O cabo do técnico de TV

Era uma tarde quente de verão, e eu estava sozinho em casa esperando o técnico da TV a cabo chegar para consertar o sinal que estava uma porcaria.

Na época eu tinha uns 25 anos, morando num apartamento pequeno no centro da cidade. Eu sempre fui discreto sobre minha sexualidade – gosto de meninos, mas não saio anunciando por aí. Naquele dia, eu estava vestindo uma bermuda folgada e uma camiseta velha, nada demais, só relaxando no sofá assistindo o que restava de TV.

O interfone tocou por volta das 14h, e eu desci para abrir a porta. O cara que apareceu era um moreno alto, musculoso, com uns 30 anos, barba por fazer e um sorriso confiante. Ele se apresentou como Carlos, e carregava uma caixa de ferramentas.

"Boa tarde, senhor Alan, vamos resolver esse problema rapidinho", disse ele, com uma voz grave que já me deu um frio na espinha.

Eu o levei para a sala, mostrei a TV e a caixa do cabo, e ele começou a trabalhar, debruçado sobre os fios, com a camisa apertada marcando os músculos das costas.

Enquanto ele mexia, eu fui para a cozinha pegar uma água, mas deixei a porta do banheiro entreaberta sem querer. Eu tinha algumas revistas gay que ficavam no banheiro e nem lembrei de recolher. Carlos pediu para usar o banheiro uns minutos depois, e eu disse que sim, sem pensar duas vezes.

Quando ele voltou, notei um brilho diferente nos olhos dele. Ele sentou no sofá para testar o controle remoto, e de repente comentou:

"Ei, cara, vi uma revista no banheiro...

Gelei na hora.

"Sem julgamento, só curiosidade."

Meu coração acelerou. Eu me fiz de desentendido:

"Que revista? Ah, acho qu eum amigo deixou ai.."   A pior desculpa do mundo.

Ele sorriu de canto de boca, como se a verdade fosse óbvia.

"Relaxa, eu não ligo. Na verdade, eu já saí com uns caras também. É normal."

Eu tentei mudar de assunto, falando sobre o tempo ou o trabalho dele, mas ele não largava o osso. Enquanto ajustava os canais, ele se aproximou mais no sofá, o braço roçando no meu.

"Sabe, você é bonitinho. Tem um jeitinho tímido que me atrai." Eu ri nervoso:

"Para com isso, cara. Eu chamei você pra consertar a TV, não pra flertar." Mas por dentro, eu já estava sentindo um calor subindo. Ele era gato pra caramba, com aqueles olhos castanhos e o corpo atlético.

Ele terminou o serviço e testou tudo, e perguntou se eu precisava de mais alguma coisa.

Não sei o que me deu, mas foi a deixa para eu entrar na brincadeira.

"Quer toma ruma cerveja? Só pra relaxar um pouco, o dia tá quente."

Peguei duas na geladeira. Sentamos no sofá de novo, e a conversa fluiu para coisas mais pessoais. Ele contou sobre ex-namoradas e uns rolos com caras, e eu fui abrindo um pouco, admitindo que sim, eu gostava de meninos, mas que era discreto.

"Viu? Eu sabia", disse ele, dando um tapa leve na minha coxa. "Aquela revista não mente."

Aí as coisas esquentaram. Ele se inclinou mais perto, o cheiro de suor misturado com colônia me deixando tonto.

"E se a gente experimentasse algo? Eu vi como você me olhava enquanto eu trabalhava. Seu pau tá duro aí na bermuda, dá pra ver."

Ele tinha razão – eu estava excitado só de imaginar. Ele colocou a mão na minha perna, subindo devagar.

"Deixa eu te mostrar o meu. É grande, você vai gostar."

Eu me afastei um pouco, ele abriu o zíper da calça dele devagar, sem pressa.

"Só olha, então. Sem compromisso." E aí ele tirou pra fora – meu Deus, era enorme. Uns 20 cm, grosso como uma lata de refrigerante, veias pulsando, a cabeça rosada e brilhante de pré-gozo.

Ele pegou minha mão e guiou até lá, e eu cedi um pouco, apertando devagar. Era duro como pedra, quente na minha palma.

Ele gemeu baixinho:

"Isso, assim. Agora, por que não experimenta com a boca? Eu sei que você quer. Aquela revista no banheiro... você deve fantasiar com paus assim."

Ele se levantou um pouco, o pau balançando na minha cara, e eu senti o cheiro almiscarado, irresistível.

Eu me inclinei devagar, a língua tocando a pele dele. Era grosso, preenchendo minha boca só com a ponta. Ele gemeu mais alto:

"Isso, bom menino. Agora engole mais."

Eu resisti: "Não consigo, é grande demais." Mas ele empurrou devagar os quadris, forçando mais pra dentro, e eu cedi, chupando com vontade agora.

"Chupa esse pau grosso, eu sei que você sonha com isso. Lambe as bolas também."

Eu obedeci, sugando as bolas peludas dele, depois voltando pro pau, engolindo uns 15 cm de uma vez, engasgando um pouco mas continuando. Ele segurava minha cabeça, ditando o ritmo:

"Mais fundo, vai. Você é bom nisso." Eu lambia a veia principal, circundava a cabeça com a língua, sentindo o pré-gozo escorrendo na minha garganta.
Depois do boquete, ele me virou de bruços no sofá, lubrificando com saliva – nada de camisinha, era tudo cru e intenso.

"Agora você vai dar pra mim", disse ele.

Eu protestei fraco:

"Vai devagar, por favor."

Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, o pau grosso me esticando ao limite, uma dor gostosa misturada com prazer.

"Relaxa, sente como preenche você."

Ele bombava devagar no início, depois mais forte, batendo nas minhas nádegas, o som ecoando no apartamento.

Eu gemia alto:

"Ah, Carlos, mais fundo."

Ele obedecia, socando os 20 cm inteiros, as bolas batendo na minha bunda.

Mudamos de posição – eu de quatro no chão, ele por trás, puxando meu cabelo.

"Você é apertadinho, delícia. Dá rebolando agora."

Eu rebolava, sentindo cada veia roçando nas paredes internas. Ele me fodia com força, suando em cima de mim, até gozar dentro, enchendo tudo com jatos quentes e grossos. Eu gozei logo depois, sem nem tocar no meu pau, só do atrito.

Depois, ficamos ali ofegantes. Ele se vestiu, deu um beijo na minha boca e disse:

"Serviço concluído. Qualquer problema, me chama de novo."

Eu sorri, exausto e satisfeito.

Quer me ver fazendo sacanagem é só entrer en Xhamster Gay e procurar por Alan Long.


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Ficha do conto

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alanlong47

Nome do conto:
O cabo do técnico de TV

Codigo do conto:
256212

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
05/03/2026

Quant.de Votos:
12

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