Ele morava na cidade, mas a família tinha uma fazenda a umas três horas de distância. Quando ele me chamou pra passar o feriado lá, eu aceitei na hora. O que eu não esperava era que o pai dele, o Seu Roberto, e o melhor amigo dele, o Zé Carlos, fossem me olhar do jeito que olharam desde o primeiro dia.
No terceiro dia, fomos fazer um passeio a cavalo. Junior insistiu que eu fosse no cavalo mais manso, mas mesmo assim minhas coxas doíam depois de uma hora. O sol estava forte, o calor subindo da terra vermelha. Junior começou a reclamar de dor nas costas e disse que ia voltar pra casa.
“Vocês continuem, eu já vi esse pedaço mil vezes”, ele falou, virando o cavalo.
Ficamos só nós três: eu, Seu Roberto e Zé Carlos.
Eles trocaram um olhar rápido, daqueles que não precisam de palavras. Seu Roberto sorriu de lado, o bigode grosso brilhando de suor.
— Vamos dar uma esticada até o riozinho ali na mata? É mais fresco, tem sombra — ele disse, já virando o cavalo pro meio do mato fechado.
Eu fui atrás, tudo era novidade.
Chegamos numa clareira pequena. O rio era estreito, água cristalina correndo devagar sobre pedras lisas. Tinha uma prainha de areia grossa e algumas pedras grandes pra sentar. Eles desceram dos cavalos, amarraram as rédeas e começaram a tirar a camisa sem cerimônia. Peito largo, bronzeado de sol, pelos escuros descendo até a barriga. Zé Carlos era mais magro, mas tinha braços fortes de vaqueiro. Seu Roberto era mais grosso, barriga de homem que come bem, mas ainda assim imponente.
— Vai ficar de roupa, moleque? — Zé Carlos riu, já abrindo o cinto.
Eu hesitei dois segundos. Depois tirei tudo. Camisa, bermuda, cueca. Fiquei pelado na frente dos dois, sentindo o ar quente na pele e o pau já meio duro só de vergonha misturada com tesão.
Eles também ficaram nus. Quando vi os dois paus balançando livres, quase engasguei. O do Seu Roberto era grosso, pesado, a cabeça bem vermelha e brilhante de suor. O do Zé Carlos era mais comprido, meio curvado pra cima, veias marcadas. Os dois já estavam semi-duros.
Entramos na água. Era gelada no começo, mas deliciosa. Nadamos um pouco, jogamos água um no outro. Eles começaram a me encostar “sem querer”. Mão na cintura, braço roçando meu peito, coxa encostando na minha bunda debaixo d’água.
— Relaxa, garoto — Seu Roberto falou baixo, quase no meu ouvido. — Aqui ninguém vai ver. Só nós três.
Zé Carlos chegou por trás, colou o corpo no meu. Senti o pau dele duro roçando entre minhas nádegas.
— Você já quis isso, né? — ele sussurrou. — Dá pra ver na cara.
Eu não respondi com palavras. Só virei o rosto e deixei o Seu Roberto me beijar primeiro. Barba por fazer arranhando, língua grossa invadindo minha boca. Enquanto isso, Zé Carlos segurou meus quadris e começou a esfregar o pau na minha bunda, devagar, abrindo caminho.
Saímos da água e fomos pra uma pedra grande e lisa que ficava quase na margem. Eles me colocaram de joelhos ali. Primeiro chupei o Seu Roberto. A cabeça não cabia fácil na boca. Tive que abrir bastante, babar bastante. Ele segurou minha nuca e fodia minha garganta devagar, gemendo rouco.
“Isso, engole tudo…”
Depois foi a vez do Zé Carlos. Ele era mais comprido, batia no céu da boca. Eu engasgava, babava, mas não parava. Eles revezavam na minha boca, um na garganta, outro se masturbando olhando.
Então Seu Roberto se deitou na pedra, de barriga pra cima. O pau apontando pro céu.
— Vem cá, senta aqui no meu colo.
Eu obedeci. Ele cuspiu na mão, passou no pau dele, depois nos meus buraco. Doeu na entrada, mas eu queria. Desci devagar, sentindo cada centímetro me abrindo. Quando a cabeça passou, soltei um gemido alto. Ele segurou minha cintura e me fez sentar até o talo. Fiquei lá, empalado, tremendo, o pau dele pulsando dentro de mim.
Zé Carlos se ajoelhou na minha frente.
— Abre a boca de novo.
Enquanto eu chupava ele, Seu Roberto começou a bombar devagar, subindo e descendo meu corpo com as mãos fortes. Eu gemia com o pau do Zé na boca, babando, os olhos lacrimejando de prazer.
Depois eles trocaram. Zé Carlos deitou e eu sentei no pau dele. Era mais longo, batia num lugar que me fazia ver estrelas. Seu Roberto ficou de pé na minha frente, me fazendo chupar enquanto eu quicava no amigo dele.
— Agora vem a parte boa — Seu Roberto disse, voz rouca.
Eles me colocaram de quatro na pedra. Zé Carlos deitou de costas embaixo de mim. Eu sentei no pau dele de novo, bem fundo. Depois Seu Roberto se encaixou por trás. Senti a cabeça grossa pressionando ao lado do pau que já estava dentro de mim.
— Relaxa, respira — ele falou.
Eu respirei fundo. Ele empurrou. A dor veio forte, mas misturada com um prazer tão intenso que eu quase chorei. Os dois paus dentro de mim ao mesmo tempo.
Meus músculos se contraindo, tentando expulsar e ao mesmo tempo puxar mais. Eles começaram a se mexer devagar, um entrava enquanto o outro saía, depois os dois juntos. Eu gemia alto, sem controle, chamando os dois de tudo que passava na cabeça.
Fui a putinha deles ali. Eles me comiam com força, gemendo, xingando de um jeito carinhoso e sujo ao mesmo tempo.
“Toma, sua viadinha gostosa”, “engole esses dois paus”, “olha como ele abre pra gente”.
Eu gozei só de sentir os dois me rasgando, os corpos suados colados no meu, as mãos me apertando. Gozei forte, jorrando na barriga do Zé Carlos. Eles não pararam. Continuaram me fodendo até que o Seu Roberto grunhiu alto e gozou dentro de mim, enchendo tudo. Logo depois Zé Carlos também, pulsando, misturando a porra dele com a do amigo.
Quando saíram, eu fiquei ali, deitado de bruços, o cu aberto, escorrendo porra dos dois, pernas tremendo. Eles me limparam com a camisa de um deles, me beijaram na boca, um de cada lado, e falaram quase ao mesmo tempo:
— Boa menina.
Voltamos pro cavalo em silêncio. Eu mal conseguia sentar direito na sela. O cu ardia, mas de um jeito bom. Durante todo o caminho de volta eu sentia a porra dos dois escorrendo devagar pelas minhas coxas.
Chegamos na fazenda. Junior perguntou se eu tinha gostado do passeio.
Eu sorri, com o rosto ainda vermelho.
— Muito. Foi inesquecível.
Eles só trocaram outro olhar cúmplice por cima da minha cabeça.
Eu sabia que aquilo não ia ser a última vez.
Quer me ver dando? Só ir em xhamster gay e rocurar por Alan Long.