Na sauna, um pau me aqueceu

Eu me lembro perfeitamente daquele dia. Fazia umas três semanas que eu tinha descoberto a sauna na cobertura do prédio. Era um espaço pequeno, cabia no máximo oito pessoas apertadas, com bancos de madeira escura em L, uma parede de vidro fosco e o cheiro forte de eucalipto misturado ao vapor quente. Ficava bem ao lado da churrasqueira comunitária, mas quase ninguém subia ali — o síndico dizia que era “só para quem gosta de suar de verdade”. Perfeito pra mim.

No começo eu ia de sunga preta, normal. Sentava, fechava os olhos e deixava o calor derreter o estresse. Mas depois de uns dias sozinho, comecei a sentir um tesão estranho. O silêncio, o vapor, a sensação de que ninguém nunca ia aparecer… Foi aí que os desafios começaram.

Primeiro: um minuto pelado. Tirei a sunga, dobrei e deixei no canto. Meu pau já estava meio duro só de imaginar. Depois dois minutos. Depois cinco. Dez. Quinze. Cada vez mais tempo nu, o coração batendo forte, o suor escorrendo pelo peito, pelo saco, pela bunda. O tesão era insano. Eu ficava de pau duro o tempo todo, às vezes me tocando devagar, torcendo pra que alguém abrisse a porta e me visse assim.

Um dia eu fiquei trinta minutos inteiro pelado, deitado no banco de baixo, pernas abertas, pau latejando no ar quente. Nada. Ninguém. Saí frustrado e excitadíssimo.

Então resolvi subir o nível. Comprei uma calcinha nova — preta, de renda, bem cavada na frente, fio dental atrás. Na primeira vez só um minuto. Depois dois. Cinco. Dez. Trinta. Eu já estava viciado. Deitado de barriga pra cima, calcinha marcando o volume do meu pau duro, o tecido molhado de suor e pré-gozo, imaginando alguém entrando e me pegando daquele jeito.

E foi exatamente nesse dia que aconteceu.

Eu estava lá, de calcinha preta, deitado no banco do meio, pernas abertas, uma mão dentro da calcinha massageando a cabeça do pau devagar. O vapor estava denso, o calor me envolvia inteiro. Eu tinha cronometrado trinta minutos de novo. O relógio mental já marcava vinte e oito quando ouvi o barulho da porta de vidro se abrindo.

Meu coração parou.

Um cara entrou. Uns dezenove anos, alto, pele morena, cabelo preto curto e molhado de suor. Corpo de quem malha pesado: peito largo, barriga tanquinho, braços definidos. Vestia só uma sunga vermelha bem justa. Ele parou na entrada, os olhos arregalados fixos em mim.

— Caralho… — murmurou, baixo.

Eu fiquei paralisado. A mão ainda dentro da calcinha, pau latejando contra o tecido. Meu rosto queimou de vergonha, mas o tesão foi tão forte que eu nem consegui tirar a mão. O vapor fazia tudo parecer um sonho.

Ele fechou a porta devagar. O clique do trinco ecoou.

— Desculpa… eu não sabia que tinha alguém — disse ele, mas não saiu. Pelo contrário. Seus olhos desceram pelo meu corpo: peito suado, barriga, a calcinha preta esticada pelo meu pau duro, as pernas abertas. Ele mordeu o lábio inferior.

— Tá… tudo bem?

Eu engoli seco. Minha voz saiu rouca.

— Eu… eu não esperava ninguém.

Ele deu um passo à frente. A sunga dele já estava marcando um volume grande.

— Relaxa. Eu também venho pra ficar sozinho às vezes. — Ele sorriu de lado, safado. — Mas nunca vi nada assim.

O silêncio ficou pesado, só o barulho do aquecedor e nossa respiração. Ele tirou a sunga devagar, sem pressa. O pau dele pulou pra fora: grosso, uns 18cm, cabeça rosada, já meio duro e brilhando de suor. As bolas pesadas balançavam enquanto ele se aproximava.

— Posso sentar? — perguntou, apontando pro banco ao meu lado.

Eu só consegui fazer que sim com a cabeça.

Ele sentou bem perto. O calor do corpo dele se misturou ao vapor. Olhou direto pra minha calcinha.

— Você fica assim sempre?
— Só… quando tô sozinho — respondi, a voz tremendo de tesão.

Ele esticou a mão e tocou minha coxa. Dedos quentes subindo devagar.

— Tá muito tesudo, né? Dá pra ver o pau latejando dentro dessa calcinha.

Eu gemi baixo. Ele puxou o elástico da frente com dois dedos e meu pau saltou pra fora, duro pra caralho, cabeça vermelha e babando pré-gozo.

— Nossa… que delícia — ele sussurrou.

Sem pedir, ele se inclinou e lambeu a cabeça do meu pau. Uma lambida lenta, quente. Eu arqueei as costas, gemendo. Ele abriu a boca e engoliu metade de uma vez, sugando forte, língua girando. A boca dele era quente, molhada, perfeita. Ele chupava como se tivesse fome, subindo e descendo, uma mão massageando minhas bolas por baixo da calcinha.

Eu não aguentei. Puxei ele pelo cabelo e o beijei. Língua com língua, gosto de suor e pau misturado. Ele gemeu na minha boca.

— Quero chupar você agora — eu disse, quase implorando.

