Olhar pros amigos dela, especialmente o Júlio e o André, me deixava com o coração acelerado de um jeito diferente. Os dois eram altos, sarados, o tipo de cara que malha junto e ri alto. Júlio tinha a pele morena, barba bem aparada e um sorriso safado. André era mais claro, cabelo raspado dos lados, braços grossos e uma voz grave que me arrepiava quando ele falava perto do meu ouvido.
Aconteceu numa sexta à noite. A Ana tinha marcado de sair com as amigas, mas no último minuto uma delas cancelou. Ela decidiu ir mesmo assim, só que antes de sair me deu um beijo longo e disse:
— Os meninos vão passar aqui pra beber alguma coisa e jogar videogame. Não deixa eles destruírem a casa, tá? Volto lá pelas onze.
Eu sorri, inocente por fora. Por dentro, meu pau já latejava só de imaginar ficar sozinho com eles.
Eles chegaram por volta das oito. Júlio trouxe uma garrafa de uísque, André trouxe cerveja gelada. Sentamos na sala, jogamos um pouco de FIFA, bebemos. A conversa foi ficando mais solta, mais íntima. Começamos a falar de sexo, de putaria, de coisas que cada um já tinha feito.
Foi o Júlio quem jogou a primeira isca:
— Cara, você é muito sortudo de ter a Ana. Ela é gostosa pra caralho. Mas… você nunca sentiu vontade de experimentar outra coisa?
Eu ri, nervoso. André me olhou fixo.
— Tipo? — perguntei, a voz um pouco rouca.
Júlio deu de ombros, sorrindo.
— Tipo um troca-troca...
O silêncio que veio depois foi pesado. Eu senti meu rosto queimar. Meu pau já estava meio duro dentro da bermuda.
André se inclinou pra frente, cotovelo no joelho.
— Relaxa, cara. A gente percebeu faz tempo que você olha. Não tem problema nenhum.
Foi aí que tudo desandou — ou andou, dependendo do ponto de vista.
Júlio se levantou, veio até mim e parou bem na minha frente. O volume na calça dele estava evidente. Ele segurou meu queixo com a mão grande e falou baixo:
— Se você quiser, a gente pode te dar o que a Ana não consegue.
Eu não respondi com palavras. Apenas abri a boca e deixei ele enfiar o polegar entre meus lábios. Chupei devagar, olhando pra ele.
Em menos de dois minutos estávamos os três pelados na sala.
Júlio era grosso. Não muito longo, mas bem grosso, com a cabeça rosada e pesada. André era maior, mais comprido, com veias marcadas e um pau que curvava ligeiramente pra cima. Eu estava de joelhos no sofá, completamente entregue.
Júlio segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca devagar. Eu babava tudo, engasgando gostoso enquanto ele entrava até o fundo da minha garganta.
— Isso… chupa gostoso, vai… que boca quente do caralho.
Atrás de mim, André já tinha passado lubrificante nos dedos e estava abrindo minha bunda. Dois dedos grossos entravam e saíam, abrindo espaço. Eu gemia com o pau na boca, o som abafado e molhado.
— Tá pronto pra mim? — André perguntou.
Eu só consegui fazer que sim com a cabeça.
Ele posicionou a cabeça do pau na minha entrada e empurrou devagar. Eu senti cada centímetro abrindo caminho. Era grosso, quente, latejando. Quando ele enterrou tudo, eu soltei um gemido longo e rouco ao redor do pau de Júlio.
Eles começaram a me foder em ritmo. Júlio segurando minha cabeça, metendo na minha garganta. André segurando minha cintura, metendo fundo na minha bunda. O som era obsceno: pele batendo contra pele, meus gemidos molhados, os grunhidos deles.
— Porra, ele engole tudo…
— E a bunda dele aperta pra caralho… tá me ordenhando
Eu estava no paraíso. Pau na boca, pau na bunda, sendo usado pelos dois amigos da minha namorada. Meu próprio pau babava no sofá, duro como nunca.
Foi exatamente nesse momento que a porta da sala abriu.
Ana entrou.
Ela tinha voltado mais cedo. A bolsa caiu da mão dela no chão com um baque seco.
Eu estava de quatro no sofá, completamente nu, babando no pau grosso do Júlio enquanto o André metia forte na minha bunda, as bolas dele batendo contra mim a cada estocada. Meu cu estava vermelho, aberto, brilhando de lubrificante e pré-gozo. O Júlio segurava minha cabeça com força, o pau enterrado até o fundo da minha garganta, saliva escorrendo pelo meu queixo e pingando no sofá.
O tempo parou.
Ana ficou parada na porta, olhos arregalados, boca entreaberta. Eu tentei tirar o pau da boca, mas Júlio segurou minha cabeça por mais um segundo antes de soltar, surpreso. André deu mais duas estocadas involuntárias antes de congelar também, o pau ainda bem fundo dentro de mim.
— Que porra é essa? — a voz dela saiu baixa, quase um sussurro.
Eu estava ofegante, cuspe escorrendo pelo queixo, o cu piscando ao redor do pau do Pedro. Meu pau continuava duro, latejando, uma gota grossa de pré-gozo pendurada na cabeça.
Ninguém se mexeu por alguns segundos eternos.
Ana deu um passo à frente. Seus olhos desceram pelo meu corpo: do pau babado, passando pelo meu próprio pau duro, até o pau do André enterrado na minha bunda.
— Vocês… estão fodendo meu namorado… — ela disse, a voz tremendo entre choque e outra coisa que eu não consegui identificar de imediato.
Júlio tirou o pau da minha boca com um som molhado. Uma linha grossa de saliva ligou meus lábios à cabeça inchada do pau dele.
— Ana… a gente pode explicar — ele começou.
Mas eu não consegui falar nada. Só fiquei ali, de quatro, cu aberto, olhando pra ela com o rosto vermelho, suado e completamente dominado pelo tesão.
Ana deu mais um passo. Seus olhos encontraram os meus.
E então, com a voz baixa e rouca, ela disse a última coisa que eu esperava ouvir:
— Não para.
Se quiser me ver em ação é só entrar no Xhamster e procurar por Alan Long.