No swing com a namorada, acabei chupando uma rola

O que aconteceu naquela noite na casa de swing mudou completamente o jeito como eu via meu próprio desejo. Marcela, minha namorada de dois anos, sempre foi mais aberta que eu. Ela quem sugeriu:

“Vamos só olhar, amor. Se não rolar clima, a gente vai embora.” Eu concordei, nervoso, mas curioso pra caralho.

A casa ficava num bairro nobre, discreta por fora, mas lá dentro era puro fogo. Luzes vermelhas baixas, sofás de veludo, música eletrônica sensual pulsando baixo. Tinha uns 15 casais espalhados: alguns já se beijando no bar, outros já pelados numa sala maior com colchões no chão. O ar cheirava a perfume caro, suor e sexo.

A gente sentou num sofá de canto. Marcela, com aquele vestidinho preto curto que marcava os peitos dela, já estava molhada só de ver o ambiente. Eu bebia uma cerveja gelada quando eles se aproximaram.

Ele se chamava Paulo, uns 35 anos, alto, corpo definido de academia, barba bem feita e um olhar que parecia me despir. A esposa dele, Lúcia, era morena, curvilínea, uns 32, com um sorriso safado que mostrava que ela mandava no jogo. Eles sentaram do nosso lado, conversamos besteira – trabalho, viagens –, mas o clima já estava elétrico. Marcela ria alto demais, eu sentia o pau meio duro só de imaginar.

Não demorou muito e a gente estava no quarto privativo que eles reservaram – uma suíte com cama king, espelhos nas paredes e uma poltrona grande de frente. As roupas caíram rápido. Marcela ficou nua primeiro, os peitos durinhos, a buceta depilada brilhando. Lúcia era mais experiente, tirou a calcinha devagar, mostrando a boceta lisinha.

Eu e Paulo ficamos de cueca, mas dava pra ver que ele já estava duro pra caralho – o volume grosso marcando o tecido.

Começou normal. Eu beijei Marcela enquanto Lúcia chupava os peitos dela. Paulo veio por trás de mim, roçando o pau por cima da cueca na minha bunda. Eu tremi. A sensação era boa pra porra. Marcela gemeu quando Lúcia enfiou dois dedos nela. Eu me virei e comecei a comer Lúcia de quatro, o pau entrando fácil na boceta quente e molhada dela. Paulo comeu Marcela do outro lado. O quarto encheu de barulho de pele batendo, gemidos misturados.

Foi aí que a coisa esquentou de verdade.

Lúcia parou de gemer, olhou pra mim com aqueles olhos de quem sabe exatamente o que quer e disse, voz rouca:

— Alan, vem aqui. Quero ver você chupando o pau do meu marido.

Eu congelei. Marcela virou a cabeça na hora, olhos arregalados de surpresa.

— O quê? — ela sussurrou, mas não parou de rebolar no pau do Paulo.

Lúcia segurou meu cabelo com firmeza, mas sem forçar, só guiando. Eu me ajoelhei na frente de Paulo. O pau dele era grosso, veioso, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Tinha cheiro de homem, suor limpo e tesão. Meu coração batia na garganta. Marcela estava olhando fixo, boca entreaberta, chocada, mas claramente excitada – a mão dela desceu pro clitóris sem que ela percebesse.

Eu abri a boca. A cabeça entrou quente, grossa, esticando meus lábios. O gosto era salgado, bom. Chupei devagar no começo, sentindo a veia pulsar na língua. Paulo gemeu grave, colocou a mão na minha cabeça.

— Isso, Alan… chupa gostoso.

Lúcia riu baixinho, safada:

— Olha pra sua namorada, Alan. Ela tá adorando ver você virando putinha do meu marido.

Marcela não disse nada. Só respirava pesado, os olhos vidrados no meu rosto enquanto eu engolia mais fundo. Eu sentia o pau dele bater no fundo da garganta, saliva escorrendo pelo queixo. Eu estava duro pra caralho, pau latejando sem ninguém tocar.

Lúcia puxou Marcela pra poltrona ao lado. As duas sentaram, pernas abertas, se tocando devagar enquanto assistiam.

— Continua — Lúcia ordenou.

