Eu guardava no fundo da gaveta do armário do quarto principal, uma pequena coleção de calcinhas femininas que eu comprava escondido pela internet.
Naquele dia, o calor e o tédio me deixaram com tesão desde cedo. Tomei um banho demorado, passei óleo de amêndoas no corpo inteiro e escolhi a mais safada: uma calcinha preta de renda transparente, bem cavada, com um lacinho vermelho na frente. O tecido era fino, quase nada, e quando eu a vesti, meu pau já meio duro ficou marcado perfeitamente, a cabeça rosada aparecendo por cima da renda.
Me olhei no espelho grande do quarto. Girei de lado, empinei a bunda. A calcinha entrava no meio das minhas nádegas, deixando a maior parte da minha bunda exposta. Meu cu piscava de excitação só de sentir o tecido roçando. Eu estava ridiculamente excitado. Deitei na cama king size, abri as pernas e comecei a me tocar por cima da calcinha, apertando o pau, sentindo as bolas apertadas contra o tecido molhado de pré-gozo.
Estava tão entregue que nem ouvi os passos no corredor.
A porta do quarto se abriu de repente.
— Patrão? O gerador tá... caralho!
Era Luiz, o filho do caseiro. 23 anos, corpo de quem rala o dia inteiro na roça: ombros largos, pele bronzeada de sol e suor. Ele estava só de bermuda jeans velha e chinelo, a camisa xadrez aberta mostrando o tanquinho e os pelos pretos que desciam até o umbigo. Na mão, ele segurava uma chave de fenda.
Ele parou na porta, olhos arregalados fixos em mim — deitado, pernas abertas, pau latejando dentro da calcinha preta de renda.
Eu congelei. O sangue subiu pro rosto. Tentei tampar com as mãos, mas era tarde demais.
— Luiz... eu... porra, fecha a porta!
Ele não fechou. Ao contrário, entrou e fechou a porta atrás de si, devagar. O clique da fechadura pareceu ecoar no quarto.
Ele me olhou de cima a baixo, sem pressa. O pau dele já estava marcando a bermuda, uma volume grosso e pesado crescendo rápido.
— Puta que pariu... — murmurou, voz rouca. — O patrão de calcinha... e que calcinha gostosa, hein?
Eu não conseguia falar. Meu pau pulsava tanto que a cabeça escapou completamente da renda, brilhando de pré-gozo.
Luiz deu dois passos e parou na beira da cama. O cheiro dele chegou até mim: suor limpo de homem que trabalhou o dia inteiro, terra, sol.
— Sempre desconfiei do senhor... — ele disse, sorrindo de lado. — Mas ver ao vivo... caralho, que delícia.
Ele esticou a mão e passou o dedo grosso na renda, bem em cima do meu pau. Eu soltei um gemido involuntário.
— Tá molhada já... — ele sussurrou. — Gostou de ser pego, né, patrãozinho?
Eu só consegui balançar a cabeça. A vergonha misturada com o tesão mais forte da minha vida.
Ele tirou a camisa, revelando o peito suado e os mamilos escuros. Depois abriu o botão da bermuda e deixou ela cair. O pau dele saltou pra fora — grosso, veioso, uns 20cm, cabeça grande e vermelha, já babando. As bolas pesadas pendiam cheias.
Ele subiu na cama, ajoelhou entre minhas pernas e segurou meus joelhos, abrindo mais.
— Deixa eu ver essa bundinha de perto...
Ele puxou a calcinha pro lado, expondo meu cu completamente. O ar frio bateu e eu tremi. Lucas cuspiu na mão, passou saliva nos dedos e começou a massagear meu anelzinho, circulando devagar.
— Tão lisinho... você já tomou pau aqui, patrão?
— N-não... — gemi.
— Hoje vai tomar.
Ele baixou a cabeça e lambeu. Língua quente, molhada, passando direto no meu cu. Eu arqueei as costas, gemendo alto. Lucas segurou minha bunda com as duas mãos grandes e enterrou o rosto, chupando, enfiando a língua fundo, babando tudo. O barulho era obsceno: slurp, slurp, enquanto ele comia meu cu como se estivesse morrendo de fome.
Minha calcinha estava toda torta, pau pra fora, babando na minha barriga.
Ele levantou, pau latejando, e esfregou a cabeça grossa na minha entrada.
— Quer, né? Fala.
— Quero... me fode, por favor.
Ele segurou a base e começou a empurrar. A cabeça abriu meu cu devagar, queimando gostoso. Eu gemi alto quando ele meteu tudo de uma vez, até as bolas baterem na minha bunda. A calcinha ainda estava puxada pro lado, o lacinho vermelho balançando enquanto ele começava a meter forte.
— Porra... que cu apertado... — ele rosnava, metendo fundo, segurando meus quadris. — Tá gostando de levar vara de macho com sua calcinha safada?
— Sim... ai, caralho... mais forte...
Ele me virou de quatro, puxou a calcinha pra cima, fazendo ela ficar enterrada entre minhas nádegas como uma fio-dental, e meteu de novo. O barulho de pele batendo enchia o quarto. Suor pingava das costas dele nas minhas. Ele segurava a renda da calcinha como rédea, puxando enquanto socava.
— Goza pra mim, patrão... goza com meu pau no seu cu.
Eu não aguentei. Meu pau explodiu sem nem tocar, jatos grossos de porra molhando a calcinha, a cama, minha barriga. O cu apertou tanto que Luiz gemeu alto, meteu mais fundo e gozou dentro de mim — jatos quentes, grossos, enchendo meu cu até escorrer pelas bolas.
Ele caiu por cima de mim, pau ainda latejando dentro, respirando pesado no meu pescoço.
— Da próxima vez que o senhor quiser vestir calcinha... me chama. Eu venho ajudar a vestir... e a tirar.
Eu só consegui sorrir, exausto, sentindo o pau dele amolecendo devagar dentro de mim, a calcinha toda melada de porra e suor.
E ali, naquele quarto quente do sítio, eu soube que meu segredo não era mais segredo.
E que eu nunca mais ia querer ficar sozinho com ele.
Quer me ver de calcinha é só entrar em Xhamster e procurar por Alan Long.
Fodinha surpresa, muito gostoso... votado