Dei pro irmão da minha namorada

Ela saiu batendo a porta com aquela energia de quem já fez lista mental de tudo que faltava na geladeira.

“Volto em uns quarenta minutos, no máximo uma hora”, gritou do corredor. “Se der fome, esquenta aquele macarrão de ontem!”

Quarenta minutos. Talvez cinquenta se a fila no caixa estivesse ruim.

Eu fiquei na sala olhando pro controle da TV sem realmente ver nada. O irmão dela — o Nando — estava largado no sofá do outro lado, camiseta velha do Metallica meio levantada na barriga, uma perna dobrada, a outra esticada quase invadindo meu espaço. Ele nem olhava pra mim. Só mexia no celular com uma cara de tédio absoluto.

Mas eu sabia.

Sabia porque nas últimas três semanas o ar entre a gente tinha ficado grosso, elétrico, do tipo que dá choque só de encostar o braço sem querer na cozinha. Ele passava a mão na nuca devagar quando eu estava olhando. Eu respondia deixando a bermuda mais baixa na cintura quando subia pra pegar copo no armário alto. Pequenas coisas. Pequenas e perigosas.
Ele largou o celular no peito.

— Quanto tempo ela disse mesmo? — perguntou sem levantar os olhos.
— Quarenta minutos. Talvez cinquenta.

Silêncio de uns cinco segundos.

— Dá tempo — ele murmurou, mais pra si mesmo do que pra mim.

Levantei do sofá sem dizer nada. Fui até a cozinha, abri a geladeira só pra ter o que fazer com as mãos. Senti ele se levantar atrás de mim. Passos lentos, descalços no piso frio. Quando fechei a porta da geladeira ele já estava colado nas minhas costas. Não encostou ainda. Só o calor do corpo dele a centímetros.

— Se ela voltar e a gente não tiver terminado… — comecei, voz baixa.
— A gente termina rápido então — ele respondeu, e aí sim encostou. A boca roçando minha nuca, barba rala arranhando de leve. Uma mão subiu pela minha camiseta, dedos abertos na costela. A outra já estava dentro da minha bermuda, segurando firme, sem rodeio.

Virei de frente num movimento brusco. Empurrei ele contra a pia. A torneira fria nas costas dele. Ele abriu mais as pernas, me puxando pela cintura pra encaixar melhor.

Tirei a camiseta dele num puxão. O cheiro dele subiu forte — suor limpo, desodorante amadeirado, um resto de perfume caro que ele usa só quando sai. Passei a língua no pescoço dele, descendo até o mamilo. Mordi de leve. Ele arqueou as costas e xingou baixo:

— Porra… faz isso de novo.

Fiz. Mordi mais forte enquanto minha mão descia, abrindo o botão da bermuda dele. O pau dele já estava duro, pesado, pulsando contra a cueca boxer cinza. Quando puxei o elástico pra baixo, ele saltou livre, a cabeça brilhando de pré-gozo. Passei o polegar na glande, espalhando o líquido. Ele tremeu inteiro.

— Me chupa — pediu, voz quebrada.

Ajoelhei ali mesmo, no piso da cozinha. Ele segurou meu cabelo com as duas mãos, não pra forçar, mas pra se equilibrar. Engoli devagar no começo, sentindo cada centímetro deslizar na língua, o gosto salgado e quente enchendo a boca. Depois acelerei. Cabeça subindo e descendo, sucção forte na subida, língua pressionando a veia grossa por baixo. Ele gemia sem controle agora, quadril empurrando de leve, fodendo minha boca com cuidado pra não ir fundo demais.

— Caralho… assim… assim mesmo…

Levantei rápido antes que ele gozasse. Tirei minha bermuda e a cueca junto. Ele me virou de costas, me inclinou sobre a mesa da cozinha. Ouvi ele cuspir na mão, depois senti os dedos molhados circulando meu cu, pressionando, entrando devagar. Um dedo. Dois. Ele curvou os dois pra frente, acertando exatamente onde precisava. Minhas pernas tremeram.

— Relaxa… — sussurrou no meu ouvido. — Eu vou devagar.

Quando ele empurrou a cabeça do pau, eu soltei um gemido alto demais. Ele tapou minha boca com a mão livre.

— Shhh… vizinho ouve.

Entrou inteiro num movimento longo e contínuo. Ele ficou parado uns segundos, só respirando pesado contra minha nuca, deixando eu me acostumar. Depois começou a mexer. Estocadas lentas, profundas, saindo quase todo e voltando até encostar os ovos na minha bunda.

A mesa rangeu. Um copo vazio caiu e rolou pelo chão. Nenhum de nós parou.

Ele acelerou. A mão que tapava minha boca desceu pro meu pau, masturbando no mesmo ritmo das estocadas. Eu estava pingando, o pré-gozo escorrendo pelos dedos dele. O som molhado da pele batendo na pele enchia a cozinha.

— Vou gozar dentro — avisou, voz rouca. — Pode?
— Pode… porra, pode…

Ele grudou o peito nas minhas costas, mordendo meu ombro enquanto metia mais rápido, mais forte. Senti o pau dele inchar dentro de mim, pulsar. Ele gemeu alto no meu ouvido, um som animal, e gozou. Jatos quentes enchendo tudo, escorrendo pelas coxas quando ele continuou mexendo devagar, espremendo até a última gota.

Não aguentei. Gozei na mão dele segundos depois, jorrando forte, sujando a mesa, os dedos dele, meu próprio abdômen. As pernas quase cederam.
Ficamos assim uns segundos, ofegantes, suados, colados. Ele ainda dentro de mim, amolecendo aos poucos. Beijou minha nuca devagar, quase carinhoso.

— Quanto tempo ela disse mesmo? — perguntou de novo, voz rouca de tesão e riso.

Olhei pro relógio da cozinha.

— Dezoito minutos desde que ela saiu.

Ele riu baixo, saindo devagar, o sêmen escorrendo quente pela parte interna da minha coxa.

— Dá tempo de tomar um banho rápido — disse, me puxando pela mão. — Vem.

Subimos as escadas juntos, nus, deixando um rastro discreto de gotas no chão.

O chuveiro foi rápido, mas não tão rápido assim.

Porque quando a água quente caiu em cima da gente, ele me encostou na parede de azulejo e me beijou de novo. Devagar dessa vez. Como se ainda tivesse tempo.
E tinha.

Porque o celular dela vibrou na sala, lá embaixo, com uma mensagem que só íamos ver depois:

“Fila gigante no caixa. Demoro mais uns 25 min. Quer que eu pegue sorvete?”

Respondemos só depois do segundo round.

Dessa vez no quarto dela. Na cama que ela divide comigo.

Se quiser me ver em ação é só entrar em Xhamster e procurar por Alan Long.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dei pro irmão da minha namorada

Codigo do conto:
254184

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/02/2026

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