Ele se levantou, pau apontando pra minha cara. Eu me ajoelhei no banco quente, puxei a sunga dele pro lado (ele nem tinha tirado direito) e engoli o pau dele inteiro. Era grosso, pulsando. Eu chupei com vontade, babando, engasgando um pouco quando ele empurrou a cintura. O cheiro dele era forte, suor jovem, macho. Eu lambia as bolas, chupava a cabeça, enfiava fundo na garganta.

— Porra, cara… você chupa gostoso pra caralho — ele gemeu, segurando minha cabeça.

Depois de uns minutos ele me puxou pra cima.

— Quero te comer. Agora.

Eu nem pensei. Virei de costas, apoiei as mãos no banco, empinei a bunda. Ele puxou a calcinha pro lado, cuspiu na minha entrada e enfiou dois dedos primeiro, abrindo. Eu gemia alto, o vapor fazendo tudo escorregadio.

— Tá apertado… — ele disse, voz rouca.

Ele encostou a cabeça do pau e empurrou. Devagar no começo, depois mais fundo. Quando entrou inteiro, eu soltei um gemido longo. Ele segurou minha cintura e começou a meter forte. O barulho de pele contra pele ecoava na sauna pequena. Cada estocada fazia meu pau bater contra a barriga, pré-gozo pingando no chão.

Ele me fodia com vontade, uma mão no meu ombro, a outra descendo pra masturbar meu pau por cima da calcinha. O suor escorria dos dois. O calor da sauna deixava tudo mais intenso, mais molhado, mais animal.

— Vou gozar dentro — ele avisou, acelerando.
— Goza… goza em mim — eu implorei.

Ele meteu fundo três vezes e parou, gemendo alto. Senti o pau dele pulsar forte dentro de mim, jatos quentes enchendo minha bunda. Ao mesmo tempo ele apertou meu pau e eu gozei também — forte, jatos longos batendo no banco de madeira, escorrendo pela calcinha.

Nós dois ficamos ali, ofegantes, suados, colados. O pau dele ainda dentro de mim, amolecendo devagar. Ele me deu um beijo na nuca.

— Você vem sempre aqui? — perguntou, rindo baixo.

Eu sorri, ainda tremendo.

— Agora vou vir todo dia.

Ele saiu de dentro de mim devagar, o cu piscando, sentindo o gozo dele escorrendo pela coxa. A calcinha estava destruída de suor e porra.
A gente ficou mais uns dez minutos ali, recuperando o fôlego, trocando carinhos preguiçosos. Depois ele me ajudou a levantar, me deu um beijo na boca e disse:

— Meu nome é Mário. Próxima vez eu trago óleo.
Eu só ri.
— Alan. E pode trazer o que quiser.

Saímos da sauna juntos, pernas moles, cheios de tesão novo. A porta fechou atrás de nós e eu soube que aquela cobertura nunca mais seria a mesma.

Quer me ver de calcinha é só entrar no xhamster gay e procurar por Alan Long.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


256883 - Na fazenda, cavalguei gostoso - Categoria: Gays - Votos: 9
256680 - O pintor me deu uma pintada! - Categoria: Gays - Votos: 8
256501 - Levei de goleada no Futebol - Categoria: Gays - Votos: 13
256212 - O cabo do técnico de TV - Categoria: Gays - Votos: 13
256010 - O pau de 23 cm! - Categoria: Gays - Votos: 9
255820 - O vestiário depois da piscina - Categoria: Gays - Votos: 11
255783 - Pego de calcinha pelo vizinho - Categoria: Gays - Votos: 7
254584 - Depois de chupar no bloco, encontrei meu vizinho Ricardo - Categoria: Gays - Votos: 10
254502 - No bloco de carnaval, chupei - Categoria: Gays - Votos: 6
254430 - No banheiro do bar - Categoria: Gays - Votos: 8
254354 - O Flagra da minha namorada - Categoria: Gays - Votos: 9
254339 - Na sauna em Amsterdan - Categoria: Gays - Votos: 2
254338 - Pedi uma pizza, levei uma rola! - Categoria: Gays - Votos: 21
254293 - Flagrado no Sítio - Categoria: Gays - Votos: 16
254187 - O Desafio da Calcinha Cor-de-Rosa - Categoria: Gays - Votos: 5
254186 - O banho que mudou tudo - Categoria: Gays - Votos: 7
254184 - Dei pro irmão da minha namorada - Categoria: Gays - Votos: 15
254079 - Fui Flagrado de Calcinha - Categoria: Gays - Votos: 6
254067 - Gozando na Estrada - Categoria: Gays - Votos: 6
253879 - Na Ilha Deserta Vale Tudo - Categoria: Gays - Votos: 5
253761 - O riozinho da fazenda - Categoria: Gays - Votos: 10
253571 - Chupei Dois ao Mesmo Tempo - Categoria: Gays - Votos: 5
253528 - Meu Segredo Revelado - Categoria: Gays - Votos: 9
253274 - A primeira vez que chupei um pau - Categoria: Gays - Votos: 11
253239 - O Namorado da minha prima me comeu com ela dormindo - Categoria: Gays - Votos: 28
253224 - A primeira Calcinha que Vesti - Categoria: Gays - Votos: 8
253116 - Minha primeira vez foi com um amigo do prédio - Categoria: Gays - Votos: 25
253114 - Acampando com os amigos - Categoria: Gays - Votos: 25

Ficha do conto

Foto Perfil alanlong47
alanlong47

Nome do conto:
Na sauna, um pau me aqueceu

Codigo do conto:
257030

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
16/03/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0