No bloco de carnaval, chupei

Estava morando em Santos há mais ou menos 3 anos, me mudei por conta de um trabalho que arrumei na cidade, trabalhava em esquema de rodízio nos feriados e naquele ano fui escalado para trabalhar em em pleno carnaval, mas no sábado no fim da tarde consegui uma folguinha para ir em um bloco tradicional onde os homens se vestiam de mulher. Estava tenso, ensaiava essa aventura todos os anos, mas nunca tinha coragem de realizar, dessa vez seria pra valer!

Esses blocos são sempre uma bagunça, os homens bebem e ficam zoando, tirando sarro um do outros, como se fosse tudo uma grande piada, mas no fundo para muitos deles era um monento de liberar as fantasias.

Normalmalmente eles colocam uma piruca um vestido e se pintam, mas eu não, já que é pra ir de mulher, iria caprichar, coloquei uma camiseta branca justa, depois a minissaia xadrez vermelha e preta, típica de colegial safada de filme pornô. A saia mal cobria metade da bunda; qualquer vento ou movimento mais brusco e tudo aparecia. Por fim vesti uma calcinha preta fio dental – fina demais, quase um cordão. Quando vesti, senti o tecido sumir entre as nádegas e o pau meio duro já marcando na frente.

Coloquei uma bermuda por cima de tudo, pois não dava pra sair daquele jeito pela portaria. Coloquei a peruca loira, os sapatos de plataforma na mochila e fui, como um macho alfa sem dar pinta alguma.

Assim que abri a porta do apartamento dei de cara com meu vizinho de porta, Ricardo. Ele estava saindo com sua namorada, uma loira escultural que fazia questão de me cumprimentar toda vez que me via. Eu tinha o maior tesão nela, principalmente pq sabia muito bem que ela gostava da coisa, pois eu ouvia seus gemidos de casa quando estavam transando na sala.

"E ai Alan, partiu, carnaval?" Disse Ricardo.

"Não Ricardo, cheguei a pouco do trabalho, vou sair pra comer algo e ficar de boa em casa vendo um filme.

"Que é isso Alan, hoje é dia de festa!" Completou Amanda, sua namorada.

"É verdade, mas minha festa vai ser embaixo da coberta respondi sorrindo." Queria me livrar deles o mais rápido possível.

Descemos juntos no elevador e Ricardo comentou que ia levar Amanda até a casa dela, para que ela se arrumasse, para uma festa que iam a noite. Se eu mudassse de ideia era só mandar mensagem que eu poderia ir junto. Naõ tinha muita intimidade com Ricardo, mas já nos conhecimos há um bom tempo. Agradeci e segui pela portaria cumprimentando João, o porteiro, eu sentia a calcinha roçando na bunda e ficava pensando que ninguém ali fazia a menor ideia de como eu estava vestido.

Enquanto andava pela rua, pensava como iria fazer a transição. Meu coração batia forte, em determinado momento pensei em desistir, mas fui em frente ou ficaria frustrado por não realizar aquela fantasia.

Quando cheguei no bloco, não acreditava no que estava vendo, dezenas de machos vestidos de mulher, gordos, magros, loiros morenos, jovens, velhos, tinha de tudo. Fiquei observando procurando uma forma de entrar na brincadeira. Foi quando vi um bar, entrei e fui até o banheiro, me tranquei no box e ali me transformei de vez.

Tirei a peruca da mochila, coloquei, loira lisa até os ombros. Retirei a bermuda e guardei na mochila. Vesti o sapato plataforma, e ganhei aguns centímetros e estava pronto.

Respirei fundo, abri lentamente a porta do box, e sai. Estava em transe, olhei no espelho pequeno do banheiro e quase não me reconheci. Parecia uma garota que fugiu da aula pra curtir o carnaval. Era hora de sair do banheiro. Respirei ainda mais fundo, tomei coragem e fui. Ali começava a aventura.

Encostei no balcão e pedi uma caipirinha, fiquei ali tomando, observando o movimento, o som do samba explodia nos alto-falantes. Cheiro de cerveja, suor, perfume barato e maconha. Estava tenso, achando que todos olhavam para mim, mas na realidade eu era somente mais um na multidão, isso me fez relaxar, e claro a bebida começou a fazer efeito e com ela o tesão passou a me dominar.

