Cheguei por volta das 22h. O prédio era discreto por fora, só uma porta preta com uma placa pequena. Paguei a entrada, ganhei uma toalha branca pequena e uma chave para o armário. O atendente, um cara forte de barba, me deu um sorriso safado e disse em inglês: “Divirta-se bastante”.
No vestiário o ar já estava quente e úmido. Tirei a roupa devagar, sentindo o coração batendo forte. Eu era magro, lisinho, com uma bunda arrebitada que sempre chamava atenção. Enrolei a toalha na cintura, mas ela mal cobria minha rola meio dura de nervoso. Entrei no corredor principal.
O lugar era um labirinto de luzes vermelhas fracas. Sauna seca, sauna a vapor, cabines escuras, uma sala de pornô com sofás, e no fundo um grande darkroom com camas e glory holes. O cheiro era de suor e sexo.
No começo eu só observava. Sentei na sauna seca e fiquei olhando os homens entrarem e saírem. Havia de tudo: turistas jovens, holandeses maduros, alguns bem dotados, outros mais velhos e experientes. Eu não conseguia nem olhar direto. Toda vez que alguém me encarava, eu baixava os olhos.
Depois de uns vinte minutos, entrei na sauna úmida. O vapor era tão denso que mal se via a dois metros. Sentei num canto. Logo um cara de uns 40 anos, alto, peludo e com uma rola grossa semi-dura, sentou do meu lado. Ele abriu as pernas devagar. Eu fingi que não vi, mas meu pau começou a subir debaixo da toalha.
Ele percebeu. Sem dizer nada, puxou a própria toalha e começou a se masturbar devagar. Eu não resisti. Olhei. Ele sorriu e fez sinal para eu me aproximar. Meu coração parecia que ia sair pela boca. Eu me ajoelhei na frente dele no banco quente e molhado. Segurei aquela rola grossa, quente, com veias saltadas, e coloquei na boca.
Foi o primeiro pau que chupei naquela noite. Ele gemeu baixo e segurou minha cabeça. Eu chupei com vontade, sentindo o gosto salgado, o cheiro forte de homem. Quando ele estava quase gozando se levantou, me deixando de mãos vazias rsrsrs.
A partir dali, algo dentro de mim quebrou.
Saí da sauna úmida com a toalha na mão, completamente pelado e de rola dura. Fui para a área das cabines. Um cara me parou no corredor, me virou de frente para a parede e começou a me comer com os dedos enquanto me beijava o pescoço. Eu gemia como uma vadia.
Entrei numa cabine aberta. Deixei a porta entreaberta. Logo tinha dois caras me olhando. Um deles entrou e eu me ajoelhei de novo. Chupei!
A notícia se espalhou rápido.
Quando saí da cabine, já tinha uns seis ou sete homens me seguindo. Fui para a sala maior, onde tinha uma plataforma baixa no centro, tipo um palco baixo para orgias. Eu subi nela, me coloquei de quatro e abri a boca.
Eles fizeram fila.
Grossos, finos, pretos, brancos, circuncidados, peludos, lisos. Um atrás do outro. Eu ia chupando todos, sem pressa, olhando nos olhos de cada um enquanto engolia até o fundo. Alguns seguravam minha cabeça e fodiavam minha garganta. Outros só queriam que eu lambesse as bolas. Eu babava, cuspia, engolia porra, e pedia mais.
“Next… next…” eu gemia entre um pau e outro.
Alguns só assistiam e batiam punheta. Outros esperavam a vez. Eu virava a cabeça de um lado para o outro, chupando dois ao mesmo tempo quando dava.
Minha cara estava brilhando de saliva e porra. A bunda também não parava quieta — enquanto eu chupava, tinha sempre alguém metendo o dedo nela.
Eu virei a puta oficial da sauna aquela noite.
Perdi a conta de quantos gozaram na minha boca. Em certo ponto eu estava de joelhos no chão, cercado, e eles gozavam um atrás do outro no meu rosto, na língua, no peito. Eu abria a boca pedindo mais, completamente entregue, sem nenhuma vergonha.
Quando finalmente saí de lá, já eram quase 5 da manhã. Minhas pernas tremiam. Minha garganta estava rouca.
O atendente da recepção só sorriu quando me viu e disse:
“Primeira vez, né?”
Eu sorri de volta, com os lábios inchados:
“Não vai ser a última.”
Se quiser me ver pelado é só entrar no Xhamster e procurar por Alan Long.