Naquela semana precisei ir para Curitiba para uma conferência. Reservei um hotel decente no centro da cidade, daqueles com quartos confortáveis e serviço razoável. Cheguei exausto depois de um voo atrasado, por volta das 22h, ansioso para tomar um banho e cair na cama.
Quando cheguei na recepção, o atendente me olhou com uma cara de desculpas.
"Senhor, infelizmente houve um overbooking. Estamos lotados por causa de um evento na cidade. Mas não se preocupe, arrumamos uma solução: você vai dividir o quarto com outro hóspede solteiro. É um quarto com duas camas de solteiro, e ele já concordou.
" Eu resmunguei algo sobre reclamar, mas estava cansado demais para brigar. Aceitei, peguei a chave e subi para o quarto 512.
Ao abrir a porta, ouvi o som de água correndo no banheiro. O quarto era simples: duas camas separadas por uma mesinha, uma TV, uma janela com vista para a avenida iluminada. Minhas malas já estavam ali, deixadas pelo carregador. Sentei na cama vazia e esperei.
O chuveiro parou, e a porta do banheiro se abriu. De lá saiu um rapaz jovem, completamente nu, secando o cabelo com uma toalha como se fosse a coisa mais natural do mundo.
'123
Ele era lindo: uns 20 anos, corpo atlético, pele morena clara, cabelos pretos curtos e bagunçados, olhos castanhos expressivos. Alto, por volta de 1,85m, com músculos definidos mas não exagerados – dava para ver que malhava, talvez jogasse futebol ou algo assim. E, meu Deus, ele não tinha vergonha nenhuma.
Caminhou pelo quarto pelado, a toalha no ombro, e sorriu para mim como se fôssemos velhos amigos.
"E aí, cara? Sou o Lucas. Desculpa a bagunça, acabei de chegar também. O hotel fodeu com a gente, né?" Ele estendeu a mão, ainda nu, e eu apertei, tentando não olhar para baixo.
Mas era impossível não notar. Seu pau era impressionante, mesmo flácido: grosso, veias marcadas, pendurado uns 15 cm, e eu sabia que quando endurecesse seria uma arma.
Ele riu da minha cara de surpresa. "Relaxa, véio. Em casa eu fico assim o tempo todo. Não ligo, e você? Se incomodar, eu coloco uma cueca." Eu gaguejei algo como
"Não, tudo bem, fica à vontade", sentindo um calor subindo pelo corpo. Fazia tempo que eu não ficava com um cara, e ali estava aquele garoto desinibido, transformando o quarto em um playground.
Ele se jogou na cama dele, ainda nu, e pegou o celular para mexer. Conversamos um pouco: ele era estudante de engenharia, estava na cidade para um estágio, e veio de uma cidade do interior. Super de boa, falava de tudo – futebol, séries, viagens – sem filtro. Eu contei sobre meu trabalho, e ele ouvia atento, rindo das minhas piadas ruins. Quando fui tomar banho, tentei ser discreto, saí de cueca e camiseta. Mas ao voltar, vi que ele já estava deitado de lado, dormindo pelado, a coberta cobrindo só metade do corpo. Seu pau repousava na coxa, e eu precisei me controlar para não ficar olhando.
Na primeira noite, nada aconteceu. Dormi mal, excitado com a presença dele, mas mantive distância.
No dia seguinte, a conferência me consumiu o dia todo. Voltei à noite, por volta das 21h, e Lucas já estava lá, assistindo TV de cueca – pelo menos isso.
"E aí, Alan? Dia foda?" Perguntou, oferecendo uma cerveja que tinha comprado.
Aceitei, sentamos nas camas e bebemos, conversando sobre a vida. Ele contou que era bissexual, aberto, sem rótulos.
"Gosto de gente, sabe? Sem frescura." Eu admiti que era bi, e ele sorriu.
"Legal, cara. Relaxa, aqui é zona livre."
Ele tomou banho de novo, e saiu nu mais uma vez, dessa vez secando o corpo na minha frente.
"Tá quente pra caralho hoje", reclamou, abanando o pau como se fosse um ventilador. Ri nervoso, mas meu olhar traía. Ele notou.
"Ei, você tá olhando, né? Tudo bem, eu não ligo." Sentou na minha cama, ainda nu, e começou a falar sobre sexo abertamente.
"Sabe, eu tenho 23 cm quando duro. As minas piram, mas os caras também. Já experimentou um assim?" Meu coração acelerou. Eu neguei com a cabeça, mas meu pau já estava endurecendo na calça.
Ele se aproximou, tocando meu braço.
"Quer ver?" Antes que eu respondesse, ele pegou minha mão e colocou no pau dele, que começou a crescer imediatamente. Era macio, quente, e em segundos estava ereto: 23 cm de puro tesão, grosso como meu pulso, cabeça rosada brilhando.
"Tá gostando?", sussurrou. Eu assenti, hipnotizado. "Ve, chupar!"
Comecei a mamar sem parar, era um colosso aquela pau, eu chupava com vontade. Ele era acelerado e não perdeu tempo.
Me virou de costas, lubrificou com cuspe e um creme que tinha na bolsa, e foi entrando devagar. Doía no começo – era enorme –, mas ele ia parando, beijando meu pescoço, dizendo
"Relaxa, véio, vai entrar tudo". Quando enfim entrou inteiro, eu gemi alto, sentindo-me preenchido como nunca. Ele bombava devagar no início, depois acelerou, mãos nas minhas costas, gemendo rouco.
"Que cuzinho apertado, porra... Tá gostoso?" Eu só conseguia gemer sim, enquanto ele me fodia com força, o pau batendo no fundo.
Viramos de lado, ele me abraçando por trás, uma mão no meu pau me masturbando enquanto metia.
Gozei primeiro, jorrando na cama, e ele veio logo depois, enchendo meu cu com porra quente, pulsando forte. Ficamos ali ofegantes, ele ainda dentro de mim, beijando minha nuca. "Foi foda, né?", disse rindo. Dormimos nus, colados.
Nas noites seguintes, repetimos: ele saía nu do banho, eu caía de boca no pau dele, chupando até engasgar, e ele me comia em posições diferentes – de quatro, eu cavalgando, contra a parede. Foi a viagem de trabalho mais inesquecível da minha vida. Quando voltei para casa, trocamos números, mas aquele overbooking mudou tudo.
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