O prédio era antigo, o terraço quase nunca usado, e eu achava que estava seguro. As pernas abertas, o pau meio duro só de sentir o vento e o sol batendo direto nas bolas. Eu devia estar ali uns vinte minutos quando ouvi o barulho da porta de ferro rangendo.
— Que porra é essa? — a voz grave do porteiro ecoou.
Eu me levantei rápido, o coração disparado. Era o Valdir, o porteiro do turno da tarde. Um homem forte, uns 45 anos, pele morena, braços grossos de quem carrega caixa o dia inteiro. Ele me olhava de cima a baixo, sem disfarçar. Meu pau, que antes estava relaxado, começou a endurecer com o nervoso e a excitação da situação.
— ô Alan, ai não né, assim você me fode!
Eu apenas ri, achando interessante aquela proposta.
- Bora descer!
Fiz menção de colocar a roupa, mas ele me fez parar.
- Vcoê não queria ficar pelado? Vai descer assim!
Não tive escolha. Peguei só a chave do apartamento na mão e saí andando na frente dele, completamente nu. Meu pau balançava a cada passo, semi-duro, enquanto ele fechava a porta do terraço atrás de nós. Entramos no elevador de serviço. Ele apertou o térreo. Enquanto descíamos, Valdir me olhava pelo espelho, sem dizer nada. Eu sentia o olhar dele queimando minha bunda e meu pau. Graças a Deus o elevador não tinha câmera, como todo mundo no prédio sabia.
Quando a porta abriu no térreo, ele me empurrou de leve para fora. O corredor dos fundos estava vazio. Ele abriu a porta do quartinho de limpeza e me empurrou para dentro. O lugar era pequeno, cheirava a desinfetante e tinha uma única lâmpada amarela no teto. Valdir trancou a porta.
— De joelhos.
Eu obedeci. O chão era frio. Ele abriu o cinto devagar, baixou a calça do uniforme e a cueca. O pau dele pulou para fora, grosso, escuro, já meio duro e com um cheiro forte de homem que trabalhou o dia todo. Era maior do que eu esperava. A cabeça rosada brilhava.
— Chupa — ele ordenou, segurando a base e batendo de leve no meu rosto.
Eu abri a boca e engoli. O gosto era salgado, quente. Comecei a chupar devagar, sentindo ele engrossar na minha língua. Valdir gemeu baixo e segurou minha cabeça com as duas mãos, enfiando mais fundo.
— Isso... engole tudo, safado. Tava tomando sol pelado igual uma puta e agora tá aqui mamando meu pau.
Ele começou a foder minha boca com mais força. Eu babava inteiro, o pau dele batendo no fundo da minha garganta. As bolas pesadas dele encostavam no meu queixo a cada estocada. Eu estava duro pra caralho, mas não ousava tocar no meu próprio pau.
Valdir acelerou, respirando pesado, xingando baixo.
— Porra... que boca gostosa... vou gozar...
Ele segurou minha cabeça firme e meteu até o fundo. Senti o pau pulsar forte na minha língua e, segundos depois, ele gozou. Jatos grossos e quentes encheram minha boca. Tinha muito leite. Eu engoli o que consegui, o resto escorreu pelo canto dos meus lábios enquanto ele ainda tremia.
Ele ficou um tempo com o pau dentro da minha boca, amolecendo devagar, até puxar.
— Limpa.
Passei a língua nele todo, limpando cada gota. Valdir guardou o pau, fechou a calça e me olhou de cima.
— Da próxima vez que quiser tomar sol pelado, me avisa antes. Entendeu?
Eu só consegui balançar a cabeça, ainda de joelhos, com o gosto dele na boca e o pau latejando entre as minhas pernas.
E não outra, no dia seguinte lá estava eu de novo mamando nele.