Ela era a morena mais gostosa do grupo. Cabelo cacheado, bundão empinado, peitos firmes que balançavam quando ela ria. Passei o dia inteiro colado nela, flertando pesado, roçando “sem querer” na trilha, imaginando como ia ser enfiar a língua naquela buceta depiladinha quando todo mundo dormisse. Já estava louco pra chupar ela até gozar na minha boca.
Mas o destino tinha outros planos.
Eu e o Caio dividíamos a barraca maior. Ele era alto, corpo atlético de quem joga futebol todo fim de semana, pele morena, sorriso fácil e um jeito tranquilo de macho que todo mundo respeitava. A gente se dava bem, bebia junto, falava de mulher, de futebol... nunca imaginei o que viria pela frente...
A fogueira tinha apagado tarde. Todo mundo já estava nas barracas. Eu voltei da tentativa frustrada com a Sabrina — ela tinha ficado com um amigo e me deu um fora sutil, dizendo que estava cansada. Voltei puto, de pau duro dentro da bermuda, imaginando que ia ter que bater uma pensando nela.
Entrei na barraca e o Caio já estava deitado só de cueca boxer preta. A luz do lampião de acampamento deixava tudo meio dourado. Notei pela primeira vez como ele era bem feito: peito largo, abdômen marcado, coxas grossas. E, caralho... a cueca dele estava estufada. Um volume absurdo, pesado, que descia pela coxa mesmo estando mole.
— E aí, pegou a Sabrina? — ele perguntou rindo, já sabendo a resposta pelo meu jeito.
— Porra nenhuma. A mina é difícil — respondi, tirando a camiseta e ficando só de bermuda.
Deitamos lado a lado. O espaço era apertado. Começou a ventar forte e logo depois veio uma chuva grossa, daquelas que batem no nylon da barraca fazendo barulho. O frio entrou rápido. A gente puxou os sacos de dormir, mas o Caio reclamou que o dele estava molhado na ponta.
— Vem pra cá, cara. Meu saco é grande, cabe nós dois — ele disse, abrindo o zíper.
Eu hesitei dois segundos. Mas tava frio pra caralho. Entrei. Nossos corpos se encostaram. Peito com peito, coxa com coxa. Senti o calor dele. E senti também algo grosso e quente encostando na minha perna. O pau do Caio.
Fiquei quieto. Ele também. Mas nenhum dos dois se afastou.
— Tá rolando uma tensão aqui hein — ele murmurou depois de uns minutos, voz rouca.
— Que tensão, porra? — tentei rir, mas minha voz saiu estranha.
Ele virou o rosto pra mim. Olhos nos olhos. E então, sem pedir, colocou a mão grande na minha coxa e subiu devagar até apertar meu pau por cima da bermuda. Eu estava duro. Muito duro.
— Relaxa, Alan. Eu sei que você é macho pra caralho. Mas também sei que tá louco pra gozar hoje.
Meu coração batia forte. Eu deveria ter tirado a mão dele. Deveria ter dito que era hétero, que só gostava de buceta. Mas não tirei. Fiquei parado enquanto ele massageava meu pau com firmeza, apertando as bolas por cima do tecido.
— Caio... caralho... — foi tudo que consegui dizer.
A mão dele desceu minha bermuda e pegou meu pau direto na pele. Começou a me masturbar devagar...
Depois ele desceu a cabeça. Senti a boca quente engolindo meu pau até o fundo. Caio chupava gostoso, sem pressa, lambendo as bolas, enfiando a língua na cabeça. Eu gemia baixo, segurando a cabeça dele, fodendo sua boca devagar.
— Porra, você chupa bem pra um cara...
Ele levantou o rosto, sorriu e disse:
— Agora é sua vez de sentir o que é bom de verdade.
Caio tirou a cueca. O pau dele saltou. Era enorme. Grosso, comprido, veioso, a cabeça rosada brilhando. Devia ter uns 22cm e uma grossura que minha mão mal fechava em volta. Um pau de macho dominante.
Ele pegou um sachê de lubrificante que tinha na mochila (o safado já tinha planejado isso?) e passou na rola dele e nos dedos. Me virou de lado, de conchinha, e começou a esfregar a cabeça grossa na minha bunda.
— Relaxa o cu, Alan. Você vai gostar. Macho como você merece levar um pau bom.
Eu tremia. Medo misturado com tesão insano. Ele enfiou um dedo, depois dois, abrindo meu cu virgem. Doía um pouco, mas o tesão era maior. Quando ele encostou a cabeça do pau e começou a forçar, eu segurei o saco de dormir com força.
— Aaaahhh... caralho... devagar...
Centímetro por centímetro, o pauzão do Caio entrou em mim. Eu sentia meu cu sendo aberto, esticado ao máximo. Quando ele estava todo dentro, bolas encostadas na minha bunda, ele parou e sussurrou no meu ouvido:
— Agora você é minha Sabrina hoje.
Começou a meter. Devagar no início, depois mais fundo, mais forte. O barulho molhado do pau entrando e saindo do meu cu se misturava com a chuva lá fora. Cada estocada acertava minha próstata e mandava ondas de prazer que eu nunca tinha sentido na vida. Meu pau babava sem parar.
— Tá gostando, né? Fala que tá gostando de dar o cu pro macho — ele mandou, metendo mais forte.
— Tô... porra... tô gostando... me fode, Caio...
Ele me virou de quatro, segurou minha cintura e me comeu com vontade. O pauzão entrava inteiro, saindo quase todo e voltando com força. Eu gemia como uma cadela, empinando a bunda pra ele. O prazer era absurdo. Muito melhor que qualquer buceta que eu já tinha comido.
Ele gozou primeiro. Senti o pau pulsar dentro de mim e o jato quente enchendo meu cu. Isso me fez gozar também, sem tocar no pau, jorrando no saco de dormir enquanto ele continuava metendo.
Ficamos ali, suados, ofegantes, o pau dele ainda dentro de mim amolecendo. Ele me beijou na nuca.
— Bem-vindo ao outro lado, Alan.
Na manhã seguinte, quando vi a Sabrina saindo da barraca dela, nem senti mais aquela fome louca. Meu cu estava dolorido, latejando, mas de um jeito gostoso. Eu sabia que queria mais. Queria o Caio de novo. Descobri que dar pro pau grosso de um macho era infinitamente melhor que comer buceta. O prazer era mais profundo, mais sujo, mais intenso.
Depois daquela noite no acampamento, virei louco pra repetir. E repetimos. Muitas vezes.