Eu chupei com mais vontade. Paulo segurou minha cabeça e fodeu minha boca com estocadas curtas. Eu gemia em volta do pau dele. Marcela soltou um gemido alto, surpresa e excitada ao mesmo tempo:

— Meu Deus, Alan… você tá tão… gostoso assim.

Foi o gatilho. Paulo me levantou, me virou e me jogou na cama de quatro. Eu nem pensei em resistir. Marcela e Lúcia se acomodaram na poltrona, mãos nas bucetas, assistindo.

Ele cuspiu na minha bunda, passou o dedo, depois dois. Eu gemi alto quando ele enfiou o pau devagar. A cabeça grossa abriu meu cu, queimando gostoso. Eu nunca tinha dado pra ninguém, mas meu corpo aceitou como se esperasse por isso a vida inteira. Ele entrou até o talo, bolas batendo nas minhas. A dor virou prazer rápido.

— Caralho, Alan… seu cu é apertado pra porra — ele rosnou, começando a meter forte.

Cada estocada me fazia gemer como uma puta. Meu pau babava no lençol. Marcela estava hipnotizada, dedando a buceta enquanto via o namorado sendo fodido.

Aí a porta se abriu um pouco. Um cara que a gente tinha visto no salão principal – alto, tatuado, uns 30 anos, pau já duro na mão – entrou sem pedir. Lúcia sorriu pra ele:

— Entra, Rafael. O Alan tá dando pra todo mundo hoje.

Rafael não falou nada. Só subiu na cama, ajoelhou na minha frente e enfiou o pau na minha boca enquanto Paulo continuava metendo no meu cu. Eu estava cheio dos dois lados. Dois paus me usando ao mesmo tempo. O gosto do Rafael era diferente, mais forte, e ele fodia minha garganta sem dó.

Marcela soltou um gemido longo, quase de choque:

— Alan… você tá… tomando dois… caralho…

Lúcia riu e beijou o pescoço dela.

— Olha como ele mama gostoso. Os machos se pegando é a melhor coisa, né?

Eu perdi a noção do tempo. Paulo metia fundo, batendo na próstata toda hora, me fazendo ver estrelas. Rafael segurava minha cabeça e enfiava até as bolas. Saliva, suor, gemidos. Meu cu piscava em volta do pau do Paulo, meu pau duro roçando no lençol a cada estocada.
Paulo gozou primeiro. Grunhiu, segurou minha cintura e encheu meu cu de porra quente. Eu senti cada jato. Ele saiu devagar, e o cu ficou aberto, gozo escorrendo pelas minhas coxas.

Rafael me virou de costas, deitou em cima de mim e me penetrou de uma vez. O pau dele era mais comprido, batia mais fundo. Ele me fodeu com força, peito colado no meu, boca no meu pescoço mordendo. Eu gemia sem parar, voz rouca:

— Me fode… me fode mais…

Marcela e Lúcia estavam se beijando agora, mas sem tirar os olhos da gente. Dedos nas bucetas alheias, assistindo os dois machos se pegando como animais.
Rafael gozou dentro de mim também. Grunhiu no meu ouvido e me encheu de porra. Quando ele saiu, eu estava destruído, cu latejando, cheio de gozo dos dois, pau ainda duro, corpo tremendo.

As meninas se aproximaram. Marcela me beijou devagar, olhos brilhando de tesão e surpresa.

— Você foi… incrível — sussurrou ela, lambendo meus lábios. — Nunca imaginei que ia gostar tanto de ver você dando pra outro homem.

Lúcia sorriu, passou o dedo no meu cu e provou o gozo misturado.

— Bem-vindo ao clube, Alan.

Eu fiquei ali, deitado, gozo escorrendo, pau latejando, enquanto as duas me limpavam com a língua. Marcela chupou meu pau devagar, saboreando o gosto indireto do que tinha acontecido.

Aquela noite eu não só descobri que adorava dar o cu pra homem. Eu descobri que Marcela adorava ver. E que a gente ia voltar pra aquela casa de swing… muitas outras vezes.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
No swing com a namorada, acabei chupando uma rola

Codigo do conto:
259248

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
12/04/2026

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