— E aí, gostoso? Tá fazendo o que hoje à noite? Vem pra cá.
Não precisei nem pensar. Meu corpo já reagiu só com a ideia. Respondi rápido, tentando disfarçar o tesão na voz:
— Tô livre.
Tomei um banho, escolhi uma cueca que marcava bem e fui dirigindo com o coração acelerado. Durante o caminho, eu já imaginava a cena: Renato abrindo a porta só de short, me puxando pra dentro, me beijando contra a parede e descendo a boca até meu pau antes mesmo de chegarmos no quarto. Meu pau estava meio duro só de fantasiar.
Cheguei na casa dele, toquei a campainha e, quando a porta abriu, meu sorriso congelou.
Renato estava lá, sorrindo, mas não estava sozinho. Na sala tinha mais quatro caras. Todos bonitos, na faixa dos 25-35 anos, sentados no sofá e nas poltronas, com taças de vinho na mão. A música estava baixa, as luzes um pouco apagadas. Eles me olharam de cima a baixo, com aquele olhar que eu conhecia bem.
— Entra, cara — Renato disse, rindo da minha cara de surpresa. — Trouxe uns amigos pra gente curtir a noite.
No começo eu fiquei frustrado pra caralho. Sentei no sofá, peguei uma taça de vinho que me ofereceram e tentei disfarçar o incômodo. Os caras eram simpáticos, conversavam bem, mas eu ainda estava puto por dentro.
Depois de uns quarenta minutos e três taças de vinho, o clima começou a mudar.
Um dos caras, um moreno alto chamado Lucas, colocou a mão na coxa de Renato enquanto conversava. Outro, o loiro chamado Pedro, tirou a camisa devagar, dizendo que estava quente. Renato olhou pra mim com aquele sorriso safado que eu conhecia e disse baixinho:
— Relaxa, André. Hoje não vai ser só eu e você... vai ser todo mundo.
Foi aí que caiu a ficha. Não era uma festa comum. Era uma orgia.
Meu coração acelerou. Frustração misturada com um tesão novo, mais forte. Olhei em volta: quatro caras gostosos, todos com cara de quem já sabia exatamente o que ia acontecer. Renato se aproximou de mim e disse.
— Hoje você vai dar pra todo mundo, gostoso. E todo mundo vai te comer.
Eu mal tive tempo de responder. Lucas já tinha se aproximado pelo outro lado e começou a beijar meu pescoço. Alguém tirou minha camisa. Em poucos minutos estávamos todos sem roupa, paus duros balançando, mãos explorando corpos.
Começou devagar. Renato se ajoelhou na minha frente e engoliu meu pau até o fundo, enquanto Lucas chupava o dele. O loiro Pedro veio por trás de mim e começou a chupar minha bunda, língua quente e molhada abrindo caminho. Eu gemia baixo, sentindo quatro bocas e mãos em mim ao mesmo tempo.
Depois a coisa ficou mais intensa.
Eles me colocaram de quatro no tapete da sala. Renato foi o primeiro a me comer. Ele cuspiu na mão, passou no pau e enfiou devagar, bem fundo, daquele jeito bruto que eu gostava. Enquanto ele me fodia com estocadas firmes, Lucas enfiou o pau na minha boca. Eu chupava ele gostoso, babando, enquanto sentia Renato batendo no meu cu.
Trocaram de posição várias vezes. Pedro me comeu em seguida, mais lento e fundo, segurando minha cintura. Depois foi a vez de um cara chamado Thiago, pau grosso, que me fodeu com força, me fazendo gemer alto. O último foi o Marcelo, o mais quietinho do grupo, mas que tinha um pau longo e curvado pra cima que acertava meu ponto toda vez que entrava.
Eu dei pra todos os quatro. Em certo momento estava sendo comido por Renato enquanto chupava o Thiago e masturbava o Pedro. O vinho tinha deixado todo mundo solto, sem vergonha. O som de pele batendo contra pele enchia a sala, junto com gemidos e respirações pesadas.
Em um dos picos, me colocaram deitado de costas no sofá, pernas pra cima. Cada um deles me comeu nessa posição, um depois do outro, enquanto os outros assistiam ou enfiavam o pau na minha boca. Eu estava suado, babando, o cu latejando de tanto levar, mas o tesão era tão grande que eu só pedia mais.
Quando chegou a vez do Marcelo me foder pela segunda vez, ele acelerou forte, gemendo alto. Eu gozei sem nem tocar no pau, jorrando no meu próprio peito enquanto ele me enchia. Pouco depois, um por um, eles foram gozando: alguns dentro de mim, outros na minha boca, no meu peito, na minha barriga. Renato foi o último, me beijando enquanto gozava fundo no meu cu, murmurando no meu ouvido:
— Boa garoto... tomou todo mundo hoje.
No final, estávamos todos caídos no sofá e no chão, suados, sujos de porra e vinho, respirando pesado. Eu, que tinha chegado frustrado, saí de lá completamente satisfeito, o corpo marcado e o cu dolorido de tanto levar rola.
E já pensando na próxima vez que Renato me ligasse.
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