Levei uma pintada do pintor

Eu me chamo Alan e moro no 12º andar de um prédio antigo no centro da cidade.

Eu tinha acabado de tomar banho, o corpo ainda úmido, e decidi ficar só de calcinha — uma bem pequena, preta, de renda, que mal cobria minha bunda redonda e deixava meu pau meio apertado na frente.

Esqueci completamente que o prédio estava em reforma. O pintor da fachada trabalhava lá fora, pendurado nas cordas de segurança, descendo devagar pela lateral do prédio.

Eu estava na sala, de costas para a janela grande que dava para a varanda, mexendo no celular, rebolando um pouco sem nem perceber enquanto a música tocava baixa.

De repente, ouvi um barulho metálico bem perto. Virei o rosto e lá estava ele: o pintor, suspenso a poucos centímetros da vidraça, o rosto suado, o capacete inclinado, os olhos arregalados fixos em mim.

Ele segurava o rolo de tinta com uma mão e a corda com a outra, mas tinha parado completamente de pintar.

Meu coração deu um salto. Eu estava ali, praticamente nu, só de calcinha, a renda marcando a curva da minha bunda, o pau já meio inchado de vergonha e de algo mais. Tentei cobrir com as mãos, mas era tarde. Ele não desviou o olhar. Pelo contrário. Um sorriso lento se abriu no rosto dele, um sorriso safado, de quem gostou pra caralho do que viu.

— Caralho... — murmurou ele, a voz abafada pelo vidro, mas eu li os lábios. — Que visão, hein?

Eu corei até a raiz do cabelo, mas algo dentro de mim acendeu. Em vez de correr pro quarto, eu me aproximei da janela, devagar, deixando ele ver melhor. Parei bem na frente dele, a calcinha esticada na frente, meu pau marcando o tecido fino. Ele lambeu os lábios, os olhos descendo pelo meu corpo todo.

— Desculpa... eu esqueci que vocês estavam trabalhando — falei, a voz tremendo um pouco de excitação.

Ele riu baixo, o peito largo subindo e descendo dentro da camiseta branca suja de tinta.

— Não precisa pedir desculpa, eu que agradeço. Tô aqui há horas pintando essa merda e de repente ganho esse presente.

Eu sorri, mordendo o lábio. O nome dele era Carlos, eu soube depois. Uns 35 anos, pele morena de sol, braços grossos de quem trabalha pesado, barba rala e um volume bem visível na calça jeans justa, mesmo pendurado ali.

— Quer... entrar um pouco? — perguntei, direto. — Quando terminar o expediente, claro. Eu te espero.

Ele piscou, surpreso, mas o sorriso cresceu.

— Pode apostar que eu venho.

O dia se arrastou. Eu fiquei ansioso pra caralho, troquei de calcinha três vezes, escolhi uma vermelha, mais transparente, que deixava minha bunda ainda mais empinada. Limpei o apê, deixei a cama arrumada, coloquei uma playlist sensual no som. Às seis e meia em ponto, a campainha tocou.

Abri a porta e lá estava ele: banho tomado, cheirando a sabonete barato e suor limpo, camiseta preta colada no peito largo, calça jeans escura. Os olhos dele me percorreram inteiro — eu só de calcinha vermelha e nada mais.

— Porra, você é ainda mais gostoso de perto — ele rosnou, entrando e fechando a porta com o pé.

Não deu tempo de oferecer nada. Carlos me prensou contra a parede do corredor, boca faminta na minha, língua grossa invadindo. As mãos grandes dele desceram direto pra minha bunda, apertando forte, separando as nádegas por cima da renda. Eu gemi no beijo, sentindo o pau dele já duro, enorme, roçando na minha barriga.

— Eu passei o resto da tarde pensando nessa bundinha — ele murmurou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Quero ver você de quatro, mas primeiro...
Ele me empurrou de joelhos no tapete da sala. Eu nem hesitei. Abri o zíper dele com pressa, puxei a calça e a cueca pra baixo. O pau dele saltou pra fora — grosso, veioso, cabeça rosada brilhando de pré-gozo, uns bons 20 centímetros. Eu lambi os lábios e meti na boca de uma vez.

Carlos gemeu alto, mão na minha nuca, empurrando devagar enquanto eu chupava com fome. Eu lambia a cabeça, descia a língua pela veia grossa, engolia até onde conseguia, babando tudo. Ele fodia minha boca com estocadas ritmadas, gemendo palavrões:

— Isso, chupa gostoso... porra, que boca quente...
Eu chupei ele por uns bons quinze minutos, babando no saco pesado, lambendo as bolas, voltando pro pau, engasgando de propósito pra ele sentir o aperto da garganta. Ele estava louco, suor escorrendo no peito, segurando meu cabelo.

— Levanta — ordenou, rouco.

Eu me levantei. Ele me virou de costas, puxou a calcinha pro lado sem tirar, cuspiu na mão e passou na minha entrada. Dois dedos grossos me abriram, me preparando rápido. Eu gemia, empinando a bunda, pedindo mais.

— Quer sentar no meu pau, né, safado?
— Quero... por favor...

Ele sentou no sofá, pau latejando pra cima. Eu me posicionei por cima, de frente pra ele, calcinha ainda de lado. Segurei o pau dele e desci devagar. A cabeça grossa me abriu, me esticou inteirinho. Eu desci centímetro por centímetro, gemendo alto, até sentar todo, sentindo ele bem fundo dentro de mim.

— Caralho... que cu apertado... — ele grunhiu, mãos na minha cintura.

Comecei a cavalgar. Devagar no começo, sentindo cada veia, cada pulsação. Depois mais rápido, quicando forte, a bunda batendo nas coxas dele. Carlos subia o quadril, metendo fundo, me furando. O pau dele acertava minha próstata toda vez, me fazendo ver estrelas. Eu segurava nos ombros dele, gemendo sem parar, pau duro roçando na barriga dele.

— Me fode, Carlos... me usa...

Ele me virou de quatro no sofá, puxou a calcinha pro chão e meteu de uma vez. Estocadas brutas, fundas, o saco dele batendo na minha bunda. Eu empinava, pedindo mais, o cu piscando em volta do pau grosso. Ele me segurava pelos quadris, metendo como um animal, suado, gemendo meu nome.
Quando gozei, foi sem tocar no pau — jatos grossos no sofá enquanto ele continuava me arrombando. Ele não aguentou muito mais. Puxou o pau pra fora e gozou na minha bunda toda, pintando as nádegas e a calcinha vermelha de porra quente.

Caímos no sofá, ofegantes. Ele me puxou pro peito, beijando minha testa suada.

— Amanhã eu volto pra dar mais um apintada... murmurou, sorrindo. — Mas acho que vou demorar mais uns dias pra terminar esse serviço.

Eu ri, ainda sentindo ele latejar dentro de mim.

— Pode demorar o quanto quiser. A vista daqui é bem melhor com você por perto.

Quer me ver pelado sentando num pau, é só entrar em Xhamster gay e procurar por Alan Long.


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Ficha do conto

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alanlong47

Nome do conto:
Levei uma pintada do pintor

Codigo do conto:
258872

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
07/04/2026

Quant.de Votos:
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