Eu, Alan, acabei ficando com o Lucas — o cara alto, moreno, corpo de quem joga vôlei todo fim de semana, sorriso safado e uma voz rouca que sempre me deixava com o pau meio duro só de ouvir ele falando bobagem na cantina.
A primeira noite foi normal. Fogueira, cerveja quente, histórias idiotas. Por volta das duas da manhã, o acampamento já estava em silêncio. A gente voltou pra barraca, tirou a roupa suada e ficou só de cueca.
O ar dentro da barraca estava quente, úmido. Lucas deitou de lado, de frente pra mim, o braço musculoso dobrado embaixo da cabeça. A luz fraca do luar passava pela tela da barraca e desenhava o volume dele dentro da cueca preta.
— Tá calor pra caralho — ele murmurou, passando a mão na barriga tanquinho. — Tu não tá sentindo?
Eu estava. Mas não era só o calor.
— Tô — respondi, a voz saindo mais baixa que o normal.
Ele ficou me olhando uns segundos. Depois sorriu daquele jeito preguiçoso.
— Sabe… eu vi você me olhando o dia todo, Alan.
Meu coração disparou. Não neguei. Não consegui. Só engoli em seco.
Lucas deslizou a mão devagar até o elástico da cueca e puxou pra baixo, devagar. O pau dele pulou pra fora, pesado, meio duro já, veias marcadas, cabeça grossa brilhando. Era maior do que eu imaginava. Ele segurou a base e deu uma mexida lenta, olhando pra mim.
— Quer chupar?
A pergunta foi direta, sem rodeio. Meu pau respondeu antes da boca: ficou duro na hora, latejando dentro da cueca. Eu me arrastei de quatro até ele, o chão da barraca rangendo baixinho. Lucas abriu as pernas pra me dar espaço. Eu baixei a cabeça e senti o cheiro dele — suor, sabonete barato e homem puro. Passei a língua devagar da base até a cabeça, sentindo o gosto salgado. Ele gemeu baixo, a mão grande entrando no meu cabelo.
— Isso… vai fundo.
Eu abri a boca e engoli ele inteiro. Ou quase. Era grosso demais. Lucas empurrou o quadril devagar, fodendo minha boca com calma no começo. Eu babava, chupava com fome, as mãos dele apertando minha cabeça, guiando o ritmo. Ele gemia baixinho, xingando entre dentes:
— Caralho, Alan… sua boca é quente pra porra…
Eu chupei ele por uns bons minutos, babando até o saco, lambendo as bolas pesadas enquanto ele segurava meu cabelo. De repente ele me puxou pra cima, me beijou com força, língua invadindo minha boca, e virou meu corpo com facilidade. Me colocou de quatro, cueca puxada pro lado, cuspe dele escorrendo entre minha bunda.
— Agora eu vou te comer — ele rosnou no meu ouvido.
E comeu.
Primeiro devagar, só a cabeça entrando, me abrindo. Depois mais fundo, até o saco bater na minha pele. Eu mordi o braço pra não gemer alto. Lucas me fodeu de quatro, depois de lado, depois me virou de barriga pra cima, pernas no ombro dele. Ele metia forte, ritmado, o pau grosso roçando minha próstata toda vez. O barulho molhado de carne contra carne enchia a barraca. Ele gozou pela primeira vez dentro de mim, gemendo rouco, segurando meus quadris com força enquanto pulsava.
Não parou.
Tirou o pau, ainda duro, e me virou de novo. Me comeu mais uma vez, devagar, fundo, sussurrando no meu ouvido que eu era “um cu gostoso pra caralho”. Gozou pela segunda vez, enchendo mais ainda. Depois me fez sentar no pau dele, cavalgando enquanto ele apertava meus mamilos e me mandava quicar mais forte. A terceira vez ele gozou na minha boca, me fazendo engolir tudo enquanto ele segurava minha cabeça.
A noite toda foi assim. Ele me comeu quatro vezes. Entre uma e outra, ficava me beijando, passando a mão no meu pau (eu gozei duas vezes só de ser fodido), limpando o suor da minha testa com o polegar. Quando o céu começou a clarear, ele ainda estava dentro de mim, metendo devagar, quase preguiçoso, gozando pela última vez com um gemido baixo contra meu pescoço.
A gente dormiu assim, pau dele ainda meio dentro, corpos colados de suor e porra.
No dia seguinte… nada.
Acordamos, ele saiu da barraca primeiro, bocejou, esticou os braços como se tivesse dormido como um anjo. Eu saí logo depois, o cu latejando, pernas bambas, mas fingindo que era só cansaço da trilha do dia anterior. Na hora do café da manhã coletivo, Lucas sentou do meu lado, passou o pão pra mim e comentou alto, pra todo mundo ouvir:
— Cara, dormi que nem pedra. E você, Alan?
— Igual — respondi, sem olhar nos olhos dele por mais de um segundo.
Os outros alunos riam, falavam da ressaca, da fogueira, de quem roncou mais. Ninguém percebeu nada. Lucas me deu um tapa amigável nas costas quando levantamos pra guardar as barracas. O tapa desceu um pouco mais baixo, só o suficiente pra eu sentir os dedos dele roçando minha bunda por cima do short.
— Boa viagem, parceiro — ele disse, sorrindo.
E foi como se nada tivesse acontecido.
Mas toda vez que eu sentava no ônibus de volta pra faculdade, sentia ele ainda dentro de mim. E sorria sozinho.
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