do cinto batendo no chão. Senti a cabeça grossa esfregando entre minhas nádegas, quente, melando de pré-gozo. Ele cuspiu na mão, passou no pau, depois passou dois dedos molhados na minha entrada, abrindo caminho devagar, mas sem paciência.

— Relaxa, vai — ele rosnou no meu ouvido.

Eu respirei fundo. Ele empurrou. A cabeça entrou com aquela pressão que queima e delicia ao mesmo tempo. Eu mordi o próprio braço pra não gritar. Ele foi entrando centímetro por centímetro, gemendo baixo toda vez que eu apertava em volta dele. Quando encostou até o talo, ficou parado um segundo, só respirando pesado contra minha nuca.

Depois começou a bombar.

Forte. Rápido. Sem dó.

Cada estocada fazia meu corpo bater na parede. O som molhado, a respiração dele rasgada no meu ouvido, os gemidos que ele tentava segurar mas não conseguia. Uma mão dele agarrava meu quadril com força, a outra subiu e tapou minha boca porque eu já não controlava mais o volume.

— Caralho, que cu gostoso — ele grunhiu, acelerando ainda mais.

Eu sentia ele inteiro, pulsando dentro de mim, roçando naquele ponto que fazia minhas pernas tremerem. Meu pau babava no azulejo, duro pra caralho, sem ninguém tocar. Só o atrito do corpo dele contra o meu já estava me levando ao limite.

— Vou gozar — avisei, voz abafada pela mão dele.

— Goza dentro da minha mão — ele mandou, tirando a mão da minha boca e trazendo pra frente.

Eu gozei forte, jatos quentes escorrendo nos dedos dele enquanto meu cu apertava em volta do pau dele em espasmos. Isso acabou com o resto do controle que ele ainda tinha. Ele meteu mais fundo duas, três vezes, grunhiu alto no meu pescoço e gozou dentro de mim, pulsando, enchendo, o calor se espalhando.
Ficamos assim uns segundos, ofegantes, suados, colados um no outro. Ele saiu devagar, me dando um beijo lento na nuca antes de se afastar.
A gente se arrumou rápido, rindo baixo de nervoso, com aquela adrenalina pós-foda que deixa tudo mais leve.

Ele abriu a torneira, lavou as mãos, jogou água no rosto. Eu fiz o mesmo.

Antes de sair, ele me puxou pela nuca e me deu um beijo mais calmo, quase carinhoso.

— Da próxima vez a gente faz na minha casa — murmurou contra minha boca. — Assim eu te fodo a noite inteira sem precisar correr.

Eu só sorri, ainda sentindo ele escorrer devagar dentro de mim enquanto a gente voltava pro salão barulhento como se nada tivesse acontecido.

Mas a gente sabia.

E o sorriso safado que ele me lançou do outro lado do balcão dizia que a noite estava longe de acabar.

Quer me ver em ação é só entrar no xhamster e procurar por Alan Long.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
No banheiro do bar

Codigo do conto:
254430

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
11/02/2026

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