“Porra, que delícia... toma essa rola toda,” ele grunhia.
Ela gemia como uma vadia no cio. Eu fiquei duro instantaneamente, a mão descendo sem que eu mandasse, me masturbando devagar enquanto ouvia meu primo-por-affinity foder minha prima com força. Ele comeu ela por quase uma hora, trocando de posição, fazendo ela gritar, gozar. Eu gozei duas vezes só de ouvir, imaginando aquela pica grossa entrando e saindo molhada.
No dia seguinte, minha prima saiu cedo com as amigas para um dia de praia e compras. Ficamos só nós dois na casa.
Eu acordei tarde, ainda com a imagem daquela noite na cabeça. Decidi tomar um banho longo para relaxar. Entrei no box, deixei a água quente cair nas costas, o vapor subindo. Estava ensaboando o corpo quando ouvi a porta do banheiro abrir.
— Tá ocupado? — perguntou a voz grave dele.
Antes que eu pudesse responder, ele já tinha entrado. Pelado. A porta de vidro embaçada não escondia nada. Meu coração disparou.
Ele abriu a porta do box sem pedir licença, o corpo molhado pela umidade. O pau dele, mesmo semi-duro, era grosso, pesado, com a cabeça rosada. Exatamente como eu tinha imaginado a noite toda.
— Soube de uma coisa interessante sobre você — disse ele, com um sorrisinho safado, encostando na parede do box enquanto a água caía sobre nós dois. —
Disseram que você gosta de chupar pau. Que é bem discretinho, mas adora uma rola na boca.
Senti o rosto queimar. Tentei disfarçar.
— Quem te falou essa merda?
Ele riu baixo, aproximando-se. Seu pau já estava ficando duro, balançando pesado entre as pernas.
— Não importa. O que importa é que você não negou. — Ele segurou o próprio pau pela base e deu uma mexida lenta. — Tá olhando faz tempo. Quer chupar?
Eu fiquei mudo. O desejo era mais forte que o medo. Olhei para aquela rola grossa, veias marcadas, crescendo na minha frente. Engoli em seco.
— Eu... gosto — confessei, a voz saindo baixa.
Ele sorriu vitorioso.
— Sabia. Vem aqui então.
Eu me ajoelhei ali mesmo, no chão molhado do box. Peguei aquele pau com as duas mãos e enfiei na boca. O gosto era bom, quente, com cheiro de homem. Chupei com fome, sentindo ele endurecer completamente na minha língua. Ele segurou minha cabeça e começou a foder minha boca devagar.
— Isso... chupa gostoso. Sua prima não faz nem metade disso.
Depois de alguns minutos ele me levantou, virou-me de costas e me empurrou contra a parede fria. Senti a cabeça grossa do pau dele roçando minha bunda.
— Vai me dar? — perguntou rouco, mordendo minha orelha.
— Vai... me fode — respondi, já sem vergonha nenhuma.
Ele cuspiu na mão, passou no pau e na minha entrada, e empurrou. A cabeça entrou devagar, esticando. Soltei um gemido alto quando ele afundou tudo, centímetro por centímetro, até as bolas batendo na minha bunda. A água quente caía sobre nós enquanto ele começava a meter fundo, forte, segurando meus quadris.
— Caralho, que cu apertado... melhor que o da sua prima — rosnou ele, acelerando.
Eu gemia como um puto, empinando a bunda pra tomar tudo. Ele metia gostoso, fundo, batendo direto na próstata. Uma mão dele desceu e começou a me punhetar no ritmo das estocadas.
Não durou muito. Eu gozei primeiro, jorrando na parede do box. Ele continuou metendo mais umas dez vezes fortes, depois puxou o pau e gozou nas minhas costas, jatos grossos e quentes que a água quente levou embora.
Ficamos ali, ofegantes, a água caindo.
Ele beijou meu pescoço e sussurrou:
— Isso fica entre nós... mas sempre que ela sair, esse cu é meu.
Eu só sorri, ainda sentindo ele latejar contra minha bunda.