Ele dirigia o carro antigo, um sedã preto que rangia nas curvas, com o ar-condicionado quebrado, forçando-nos a manter as janelas abertas. O vento bagunçava nossos cabelos, e o cheiro de mato seco invadia o interior.
Renato, com seus 28 anos, era o tipo de cara que me deixava louco com seu sorriso safado que prometia encrenca. Eu, Alan, com 25, era mais magro, mas com um corpo atlético de corrida, e sempre fui o mais ousado da dupla.
A estrada estava vazia, só o ronco do motor e o som distante de caminhões ao longe. Eu olhava para ele, sentindo aquela tensão sexual que vinha crescendo desde que saímos de casa. Seus shorts jeans apertados marcavam o volume entre as pernas, e eu não aguentava mais.
"Ei, que tal eu te dar uma mãozinha aí?"
Ele riu, olhando de relance para mim, os olhos castanhos brilhando de malícia.
"No carro em movimento? Você é louco..." Mas ele não disse não. Pelo contrário, ajustou o banco um pouco para trás, facilitando o acesso.
Comecei devagar, esticando a mão para o zíper dos shorts dele. O carro ia a uns 80 km/h, serpenteando pela rodovia deserta. Puxei o zíper para baixo, sentindo o calor da sua pele. Ele não usava cueca – safado como sempre – e seu pau já estava semi-duro, latejando contra o tecido. Liberei ele com um puxão, e ali estava: grosso, veioso, com uns 18 cm de comprimento, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo.
"Ei vai devagar", ele murmurou, mas sua voz tremia de excitação. Ignorei e me curvei sobre o console central, minha boca se aproximando. O carro balançava levemente, e eu sentia o risco, o que só aumentava o tesão.
Abocanhei a cabeça primeiro, lambendo devagar, sentindo o gosto salgado e quente. Ele gemeu, uma mão no volante, a outra no meu cabelo, guiando-me. Comecei a chupar com mais intensidade, descendo até a base, engolindo o máximo que podia. Meu nariz roçava nos pentelhos dele, curtos e aparados, e o cheiro masculino me enlouquecia. Eu sugava com força, a língua rodando em círculos na glande, enquanto minha mão massageava as bolas pesadas, apertando de leve. Renato acelerava involuntariamente, o carro ganhando velocidade, e ele gemia alto:
"Caralho, sua boca é uma delícia... chupa mais fundo, vai!"
Eu obedecia, babando no pau dele, o som molhado ecoando no carro. Meu próprio pau latejava dentro das calças, mas eu me concentrava nele, sentindo o veículo vibrar com cada chupada.
De repente, o céu escureceu. Nuvens pretas surgiram do nada, e um trovão ribombou ao longe.
"Merda, chuva vindo", Renato disse, ofegante, mas sem me parar.
Gotas grossas começaram a bater no para-brisa, e em segundos virou um dilúvio. A chuva era forte, uma cortina d'água que borrava tudo. O carro derrapou levemente na pista molhada, e Renato pisou no freio.
"Preciso parar, senão a gente roda." Ele encostou no acostamento, uma área isolada com árvores ao redor, longe de qualquer posto ou cidade. Ligou o pisca-alerta, e o som ritmado se misturava com a chuva torrencial batendo no teto.
Mal o carro parou, e eu não parei de chupar. Renato desligou o motor, reclinou o banco todo para trás e me puxou para cima dele.
"Agora é pra valer, vem cá."
Suas mãos grandes desceram para minha bunda, apertando com força através do jeans. Eu me livrei das calças rápido, ficando nu da cintura para baixo, meu pau duro roçando no dele. A chuva isolava o mundo lá fora, como se fôssemos os únicos no universo.
Ele cuspiu na mão e lubrificou o pau, grosso e latejante, enquanto eu me posicionava no colo dele. Desci devagar, sentindo a cabeça forçando minha entrada. Doeu um pouco no começo, mas o tesão era maior.
"Rebola vai!" Ele segurou minha cintura e começou a meter de baixo para cima, o carro balançando com os movimentos. Eu cavalgava, subindo e descendo, sentindo cada veia dele roçando dentro de mim. Minhas mãos no peito dele, arranhando os mamilos duros, enquanto ele me fodia com força.
Transamos ali por uns 15 minutos intensos, suados e selvagens. Ele alternava ritmos: devagar, para me torturar, depois rápido, batendo no fundo.
Eu gozei primeiro, sem nem me tocar, jorrando no abdômen dele, o esperma quente escorrendo pelos músculos definidos.
"Isso, goza no meu pau!" Ele acelerou, me virando de bruços no banco do passageiro, metendo por trás. O carro cheirava a sexo, suor e chuva.
Ele gozou, urrando, enchendo-me com jatos quentes que escorriam pelas minhas coxas. Ficamos ali, ofegantes, a chuva ainda caindo forte, nossos corpos colados.
Quando a chuva diminuiu, nos vestimos aos risos, limpando o banco com o que dava.
"Melhor viagem da vida", Renato disse, mas muita coisa ainda estava para acontecer...
Se quiser me ver fazendoputaria é só entrar no xhamster e procurar por Alan Long.
Votado ! Como é bom uma boa trancada dentro do carro, debaixo de chuva melhor ainda...