Pedi uma pizza, levei uma rola!

Era uma sexta-feira à noite chuvosa, daquelas que dão preguiça de sair de casa. Pedi uma pizza grande de calabresa com catupiry, paguei pelo app segui deitado no sofá assistindo série, só de uma camiseta velha branca meio larga que mal cobria minha bunda e uma calcinha vinho de renda que eu gosto de usar quando estou sozinho em casa — aquela sensação gostosa de tecido macio roçando na pele.

Quando a campainha tocou, levantei sem nem pensar. Abri a porta já estendendo a mão pra pegar a caixa.

— Boa noite, sua pizza — disse ele, voz grave, um pouco rouca.

Era alto, ombros largos, cabelo curto meio bagunçado pela chuva. A jaqueta da pizzaria estava molhada nos ombros, a camiseta por baixo grudada no peito. Bonito pra caralho. Eu nem percebi que estava praticamente pelado da cintura pra baixo até ele entregar a caixa e eu virar de lado pra apoiar ela na mesinha da entrada.

Foi aí que aconteceu.

A camiseta subiu um pouco quando me estiquei, e a calcinha vinho ficou completamente à mostra. Não era a intenção. De verdade. Mas quando me virei de volta ele já tinha visto. E não desviou o olhar.

Os olhos dele desceram devagar, demoraram na renda vinho que marcava o volume já meio interessado entre minhas pernas, depois subiram de novo até meu rosto. Um sorriso lento, quase predador, se abriu na boca dele.

— Desculpa… eu… — comecei, sentindo o rosto queimar.

— Não precisa pedir desculpa — ele interrompeu, voz mais baixa agora. — Tá bem bonito assim.

Silêncio. Só o barulho da chuva lá fora e meu coração batendo forte no ouvido.

Ele deu um passo pra dentro, ainda segurando a mochila térmica vazia, e fechou a porta com o calcanhar. Não perguntou. Não precisou. Eu também não falei nada.

— Posso…? — ele murmurou, já com a mão grande deslizando pela minha cintura, por baixo da camiseta.

Assenti, quase sem ar.

Ele me puxou contra o peito dele. Cheirava a chuva, moto, um restinho de perfume amadeirado e aquele cheiro quente de homem que acaba de trabalhar. A boca dele caiu na minha sem aviso, beijo faminto, língua invadindo logo de cara. Eu gemi na boca dele, as mãos subindo pros ombros largos, sentindo os músculos duros sob a camiseta úmida.

Ele desceu a mão pela minha bunda, apertou forte por cima da renda, depois enfiou os dedos por baixo da calcinha, roçando a pele nua. Quando sentiu que eu já estava duro e melado na ponta, soltou um grunhido baixo contra meu pescoço.

— Caralho… você tá assim desde que eu cheguei?

— Antes — confessei, voz tremendo.

Ele riu rouco, me virou de costas com facilidade e me empurrou de leve contra a parede da entrada. A caixa de pizza ficou esquecida na mesinha. A camiseta foi levantada até meus ombros, a calcinha puxada pro lado sem paciência. Senti o zíper dele abrindo atrás de mim, o calor do pau grosso já livre roçando entre minhas nádegas.

— Tem lubrificante aí perto? — perguntou, mordendo meu ombro.

— No quarto… mas…

— Relaxa — ele sussurrou. — Vou devagar.

Cuspiu na mão, passou no pau, depois nos meus lábios de trás. Dois dedos entraram primeiro, abrindo caminho com calma, mas sem parar. Eu empinei mais, gemendo alto quando ele acertou aquele ponto que fez minhas pernas tremerem. Ele sabia exatamente o que estava fazendo.

Quando finalmente empurrou a cabeça grossa pra dentro, eu soltei um grito abafado. Ele segurou firme minha cintura, entrou devagar, centímetro por centímetro, até estar todo enterrado. Ficou parado uns segundos, só respirando pesado contra minha nuca.

— Tá apertado pra caralho… — murmurou. — Você aguenta?

— Aguento… vai…

Ele começou a bombar. Primeiro devagar, quase torturante, depois mais forte, mais fundo. A calcinha vinho continuava de lado, a renda roçando na base do pau dele a cada estocada. Eu me apoiava na parede, empinando mais, pedindo sem palavras. Ele segurou meu pescoço com uma mão, não apertando, só segurando, enquanto a outra descia e envolvia meu pau por cima da renda, masturbando no mesmo ritmo das metidas.

— Você fica lindo assim… todo aberto pra mim… — ele falava no meu ouvido, voz quebrada de tesão. — Queria ter te visto antes, só de calcinha, esperando alguém te foder…

Eu gozei primeiro. Não aguentei. O tecido da calcinha ficou encharcado na frente, meu pau pulsando na mão dele enquanto ele continuava metendo forte. Ele não parou. Aumentou o ritmo, grunhindo baixo, até que senti ele inchar dentro de mim, o corpo todo tensionando.

— Vou gozar dentro… pode?

— Quero na boca… — implorei.

Ele afundou até o talo, gemeu rouco contra meu pescoço tirou fora, enfiou na minha boca e gozou. Senti cada jato quente me enchendo, o pau pulsando forte enquanto ele se esvaziava. Ficamos assim uns segundos, ofegantes, colados um no outro.

Quando ele saiu devagar, senti o leitinho quente escorrer pelo canto da boca. Ele deu um tapa leve na minha bunda, rindo baixo.

— A pizza deve tá fria.

Eu ri, ainda tonto.

— Quer entrar e esquentar no micro-ondas?

Ele me olhou de cima a baixo, o pau ainda meio duro balançando pra fora da calça.

— Acho que a gente pode esquentar outras coisas primeiro… se você quiser repetir.

Eu só sorri e puxei ele pela jaqueta molhada em direção ao quarto.

A pizza ficou fria mesmo.

Mas a noite esquentou pra caralho.

Se quiser me ver de calcinha é só entrar no xhamster e procurar por Alan Long.


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Comentários


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ksn57 Comentou em 10/02/2026

Votado ! Vou pedir uma pizza, ver se tenho essa sorte...




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Pedi uma pizza, levei uma rola!

Codigo do conto:
254338

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
10/02/2026

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