Sai do bar e entrei no meio da multidão tentando parecer invisivél, senti vários olhares grudarem em mim. Alguns riram, outros morderam o lábio, outros simplesmente ficaram olhando fixo pra minha bunda quase inteira à mostra toda vez que eu dava um passo.

Eu estava adoranto tudo aquilo, comecei a dançar. A saia subia, descia, subia de novo. Eu deixava. Sentia o ar quente batendo onde a calcinha não cobria nada.

O sol tinha ido embora, e cada vez mais a noite se aproximava, deixando o ambiente mais propício aos acontecimentos. Ficamos por ali por uma hora mais ou menos, eu estava como tinha imaginado, foi quando o bloco começou a andar e eu segui atrás, ao me redor uma porção de machos que pareciam gostar da minha animação. De repente, um cara colou em mim, loiro, alto, olhos verdes, um estilo alemão raiz, ele segurou minha cintura com as duas mãos e falou no meu ouvido:

— Caralho, você é de verdade ou eu tô muito louco?

Eu virei de frente, sorri e respondi bem baixinho:

— Sou bem de verdade…

Ele riu nervoso, mas apertou mais forte. Dançamos uns minutos assim, ele colado, eu rebolando de propósito pra sentir o volume dele crescendo contra minha bunda. O pau dele já tava duro pra caralho roçando no fio dental. Eu tava louco de tesão, o meu próprio pau escorrendo dentro da calcinha minúscula.

Ele não pensou duas vezes, meteu o dedo no meu rabo no meio da multidão, eu tentei reclamar, mas ele começou a mexer o dedo, e eu adorei, era uma delícia. Ele ficou naquilo uns 5 minutos. Estava claro que eu gostava da coisa, então ele se aproximlu do meu ouvido e perguntou.

- Quer chupar meu pau?

Respondi sem pensar, quero!

- Então chupa, ele colocou pra fora.

Aqui?!! Questionei. Foi quando reparei que ao meu lado um rapaz chupava o namorado na maior tranquilidade do mundo.

Pensei "será?"

- Vem chupa...

Não consegui resistir, apertei o pau dele, bati uma punheta, abaixei e caí de boca. Não conseguia pensar em nada, so sentia aquele volume batendo no fundo da minha garganta, estava uma delícia, o bloco começou a andar de novo e fui obrigado a parar de chupar e andar, ele não pensou duas vezes, voltou a colocar o dedo no meu rabo, eu estava entregue.

Assim qu eo bloco deu uma parada, ele me virou e guiou minha boca a seu pau, eu estava selvagem, chupava como uma puta, nem ai para as pessoas que estavam olhando. Foi quando eu percebi que a menos de 1 metro de mim estava Ricardo, meu vizinho.

Gelei na hora, vi que ele me olhava, sem mjuita certeza de que havia me reconhecido. Parei de chupar na hora, e me afastei do alemão, talvez esse movimento foi o que confirmou para Ricardo que eu era mesmo eu rsrsrs.

Tentei sair dali entre as pessoas, mas a muvuca era grande, dei dois passos pro lado e ouvi:

"Alan? "

Ferrou ele tinha me reconhecido, o que fazer, minha cabela girava a um milhão por hora, aquilo não estava nos meus planos. O que ele ia pensar? Será que Amanda estava lá? Será que ela me viu também? Que vergonha, como lidar com aquela situação?

Segui em frente sem olhar pra trás, durante essa escapada, minha mochila se prendeu entre as pessoas, e caiu no chão. E agora, volto pra pegar e encontro Ricardo? Nela só tinha a a bermuda, nem documentos eu tinha levado e a porta do ap deixei destrancada. Resolvi deixar pra trás, não pensei, só precisava sair dali, segui pelo meio do bloco e mais pra frente sai em direção a praia.

Quando parei e olhei pra trás o bloco estava distante, tinha conseguido me livrar do flagra de Ricardo. Minha respiração estava a mil, foi quando percebi que estava, no meio da praia, vestido de menina. Ahh e sem minha mochila com a bermuda. Travei, e agora? Como ia voltar pra casa?

