No começo eu ia de sunga preta, normal. Sentava, fechava os olhos e deixava o calor derreter o estresse. Mas depois de uns dias sozinho, comecei a sentir um tesão estranho. O silêncio, o vapor, a sensação de que ninguém nunca ia aparecer… Foi aí que os desafios começaram.
Primeiro: um minuto pelado. Tirei a sunga, dobrei e deixei no canto. Meu pau já estava meio duro só de imaginar. Depois dois minutos. Depois cinco. Dez. Quinze. Cada vez mais tempo nu, o coração batendo forte, o suor escorrendo pelo peito, pelo saco, pela bunda. O tesão era insano. Eu ficava de pau duro o tempo todo, às vezes me tocando devagar, torcendo pra que alguém abrisse a porta e me visse assim.
Um dia eu fiquei trinta minutos inteiro pelado, deitado no banco de baixo, pernas abertas, pau latejando no ar quente. Nada. Ninguém. Saí frustrado e excitadíssimo.
Então resolvi subir o nível. Comprei uma calcinha nova — preta, de renda, bem cavada na frente, fio dental atrás. Na primeira vez só um minuto. Depois dois. Cinco. Dez. Trinta. Eu já estava viciado. Deitado de barriga pra cima, calcinha marcando o volume do meu pau duro, o tecido molhado de suor e pré-gozo, imaginando alguém entrando e me pegando daquele jeito.
E foi exatamente nesse dia que aconteceu.
Eu estava lá, de calcinha preta, deitado no banco do meio, pernas abertas, uma mão dentro da calcinha massageando a cabeça do pau devagar. O vapor estava denso, o calor me envolvia inteiro. Eu tinha cronometrado trinta minutos de novo. O relógio mental já marcava vinte e oito quando ouvi o barulho da porta de vidro se abrindo.
Meu coração parou.
Um cara entrou. Uns dezenove anos, alto, pele morena, cabelo preto curto e molhado de suor. Corpo de quem malha pesado: peito largo, barriga tanquinho, braços definidos. Vestia só uma sunga vermelha bem justa. Ele parou na entrada, os olhos arregalados fixos em mim.
— Caralho… — murmurou, baixo.
Eu fiquei paralisado. A mão ainda dentro da calcinha, pau latejando contra o tecido. Meu rosto queimou de vergonha, mas o tesão foi tão forte que eu nem consegui tirar a mão. O vapor fazia tudo parecer um sonho.
Ele fechou a porta devagar. O clique do trinco ecoou.
— Desculpa… eu não sabia que tinha alguém — disse ele, mas não saiu. Pelo contrário. Seus olhos desceram pelo meu corpo: peito suado, barriga, a calcinha preta esticada pelo meu pau duro, as pernas abertas. Ele mordeu o lábio inferior.
— Tá… tudo bem?
Eu engoli seco. Minha voz saiu rouca.
— Eu… eu não esperava ninguém.
Ele deu um passo à frente. A sunga dele já estava marcando um volume grande.
— Relaxa. Eu também venho pra ficar sozinho às vezes. — Ele sorriu de lado, safado. — Mas nunca vi nada assim.
O silêncio ficou pesado, só o barulho do aquecedor e nossa respiração. Ele tirou a sunga devagar, sem pressa. O pau dele pulou pra fora: grosso, uns 18cm, cabeça rosada, já meio duro e brilhando de suor. As bolas pesadas balançavam enquanto ele se aproximava.
— Posso sentar? — perguntou, apontando pro banco ao meu lado.
Eu só consegui fazer que sim com a cabeça.
Ele sentou bem perto. O calor do corpo dele se misturou ao vapor. Olhou direto pra minha calcinha.
— Você fica assim sempre?
— Só… quando tô sozinho — respondi, a voz tremendo de tesão.
Ele esticou a mão e tocou minha coxa. Dedos quentes subindo devagar.
