Eu sempre vendi o estilo “macho alfa”, dava risada mais alto, zoava forte e nunca levava desaforo pra casa.
Chegamos suados, cheios de areia, ainda com o cheiro de protetor solar e mar. Eram duas duchas do lado de fora da casa, aqueles de teto alto, sem cortina, tipo chuveirão de academia.
— Bora todo mundo junto, economiza água e foda-se, disse Caio.
Ninguém pensou duas vezes. Roupa jogada no canto, chinelo chutado pra longe. Entramos os quatro debaixo da água fria que aos poucos foi esquentando.
Eu estava de costas pro jato, deixando a água escorrer pela nuca, quando ouvi o Lucas soltar um “Puta que pariu” baixinho.
Virei o rosto e vi os três olhando fixo pra minha bunda.
— Que porra é essa aí, Alan? — Thiago perguntou, apontando.
Demorei dois segundos pra entender. A marquinha. Aquele triângulo perfeito e clarinho que o fio dental deixou na pele bronzeada. Duas tirinhas finas de pele branca emoldurando as nádegas morenas, e o risquinho central quase sumindo entre elas. Eu tinha passado as férias tomando sol de calcinha fio dental na varanda de casa, sozinho, curtindo o proibido. Nunca imaginei que alguém fosse ver.
— Mano… tu toma sol de tanga? — Caio riu, mas era um riso diferente. Rouco. Interessado.
— Deixa eu ver direito, disse Lucas.
Eu não podia acreditar que dera tamanho vacilo, esqueci completamente!
Antes que eu pudesse reagir, ele segurou meu quadril com as duas mãos e me virou de costas de novo, me colocando de frente pro azulejo. Os outros dois se aproximaram. Três pares de olhos grudados na minha bunda como se fosse a primeira vez que viam uma.
— Caralho, olha isso… parece bundinha de mulher — Thiago murmurou, passando o dedo de leve na borda da marquinha. O toque foi elétrico. Meu pau deu um pulo.
— Quer dizer que o amigo é viadinho escondido — Caio disse, rindo, mas já estava se tocando devagar embaixo da água.
Eu podia ter dado um soco, feito piada, saído dali. Mas não saiu palavra nenhuma. Só fiquei ali, mãos apoiadas no azulejo, sentindo a água quente escorrer pelas costas e o olhar deles me queimando.
— Abre mais as pernas — Lucas mandou, voz baixa.
Obedeci. Sem pensar.
Thiago se agachou atrás de mim, abriu minhas nádegas com as duas mãos e soltou um “nossa, que cuzinho rosado”. Ele não perguntou. Passou a língua devagar, de baixo pra cima, bem no meio. Meu corpo inteiro tremeu. Gemi alto sem querer.
— Olha só, o macho alfa geme igual putinha — Caio riu, já com o pau duro apontando pra cima, grosso, veias marcadas.
Eles me viraram de frente. Três paus duros na minha cara, pulsando debaixo da água. Lucas segurou o dele pela base e bateu de leve na minha bochecha.
— Abre a boca, tu sabe que quer.
Eu sabia.
Abri. Primeiro veio o do Lucas. Grosso, cabeça vermelha, gosto de pele quente e um pouco de sal da praia. Engoli devagar, sentindo ele deslizar na língua, batendo no céu da boca. Ele segurou minha nuca e fodeu minha boca com calma, gemendo rouco.
— Isso, engole até o talo, vai… que boquinha gostosa.
Enquanto eu chupava Lucas, Caio e Thiago se revezavam esfregando os paus na minha cara, deixando pré-gozo misturado com água no meu rosto. Thiago segurou meu queixo e trocou de lugar com Lucas. O pau dele era mais comprido, chegava no fundo da garganta fácil. Engasguei, lágrima escorreu, mas ele não tirou. Só segurou mais forte e gemeu:
— Isso, engole tudo, minha putinha.
Caio foi o último. O mais grosso. Mal cabia na boca. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e fodeu devagar, entrando e saindo, me fazendo babar.
— Olha pra mim enquanto chupa — ele mandou.
Olhei. Olhos nos olhos, água caindo, ele fodendo minha boca como se fosse uma buceta.
Depois de uns minutos assim, me levantaram. Thiago me colocou de quatro no chão do box, bunda empinada. Caio pegou o sabonete líquido e passou um monte entre minhas nádegas, esfregando o dedo no meu cu, abrindo devagar.
— Relaxa, vai caber — ele sussurrou.
Eu gemia alto, empinando mais. Lucas se ajoelhou na minha frente e enfiou o pau na minha boca de novo, me calando.
Thiago foi o primeiro a me comer. Posicionou a cabeça no meu cu, empurrou devagar. Ardeu, mas era um ardor bom. Quando passou o anel, soltei um gemido abafado no pau do Lucas. Ele foi entrando até encostar os ovos na minha bunda. Parou um segundo, curtindo.
— Caralho, que cu apertado…
Começou a bombar. A água batendo nas costas, o barulho molhado da pele contra pele, meus gemidos misturados com os deles.
Lucas gozou primeiro. Tirou da minha boca na hora H, segurou minha nuca e jorrou quente no meu rosto, pescoço, boca aberta. Engoli o que caiu na língua.
Caio me virou de lado, encostou minhas costas no azulejo e levantou minha perna direita. Entrou de uma vez. Mais grosso, mais dolorido, mais gostoso. Fodeu com força, olhando nos meus olhos.
— Fala que tu é nossa putinha agora.
— Sou… sou a putinha de vocês… — gemi, voz tremendo.
Ele gozou, senti o pau pulsar, quando saiu, o leite escorreu misturado com a água.
Thiago voltou. Me colocou de quatro de novo, segurou meu quadril com força e meteu até o talo. Fodeu rápido, selvagem. Gozou gemendo alto, enchendo mais ainda.
Quando acabou, fiquei ali de joelhos, água caindo, rosto e cu melados de porra, pernas tremendo.
— Da próxima vez tu já vem de calcinha pra gente rasgar, hein?
Eu só sorri, ainda zonzo.
E ali, debaixo daquele chuveiro, o macho alfa da turma morreu de vez.
E a putinha nasceu.
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