Naquela tarde de sábado chuvoso, Letícia tinha saído com as amigas pra um bar e me deixou esperando no quarto dela enquanto ela se arrumava. Quando ela finalmente fechou a porta e gritou “Volto de madrugada, se cuida!”, eu fiquei sozinho com o silêncio da casa e com aquela gaveta entreaberta que eu já conhecia de tanto espiar.
Eu não planejei. Juro que não. Só que naquele dia alguma coisa dentro de mim estalou.
Abri a gaveta devagar. O cheiro doce de amaciante misturado com perfume caro subiu imediatamente. Havia várias calcinhas dobradinhas: rendas pretas, cetins vermelhos, algodão colorido… mas meus olhos pararam numa peça específica: uma calcinha preta de microfibra com detalhes de renda lateral, corte bem cavado, daquelas que mal cobrem a bunda. Tinha um lacinho minúsculo na frente, quase infantil, contrastando com o tecido escandalosamente fino.
Peguei ela com as pontas dos dedos, como se pudesse queimar. Meu coração batia na garganta. Olhei pro espelho de corpo inteiro que ficava encostado na parede e me perguntei se eu teria coragem.
Tirei a bermuda e a cueca boxer de uma vez. Meu pau já estava meio duro só de segurar a peça na mão. Passei os pés pelos buracos, subi devagar o tecido pelas coxas. Quando a calcinha encostou na pele da bunda, senti um arrepio que subiu pela espinha inteira. O elástico fino abraçou minha cintura, a renda roçou de leve a base do meu saco e eu soltei um gemido baixo sem querer.
Olhei pro espelho.
Caralho!!!
A frente era tão apertada que meu pau ficou enviesado, pressionado contra o tecido fino, a cabeça quase escapando pela borda lateral. A renda roçava a glande a cada respiração. Atrás… atrás era pior (ou melhor). O tecido desaparecia entre minhas nádegas, deixando quase tudo à mostra. Eu virei de lado, depois de costas, e vi como a calcinha enquadrava minha bunda de um jeito que nenhuma cueca jamais fez. Parecia que alguém tinha desenhado curvas ali com caneta.
Eu estava tremendo.
Sentei na beirada da cama dela, abri as pernas devagar e passei a mão por cima do tecido. O atrito era diferente, mais suave e ao mesmo tempo mais intenso. Cada movimento fazia a renda roçar na cabeça do pau, que já babava o suficiente pra deixar uma mancha úmida escura bem no centro da calcinha. Eu esfreguei mais forte, sentindo o tecido ceder e moldar cada veia. Meu saco estava todo comprimido, quase dolorido de tão apertado, e isso só aumentava a sensação.
Fechei os olhos e imaginei que não estava sozinho.
Imaginei que era a boca de um cara que eu via no apps às vezes — aquele moreno alto de barba rala que mandava foto de pau grosso e dizia que gostava de “menininhas de calcinha”. Imaginei ele ajoelhado na minha frente, puxando a renda com os dentes, lambendo a mancha molhada que eu estava fazendo, depois virando meu corpo de bruços na cama da Letícia e abrindo minhas pernas enquanto falava baixinho no meu ouvido:
“Olha como essa bundinha fica perfeita com calcinha… vou rasgar ela com o pau.”
Eu gemi mais alto, agora sem me importar. Enfiei a mão por dentro da calcinha, segurei meu pau com força e comecei a me masturbar dentro do tecido. O elástico batia na base toda vez que eu descia a mão. A renda lateral arranhava de leve a virilha. Meu outro braço eu usava pra apertar o próprio mamilo por cima da camiseta, imaginando que eram dentes.
A sensação de estar usando algo que era dela, algo íntimo, proibido, me levou ao limite rápido demais.
Eu tentei segurar, mas não deu.
Senti o jorro quente subindo, o corpo inteiro contraindo. Tirei a mão de dentro bem na hora que gozei — o primeiro jato forte atravessou o tecido fino e caiu na coxa, o segundo e o terceiro encharcaram a microfibra preta, deixando ela quase transparente grudada na cabeça do pau. O resto escorreu devagar, molhando a renda, pingando na cama da minha prima.
Fiquei ofegante, olhando a bagunça no espelho: pau ainda pulsando dentro da calcinha encharcada, bunda exposta, coxas brilhando de porra, o lacinho da frente agora colado na pele melada.
Eu sabia que precisava lavar aquilo antes que ela chegasse. Mas por uns bons minutos eu só fiquei ali, respirando pesado, sentindo o tecido molhado grudado em mim, o cheiro de sexo misturado com o perfume dela.
Guardei a calcinha suja no fundo da gaveta, do jeito que estava — encharcada, amarrotada, com a marca do meu gozo bem visível.
Saí do quarto dela com as pernas bambas, o coração ainda disparado.
E, desde aquele dia, toda vez que vejo uma calcinha preta de renda, eu sinto de novo aquele arrepio subindo pela espinha… e o pau endurecendo só de lembrar o quanto eu me senti puta usando a dela.
Quem quiser me ver usando calcinha é só entrar no Xhamster e procura rpor Alan Long.
alanlong47