O lugar era perfeito: águas cristalinas, areia branca e fina, coqueiros balançando ao vento, e o melhor de tudo, completamente isolado. Ninguém ia lá, exceto por barco.
Aluguei um barco pequeno com um capitão local, um cara chamado Marcos. Ele era um homem na casa dos 40 anos, forte, bronzeado pelo sol do mar, com braços musculosos de quem passa a vida remando e içando velas. Tinha olhos castanhos penetrantes e um sorriso confiante que me deixou um pouco inquieto no caminho.
Paguei o valor combinado, e eu levei só o essencial: uma barraca compacta, comida enlatada, água, protetor solar e, claro, minha coleção secreta de calcinhas. Eram umas dez peças variadas – de renda preta fina, fio dental vermelha, até uma rosa com babados que mal cobria meu pau. Eu adoro me vestir assim em momentos privados; me faz sentir sexy, livre, desejado.
O trajeto de barco durou cerca de uma hora. Marcos pilotava com maestria, cortando as ondas suaves da baía de Paraty. Chegamos à praia ao meio-dia. Era um paraíso: uns 200 metros de areia virgem, cercada por mata atlântica densa e rochas que impediam acesso por terra.
"Aqui é o fim do mundo, hein?", disse ele, ajudando a descarregar minhas coisas. Eu agradeci e pedi para ele me buscar dali a três dias, no mesmo horário. Ele acenou, ligou o motor e desapareceu no horizonte. Fiquei sozinho. Finalmente.
Montei a barraca perto das árvores, para ter sombra. O sol estava forte, e o ar salgado enchia meus pulmões. Coloquei minha sunga, sentindo a brisa no meu corpo. Andei por todos os lados explorando a ilha para ver se realmente não tinha ninguém ali, pelado o dia todo, meu corpo branco da cidade começou a ganhar um tom dourado.
Ninguém por perto – só eu, as ondas e os pássaros. À noite, acendi uma fogueira pequena, comi algo leve e me masturbei devagar, imaginando aventuras selvagens.
No segundo dia, acordei cedo com o sol nascendo. Depois de um banho no mar nu, decidi experimentar as calcinhas. Escolhi a preta de renda, que abraçava meu pau e minhas bolas de forma apertada, deixando meu cu exposto pelo fio dental. Caminhei pela praia assim, sentindo o tecido roçando na minha pele sensível. Meu pau endurecia a cada passo, vazando pré-gozo na renda. Deitei na areia para tomar sol, de bruços, com as nádegas para cima, sentindo o calor penetrar minha pele. Estava no paraíso, relaxado, excitado.
Foi no fim da tarde que tudo mudou. Estava largado na areia, de calcinha totalmente exposto, com os olhos fechados, levei o maior susto quando ouvi a voz de Marcos, ao meu lado.
"Mas olha só, eu sabia, que o macho era uma fêmea..."
Meu coração acelerou – ele não devia voltar tão cedo! Tentei me cobrir, mas era tarde. Seus olhos devoravam meu corpo: eu ali, de calcinha preta, pau duro marcando o tecido, nádegas expostas.
"Veio cedo, capitão?", perguntei, tentando soar casual, mas minha voz tremia de excitação.
Ele parou na minha frente, tirando a camisa suada, revelando o peito peludo e musculoso.
"Vi que o tempo ia virar amanhã, resolvi checar se você tava bem. Mas pelo visto... tá mais que bem." Seu olhar desceu para minha calcinha, e vi o volume crescendo na sua calça jeans velha. Ele era hétero casado, pelo que tinha dito no barco, mas ali, isolados, as regras não valiam.
"Gosta de se vestir assim, né? Fica bem em você." Eu corei, mas não neguei.
Levantei devagar, sentindo meu pau pulsar. Ele se aproximou, cheirando a sal e suor masculino. Sua mão grande tocou minha cintura, descendo para apertar minha bunda.
"Quer que eu vá embora?", perguntou, mas já sabia a resposta.
Não falei nada. Virei de costas, apoiei as mãos nos joelhos e empinei o cu para ele, a calcinha de lado. Ele gemeu, baixou a calça e liberou um pau grosso, veioso, uns 18 cm, com a cabeça vermelha e brilhante de pré-gozo. Cuspiu na mão, lubrificou o pau e esfregou no meu buraco.
Ele segurou minha cintura e começou a lamber meu rabo aumentando o ritmo das linguadas. Eu me retorcia de tesão. Não demorou para ele se posicionar atras de mim, e forçar a entrada do meu rabo. Entrou facilmente, pois eu tinha passado a noite, brincando com meu rabo e um vibrador que levei.
Ele começou a meter ritmado, forte, suas bolas batendo na minha bunda.
"Que cu guloso, caralho", grunhiu, acelerando.
Eu gemia alto, sem me importar – ninguém para ouvir. Meu pau vazava na calcinha, e eu me masturbava devagar. Ele ficou nessa uns 5 minutos, imaginei que logo iria gozar, mas não o cara era bom no negócio, tirou o pau pra fora e mandou eu chupar. Juro que fiquei chupando por uns 10 minutos, ele gemia, mas parecia que estava acostumado a segurar o gozo. Isso me deixou mais excitado ainda, não é todo dia que encontramos alguém que consegue segurar dessa forma.