— Tá muito tesudo, né? Dá pra ver o pau latejando dentro dessa calcinha.
Eu gemi baixo. Ele puxou o elástico da frente com dois dedos e meu pau saltou pra fora, duro pra caralho, cabeça vermelha e babando pré-gozo.
— Nossa… que delícia — ele sussurrou.
Sem pedir, ele se inclinou e lambeu a cabeça do meu pau. Uma lambida lenta, quente. Eu arqueei as costas, gemendo. Ele abriu a boca e engoliu metade de uma vez, sugando forte, língua girando. A boca dele era quente, molhada, perfeita. Ele chupava como se tivesse fome, subindo e descendo, uma mão massageando minhas bolas por baixo da calcinha.
Eu não aguentei. Puxei ele pelo cabelo e o beijei. Língua com língua, gosto de suor e pau misturado. Ele gemeu na minha boca.
— Quero chupar você agora — eu disse, quase implorando.
Ele se levantou, pau apontando pra minha cara. Eu me ajoelhei no banco quente, puxei a sunga dele pro lado (ele nem tinha tirado direito) e engoli o pau dele inteiro. Era grosso, pulsando. Eu chupei com vontade, babando, engasgando um pouco quando ele empurrou a cintura. O cheiro dele era forte, suor jovem, macho. Eu lambia as bolas, chupava a cabeça, enfiava fundo na garganta.
— Porra, cara… você chupa gostoso pra caralho — ele gemeu, segurando minha cabeça.
Depois de uns minutos ele me puxou pra cima.
— Quero te comer. Agora.
Eu nem pensei. Virei de costas, apoiei as mãos no banco, empinei a bunda. Ele puxou a calcinha pro lado, cuspiu na minha entrada e enfiou dois dedos primeiro, abrindo. Eu gemia alto, o vapor fazendo tudo escorregadio.
— Tá apertado… — ele disse, voz rouca.
Ele encostou a cabeça do pau e empurrou. Devagar no começo, depois mais fundo. Quando entrou inteiro, eu soltei um gemido longo. Ele segurou minha cintura e começou a meter forte. O barulho de pele contra pele ecoava na sauna pequena. Cada estocada fazia meu pau bater contra a barriga, pré-gozo pingando no chão.
Ele me fodia com vontade, uma mão no meu ombro, a outra descendo pra masturbar meu pau por cima da calcinha. O suor escorria dos dois. O calor da sauna deixava tudo mais intenso, mais molhado, mais animal.
— Vou gozar dentro — ele avisou, acelerando.
— Goza… goza em mim — eu implorei.
Ele meteu fundo três vezes e parou, gemendo alto. Senti o pau dele pulsar forte dentro de mim, jatos quentes enchendo minha bunda. Ao mesmo tempo ele apertou meu pau e eu gozei também — forte, jatos longos batendo no banco de madeira, escorrendo pela calcinha.
Nós dois ficamos ali, ofegantes, suados, colados. O pau dele ainda dentro de mim, amolecendo devagar. Ele me deu um beijo na nuca.
— Você vem sempre aqui? — perguntou, rindo baixo.
Eu sorri, ainda tremendo.
— Agora vou vir todo dia.
Ele saiu de dentro de mim devagar, o cu piscando, sentindo o gozo dele escorrendo pela coxa. A calcinha estava destruída de suor e porra.
A gente ficou mais uns dez minutos ali, recuperando o fôlego, trocando carinhos preguiçosos. Depois ele me ajudou a levantar, me deu um beijo na boca e disse:
— Meu nome é Mário. Próxima vez eu trago óleo.
Eu só ri.
— Alan. E pode trazer o que quiser.
Saímos da sauna juntos, pernas moles, cheios de tesão novo. A porta fechou atrás de nós e eu soube que aquela cobertura nunca mais seria a mesma.
Quer me ver de calcinha é só entrar no xhamster gay e procurar por Alan Long.