Tirei a plataforma, a peruca, mas não tinha como me livrar da calcinha e a saia. Estava num beco sem saida. Não tinha dinheiro pra comprar uma bermuda, não tinha como me cobrir, e teria que passar pelo porteiro, fora ter que encarar Ricardo assim que o encontrasse. Foi quando uma turma de garotos de uns 16, 17 anos parou a uns 15 metros de mim, parecia que tinham ido fumar um baseado, vi que acenderam e foram passando entre eles.

Fiquei na dúvida se chegava junto e pedia para um deles me emprestar a bermuda, que situação. Foi quando vi que dois deles tiraram a bermudas e correram para água de sunga, era minha deixa.

Cheguei nos outros dois para viver a cena mais constrangedora da minha vida.

"Oi, meu nome é Alan, desculpe atrapalhar, mas sabe como é eu tava no bloco da Dona Doroteia, e você sabem né, a galera se veste de mulher, e eu acabei perdendo minha mochila, e olha só minha situação pra voltar pra casa agora."

Os dois me olharam da cabeça aos pés.

"Caramba amigo, você foi assim no bloco?"

"É fui..."

"É voltar de sainha não vai pegar bem..."

O outro "E de calcinha ainda?"

Senti um certo tom com aquele comentário... não era possível que os dois tinha se interessado por mim.

"Sabe como é eu bebi demais, e acho que passei da conta..."

"Sei, sempre a desculpa da bebida..."

"Lembra que cu de bêbado não tem dono né...." -   O outro completou...

Ferrou, fui direto ao assunto antes que eles comentassem algo a mais.

"Será que algum de vocês pode me emprestar a bermuda pra eu voltar pra casa, prometo que chego lá coloco uma roupa e volto pra devolver, moro naquele prédio ali, é super perto."

Eles se olharam, acho que percebram meu desespero. Um deles respondeu:

"Tá bom, mas não precisa voltar a gente vai com você até lá ai você se veste e devolve. "

Eu não tinha como não concordar, topei.

Eles então pegaram uma das bermudas dos colegas que estavam na água, e me deram, coloquei na hora.

"Bora lá?" Meu nome é Paulo, esse é o Marinho..."

"Prazer, Alan..." E lá fomos nós, durante o trajeto eu estava aliviado de conseguir me livrar de um vexame maior, mas não fazia ideia do que vinha pela frente, chegamos e eu educadamente perguntei se eles queriam subir. Evidente que aceitaram na hora.

Subimos o elevador mudos, acho que já prevendo o que viria pela frente, foi quando me lembrei de Ricardo, rezei para que ele não estivesse por lá. Sai do elevador e fui logo entrando em casa, fechando a porta depois que os dois entraram.

"Apartamento legal Alan, você não tem nada pra beber? " perguntou Paulo.

"Pode pegar cerveja na geladeira, eu vou me trocar."

" Nâo precisa se trocar não, só se for pra por outra calcinha gostosa..." disse Marinho.

Sorri e sai de cena, entrei no meu quarto, sem saber como iria me livrar daqueles dois, tirei a calcinha, coloquei uma bermuda, pensei por uns segundos, dobrei a bermuda que tinham me emprestado, meio que como enfeitiçado por algo maior, tirei a bermuda que tinha colocado e voltei a colocar outra calcinha, branca de renda. Não sabia o que me movia aquilo, mas queria ver o que eles iam falar sobre minha calcinha. Deixei o quarto e fui pra sala.

— Puta merda… — Paulo murmurou, quase rindo, mas com a voz mais rouca do que o normal.

Eu não consegui me mexer. Meu rosto queimava. Tentei puxar a almofada pra cobrir, mas era tarde demais. Eles já tinham visto tudo: a renda branca enfiada entre minhas nádegas, o tecido esticado marcando a curva, a tira fina desaparecendo no meio.

— Tu ta querendo mesmo hein! disse Marinho.

— Não… quer dizer… eu… — gaguejei, mas minha voz saiu fina demais pra convencer alguém.

Paulo deu dois passos lentos em minha direção e disse, "Deita no sofá."

Eu obedeci sem pensar. Apoiei os joelhos no sofá, empinei o quadril só um pouquinho. A calcinha esticou ainda mais. Senti o ar fresco batendo onde o tecido não cobria.

Marinho se aproximou por trás. Não tocou ainda. Só ficou olhando. Eu podia sentir o calor do corpo dele mesmo estando a meio metro de distância.