"Vamos mergulhar um pouco..." ele disse sem a menor pressa para encerrar aquele encontro. Entramos na água. Ele começou a me confidenciou que adorava comer os meninos que levava nos passeios, e que de cara percebeu que eu gostava da fruta. Era engraçado, ele parou com o sexo e agora queria conversar, fiquei um pouco confuso.
Ele então me contou que era adepto do sexo tântrico, pensei na hora, mas que marinheiro mais complexo eu fui achar, rsrsrs, entrei no jogo e ficamos conversando sobre sexo, sobre aventuras que ja fizemos, até que ele retomou o ritmo inicial, me pegando dentro dágua. Como era gostoso levar pau dentro do mar. Mergulhei chupei o pai dele embaixo dágua, ele retribuiu chupando o meu.
Fomos para a beira do mar e fizemos um 69, eu estav pronto para gozar, mas ele percebia e parava, me deixando maluco.
De repente uma nuvem carregada passou pela região e despencou uma chuva de verão que durou uns 10 minutos. Eu me sentia em um filme. O roteiro daquela aventura se superava a cada instante. Fomos para o riozinho que descia ao lado da praia, nos chupamos e metemos mais um pouco, já estav ficando escuro, quando resolvemos nos secar e enrtrar na barraca.
Pareciamos um cassal de namorados no início do relacionamento, dentro da barraca a putaria rolou solta, eu sentava nele cavalgando com força focado em fazer aquele macho gozar. Acho que nunca foi tão intenso, eu perdi todos os limites e pudores que poderia ter, levei de quatro, gemia aos berros, pedia mais, socava aquele pau que não amolecia, eu precisava fazer ele gozar, era uma questão de honra. Em determinado momento resolvi que seria agora, me coloquei de 4 novamente, e revolei como nunca antes havia rebolado no pau de nínguem, ele foi perdendo o controle, dizia que assim não iria aguentar, eu mexia mais.
"Vamos, me enche de porra cara!! Sou sua puta! Me come! Goza em mim! Vai, Vai vai! Eu estou gozando!!!! Ele explodiu!!!! Litros de porra, umas 10 estocadas, fiquei todo lambuzado. Despencamos no colchão da barraca. Não era possível mexer um músculo. Em segundos estavamos desmaiados.
Ele não foi embora. Acampamos juntos aquela noite.
Transamos de novo na barraca: eu deitado de lado, ele atrás de mim, metendo devagar enquanto mordia meu pescoço. Seu pau entrava fundo, roçando minha próstata a cada estocada. Durou meia hora, suados, gemendo baixinho. Gozamos juntos, eu na sua mão, ele no meu cu outra vez.
NOo dia seguinte nada do tempo virar, descobri depois que não tinha frente fria nenhuma vindo, era invençao dele para me pegar.
Acordamos cedo. Tomamos banho no mar nus, e ali mesmo, na água rasa, ele me fodeu em pé. Eu envolvi as pernas na sua cintura, ele me segurando pelas nádegas, metendo para cima enquanto as ondas nos molhavam. Seu pau escorregadio pela água salgada, entrando e saindo rápido.
"Me fode mais forte, capitão!", implorei. Ele obedeceu, batendo fundo até eu gozar na barriga dele, e ele jorrar dentro de mim, a porra se misturando com o mar.
À tarde, experimentei outra calcinha – a vermelha fio dental. Deitei na areia, e ele veio por cima, em posição missionária. Beijamos pela primeira vez, línguas se enroscando, seu pau roçando no meu. Ele tirou a calcinha com os dentes, lambeu meu cu por minutos, enfiando a língua fundo, me deixando louco. Depois, entrou devagar, olhos nos olhos, metendo lento e profundo.
"Você é uma putinha safada, né?", sussurrou. Acelerei o ritmo, cavalgando nele invertido, sentindo cada veia do pau dele. Gozamos assim, eu esguichando no peito dele, ele enchendo meu cu pela terceira vez no dia.
No quarto dia – que era para ser o último –, transamos mais duas vezes antes de partir. Pela manhã, na fogueira apagada, eu de quatro de novo, ele metendo como um animal, puxando meu cabelo. Seu pau latejava, e eu sentia cada pulsação.
À tarde, no barco voltando, paramos no meio da baía. Ele me chupou primeiro, engolindo meu pau inteiro, dedando meu cu ao mesmo tempo. Depois, me fodeu no convés, de bruços, com o sol queimando nossas peles.
Aqueles três dias viraram uma memória eterna. Marcos me deixou em Paraty com um beijo discreto e um "volta quando quiser".
Voltei para a cidade, mas com o cu dolorido e o coração acelerado. Às vezes, ainda uso aquelas calcinhas e me masturbo lembrando do capitão na praia deserta.
Se quiser me ver em ação é só entrar no Xhamster e procurar por Alan Long.
Sem ser pretensioso,mas muito bem.Votado