Chegamos ao local à tarde, montamos as barracas num clareira perto de um riacho. O sol batia forte, e a gente logo tirou as camisetas pra se refrescar. O Lucas era o mais alto, com peitoral definido, tatuagens nos braços e uma protuberância na bermuda que denunciava um pau grosso e pesado. O Pedro era mais atarracado, com coxas grossas de quem joga futebol, e uma bunda empinada que balançava quando ele andava. O Thiago, o mais safado, tinha abdômen tanquinho, pele morena e um pau que eu já tinha visto por acidente no vestiário – longo, curvo pra cima, com veias saltadas que me deixavam curioso.
A noite caiu, e a gente acendeu uma fogueira, bebendo cerveja e contando piadas. O ar estava quente, úmido, e o álcool soltou as línguas. Começamos a falar de sexo, de fantasias, e eu confessei que tinha curiosidade com caras. Os olhares mudaram. O Lucas sorriu e disse: "Então vamos testar isso aqui mesmo, brother." Meu coração acelerou. Eu tava de short folgado, e meu pau já começava a endurecer só de imaginar.
O Pedro foi o primeiro. Ele se aproximou, me puxou pro colo dele perto da fogueira. Suas mãos grandes apertaram minha bunda, os dedos afundando na carne macia, massageando as nádegas como se quisesse moldá-las. "Que bundinha gostosa, cara", ele murmurou no meu ouvido, mordiscando o lóbulo. Eu gemi baixo, sentindo o pau dele crescer contra minha coxa – era duro, quente, pulsando através do tecido. Ele baixou meu short, expondo minha bunda nua ao ar fresco da noite. Seus dedos exploraram, roçando o rego, circundando meu cuzinho apertado. Eu me inclinei pra frente, empinando pra ele, e ele cuspiu na mão, lubrificando antes de enfiar um dedo devagar. A sensação era elétrica, meu pau babando pré-gozo na minha barriga.
Enquanto isso, o Lucas e o Thiago assistiam, se tocando por cima das roupas. O pau do Lucas já tava pra fora, grosso como um antebraço, com bolas pesadas balançando. Ele se masturbava devagar, a glande brilhando de umidade. O Thiago tirou tudo, revelando seu pau curvo, uns 18 centímetros, apontando pro céu. "Vem cá, vamos te foder direito", disse o Thiago, se aproximando.
Eu me ajoelhei na grama úmida, e o Pedro me posicionou de quatro. Ele cuspiu no meu cuzinho e no pau dele, alinhando a cabeça grossa na entrada. Empurrou devagar, e eu senti cada centímetro invadindo, esticando minhas paredes internas. Doía um pouco no começo, mas logo virou prazer puro. Ele socava ritmado, as bolas batendo na minha bunda, as mãos apertando minhas coxas. Minha bunda quicava com cada estocada, o som de pele contra pele ecoando na noite.
O Thiago veio pela frente, enfiando o pau curvo na minha boca. Era salgado, quente, e eu lambi a veia principal, sugando a cabeça como um sorvete. Ele gemia, segurando minha cabeça, fodendo minha garganta devagar. Meu pau balançava duro entre as pernas, latejando, sem ninguém tocar. O Lucas se posicionou do lado, masturbando seu pau grosso perto do meu rosto, esperando a vez.
O Pedro acelerou, suas coxas grossas flexionando, e gozou dentro de mim, enchendo meu cuzinho com jatos quentes e pegajosos. Saiu devagar, o sêmen escorrendo pelas minhas pernas. "Sua vez, Lucas", ele disse, ofegante.
O Lucas me virou de barriga pra cima, erguendo minhas pernas sobre os ombros dele. Minha bunda exposta, o cuzinho piscando, ainda lubrificado pelo gozo do Pedro. O pau dele era imenso, a cabeça inchada roçando minha entrada. Ele empurrou, e eu gritei de prazer misturado com dor – ele me preenchia completamente, as veias roçando minhas paredes sensíveis. Socava fundo, o peitoral suado brilhando à luz da fogueira. Minhas mãos apertavam sua bunda dura, sentindo os músculos contraírem a cada movimento. O Thiago se masturbava assistindo, e logo se juntou, lambendo minhas bolas enquanto o Lucas me fodia.
Meu pau explodiu sem toque, jatos de porra voando na minha barriga, o orgasmo me fazendo tremer. O Lucas riu e acelerou, gozando logo depois, inundando meu interior com mais sêmen quente.
Por último, o Thiago me pegou no colo, me empalando no pau curvo dele. Eu cavalgava, minha bunda subindo e descendo, sentindo a curva acertar meu ponto G toda vez. Suas mãos apertavam meus mamilos, torcendo-os, enquanto eu mordia seu pescoço. O pau dele latejava dentro de mim, e eu sentia cada veia, cada pulsar. Gozamos juntos – eu de novo, sujando nossos torsos, e ele enchendo minha bunda pela terceira vez aquela noite.
A gente caiu exausto na barraca, corpos entrelaçados, cheirando a suor e sexo. Foi a melhor viagem da minha vida, e desde então, nossos acampamentos nunca mais foram os mesmos.
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alanlong47