— Olha isso… — ele falou mais pra si mesmo do que pra gente. — Ficou perfeito em você.

Então veio a primeira mão. A palma aberta deslizando devagar pela minha coxa, subindo até a borda da renda. Ele puxou de leve a tira lateral, deixou estalar de volta na pele. Eu soltei um gemido curto, involuntário.

Paulo riu baixo e segurou meu queixo, me obrigando a olhar pra ele.

— Tu gosta de ser visto assim, né? — perguntou, o polegar roçando meu lábio inferior. — Gosta que a gente veja que tu é putinha por dentro também.

Eu não respondi com palavras. Só fechei os olhos e empinei mais o quadril, quase implorando.

Paulo entendeu o recado. Ele se ajoelhou atrás de mim no sofá, as duas mãos grandes agarrando minhas nádegas, abrindo devagar. Senti a renda sendo puxada pro lado com os polegares. O ar frio bateu direto no meu cu exposto e eu tremi inteiro.

— Caralho, olha como tá piscando… — ele grunhiu.

Marinho se levantou, abriu o zíper da calça sem cerimônia e tirou o pau já duro pra fora. Estava grosso, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ele bateu de leve na minha bochecha, depois encostou na minha boca.

— Abre — ordenou.

Eu abri. Ele entrou devagar, preenchendo minha boca enquanto Paulo, atrás, passava a língua quente e lenta bem no meio, lambendo em círculos largos antes de forçar a ponta da língua pra dentro. Eu gemi com o pau do Marinho na garganta, o som abafado e molhado.

Eles trocaram de lugar uma vez. Depois outra. Em algum momento eu estava de quatro no tapete, a calcinha ainda no lugar, só puxada pro lado, enquanto o Paulo me comia com estocadas lentas e fundas, segurando minha cintura com força, e o Marinho fodia minha boca segurando minha nuca, me fazendo engolir até sentir o saco dele batendo no meu queixo.

— Fala que tu é nossa putinha de calcinha — Marinho rosnou, tirando o pau da minha boca só pra eu conseguir responder.
— Eu sou… sou a putinha de vocês… — minha voz saiu rouca, trêmula, quase chorosa de tesão.

Paulo acelerou, batendo forte, a renda roçando minha pele a cada estocada.

— Então goza dentro dessa calcinha, vai. Sem encostar a mão.

Eu não aguentei mais. O orgasmo veio em ondas violentas, meu pau pulsando dentro do tecido apertado, melando toda a frente da renda enquanto eles continuavam me usando.

Senti o Marinho gozar primeiro, enchendo minha boca até escorrer pelos cantos, e logo depois o Paulo se enterrando até o talo e gozando dentro de mim, gemendo alto, os dedos cravados nos meus quadris.

Quando eles saíram de mim, eu desabei no tapete, ofegante, a calcinha toda melada na frente e atrás, o corpo mole e quente.

Paulo se abaixou, deu um tapa leve na minha bunda e disse, rindo:

— Da próxima vez avisa quando for usar essa calcinha, nem precisa ir pro bloco.

Marinho só passou a mão no meu cabelo bagunçado e completou:

— E traz uma vermelha. Acho que vermelho ia ficar perfeito em você.

Eu sorri, ainda sem ar, o coração batendo nos ouvidos.

"Vamos nessa disse Paulo."

Eu preocupado, lembrei, "e a bermuda do seu amigo?"

"Pode ficar els não vão da falta e você lembra da gente toda vez que ver ela."

Os dois saiam rindo, fui fechar a porta do ap quando do lado de fora vinha chegando Ricardo, o vizinho, ele me olhou nos olhos e sorriu.

A continuação dessa história fica pra próxima...

Se quiser me ver de calcinha é só entrar em xhamster e procurar por Alan Long.


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Comentários


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engmen Comentou em 13/02/2026

Adrenalina, testosterona e endorfina de sobra, ual! Prazer de sobra, delicioso conto!

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chaozinho Comentou em 13/02/2026

Caralho Alan li de pau duro e numa inveja desses dois pivetes da porra. Mas quero mesmo é saber se o teu vizinho já meteu a pica nesse rabo.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
No bloco de carnaval, chupei

Codigo do conto:
254502

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
12/02/2026

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