Depois da partida, que eles venceram por 3 a 1, o time se reuniu no vestiário improvisado atrás do campo – uma casinha velha com chuveiros e bancos de madeira. Eu fiquei por ali, ajudando a recolher as bolas e as camisas, como voluntário do bairro. Na verdade, era uma desculpa para ficar perto deles. Enquanto os outros jogadores iam embora, Fernando e Pedro ficaram para trás, rindo e comentando o jogo, ainda com as chuteiras sujas de grama.
Eu estava guardando as redes quando ouvi Lucas dizer:
"Ei, Alan, você tava olhando pro jogo inteiro, né? Mas não pro jogo... pro Pedro aqui."
Meu rosto corou na hora. Eu gaguejei algo como
"Quê? Não, tava só assistindo."
Mas Pedro riu e se aproximou, ainda sem camisa, o suor escorrendo pelo peito definido.
"Cara, a gente viu você no banheiro do campo na semana passada. Você tava olhando pros caras se trocando, né? Não disfarça, a gente sabe que você curte pau."
Meu estômago revirou. Como eles descobriram? Ah, sim, eu me lembrei: na semana anterior, durante um intervalo, eu tinha entrado no banheiro e ficado um pouco mais tempo do que o necessário, espiando disfarçadamente os jogadores se lavando. Eu achava que ninguém tinha notado, mas aparentemente eles estavam de olho.
"Relaxa, mano", disse Lucas, batendo no meu ombro. "A gente não vai contar pra ninguém. Na verdade... a gente curte isso. Tipo, experimentar coisas novas depois de um jogo assim, sabe? Adrenalina alta."
Eles me olharam com aqueles olhos famintos, e eu senti um arrepio. Pedro fechou a porta do vestiário, trancando por dentro.
"Vem cá, quer provar? Ninguém vai saber." Meu coração batia forte, mas eu estava excitado. Eu sempre fantasiei com algo assim – dois caras héteros, ou pelo menos curiosos, me usando depois do jogo.
"Eu... não sei", murmurei, mas Fernando já estava abrindo o short, revelando o pau semi-duro, grosso e venoso, ainda com o cheiro de suor do jogo.
"Só chupa um pouco, vai. Pra relaxar a gente."
Pedro se juntou, tirando o short também, e seu pau era mais longo, curvado pra cima, latejando. Eles se sentaram no banco, pernas abertas, e me puxaram pra perto.
"Vai, Alan a gente sabe que você quer. Imagina a gente te enchendo de porra depois de ganhar o jogo. É tipo uma recompensa." As palavras deles me convenceram – ou melhor, meu tesão me convenceu.
Eu me ajoelhei no chão sujo do vestiário, o cheiro de homem e grama no ar, e peguei o pau de Fernando primeiro. Era quente na minha mão, e eu lambi a cabeça, sentindo o gosto salgado de suor. Ele gemeu:
"Isso, caralho, chupa direito."
Eu comecei devagar, chupando Fernando enquanto masturbava Pedro ao lado. Ele segurou minha cabeça, empurrando mais fundo, fazendo eu engasgar um pouco, mas eu adorei.
"Troca agora", disse Pedro, e eu passei pro pau dele, engolindo o máximo que podia, enquanto Fernando se masturbava assistindo. Eles riam e gemiam, chamando-me de "putinho do time", o que só me deixava mais louco. Depois de uns minutos, Fernando me levantou:
"Agora vira de costas, vai dar pra gente."
Eu tirei a calça rápido, tremendo de excitação. Pedro foi primeiro – ele cuspiu na mão, lubrificou o pau e me penetrou devagar, segurando minha cintura. Doía um pouco no começo, mas logo virou prazer puro, com ele bombando forte, como se estivesse marcando um gol.
"Que cuzinho apertado, porra", grunhiu ele. Fernando ficou na frente, enfiando o pau na minha boca de novo, me fazendo chupar enquanto Pedro me fodia. Eles trocaram de posição: Fernando me comeu por trás, mais rápido e profundo, batendo nas minhas nádegas, enquanto eu chupava Pedro, sentindo o pau dele pulsar na minha garganta.
O vestiário ecoava com nossos gemidos e o som de pele contra pele. Pedro gozou primeiro, enchendo minha boca de porra quente, me fazendo engolir tudo. Fernando veio logo depois, explodindo dentro de mim, o sêmen escorrendo pelas minhas pernas.
Eu gozei sem nem me tocar, só de sentir eles me usando. Depois, exaustos, nos lavamos no chuveiro rápido, rindo como se nada tivesse acontecido.
"Boa, Alan. Da próxima vez, depois do jogo, a gente repete", disse Fernando, piscando.
Saí dali com as pernas bambas, mas satisfeito. Aquele virou nosso segredo – e o melhor pós-jogo da minha vida.
Quer me ver em ação é é só procurar Alan Long no xhamster gay.