Eu, tinha um segredo que me excitava e me aterrorizava ao mesmo tempo: adorava usar calcinhas por baixo da roupa. Não era algo que eu contava para ninguém, era meu fetiche particular, algo que me fazia sentir sexy e vulnerável.
Naquele dia, eu tinha escolhido uma calcinha vermelha de renda, bem apertadinha, com um laço na frente que roçava na minha pele toda vez que eu me mexia. Ela era fina, quase transparente nas laterais, e eu a vesti de manhã, sentindo o tecido macio escorregar pelas minhas pernas e se ajustar perfeitamente ao meu pau e bolas, criando uma protuberância sutil que me deixava duro só de pensar.
Eu tinha um amigo que conhecia desde o primeiro ano, dividíamos algumas aulas e projetos, mas nunca fomos super próximos – até aquele dia.
Ele me convidou para estudar na casa dele, porque o dormitório onde eu morava estava uma bagunça com obras.
"Vem pra cá, tem ar-condicionado e cerveja gelada depois",
Eu aceitei, cheguei na casa dele por volta das 16h, com minha mochila cheia de livros e o laptop. A casa era simples, mas confortável, um apartamento pequeno que ele dividia com um roommate que estava viajando. A gente se sentou na sala, espalhando papéis na mesa de centro. Eu estava usando uma bermuda jeans folgada e uma camiseta básica, nada que chamasse atenção. Mas por baixo, aquela calcinha vermelha me lembrava do meu segredo a cada movimento. Enquanto discutíamos o projeto de marketing, o calor começou a apertar – o ar-condicionado estava fraco, e o sol entrava pela janela.
"Porra, tá quente pra caralho aqui", ele reclamou, tirando a camisa e ficando só de short.
Seu peito era liso, com pelos escuros no centro, e os braços fortes me distraíram por um segundo. Eu ri, tentando disfarçar, e disse que estava tudo bem. Mas ele insistiu:
"se quiser pode tirar a a camisa também.". Eu hesitei, mas para não parecer estranho, tirei. Meu corpo não era tão definido quanto o dele, mas eu me cuidava, com uma barriga lisa e pernas depiladas – outro detalhe que eu escondia.
A gente continuou estudando, mas aí veio o momento fatídico. Eu precisei pegar um livro da mochila que estava no chão, e me curvei para frente, de joelhos. Minha bermuda escorregou um pouco para baixo na cintura, expondo a parte de cima da calcinha. Não percebi na hora, masele sim. Ele ficou quieto por um segundo, depois riu baixinho.
"Não vou conseguir não dizer nada... e riu.."
Não entendi o que ele queria dizer.
"Você não quer me contar nada?, algum segredo seu..."
Que papo esquisito, assim do nada... "Não entendi..."
"Não quer me contar que está usando calcinha?"
Meu coração parou. Eu me endireitei rápido, puxando a bermuda para cima, mas era tarde. Meu rosto queimava de vergonha, e eu gaguejei:
"O quê?" O impacto tinha sido tão grande que eu não sabia de verdade como sair daquela situação, nunca imaginei que aquilo poderia acontecer, um monte de coisas me passaram pela cabeça, eu queria sumir, mas estava paralisado.
Ele se aproximou, ainda rindo, mas com um brilho nos olhos que eu nunca tinha visto.
"Deixa eu ver, cara, tenho o maior tesão em calcinhas..." Ele disse isso com uma mistura de curiosidade e excitação, não de julgamento.
Eu tentei negar, mas ele insistiu, se aproximando mais.
"Mostra pra mim, vai. Somos amigos, não vou contar pra ninguém".
Meu pau já estava endurecendo só com a ideia de ser exposto assim. Relutante, mas excitado, eu baixei um pouco a bermuda, revelando a calcinha vermelha. Ela estava esticada, com meu pau semi-ereto pressionando o tecido, o laço na frente todo amassado.
ELe arregalou os olhos, e sua mão veio devagar, tocando a renda.
"Caralho, isso é foda. Você usa isso sempre? Tá todo depilado embaixo também?"
Ele descobriu mais detalhes aos poucos. Primeiro, pediu para eu baixar a bermuda inteira. Eu obedeci, tremendo, e fiquei ali de pé, só de calcinha, na sala dele. A calcinha era pequena, cobrindo meu pau que agora estava completamente duro, vazando um pouco de pré-gozo que molhava o tecido.
Ele se ajoelhou na minha frente, examinando de perto.
"Olha só, é de renda mesmo, e tem um cheirinho bom... Você se masturba com isso?" Ele passou os dedos pela borda, roçando na minha pele, e eu gemi baixinho. Depois, ele virou meu corpo, vendo a parte de trás: a calcinha era fio dental, enfiada entre minhas nádegas, expondo minhas bundas redondas e lisas.
"Porra, sua bunda é perfeita nessa calcinha. Como você esconde isso na faculdade?"
Ele não parava de tocar, explorando. Puxou a calcinha para o lado, revelando meu pau latejando, com a cabeça vermelha e brilhante.
"Tá todo molhado já... Você gosta de ser pego assim, né?"
Eu confessei tudo: como eu comprava online, como me excitava vestir no banheiro da faculdade, como fantasiava com caras me descobrindo. Ele sorriu, seu próprio short agora com uma protuberância óbvia.
Aí as coisas escalaram. Ele me empurrou gentilmente para o sofá, me deitando de costas.
"Deixa eu te ver direito". Ele baixou minha calcinha devagar, mas não tirou inteira – deixou enrolada nas coxas, como se quisesse me manter "vestido" no fetiche. Seu pau saiu do short: era grosso, uns 18cm, com veias pulsando e a cabeça inchada. Ele se posicionou entre minhas pernas, esfregando a rola na minha entrada, que já estava lubrificada com o suor e meu próprio tesão.
"Você quer isso? Quer que eu te coma com essa calcinha no joelho?"
Eu assenti, implorando. Ele cuspiu na mão, lubrificando o pau, e começou a empurrar devagar. A sensação era incrível: a cabeça grossa forçando minha entrada apertada, esticando centímetro por centímetro. Eu gemi alto, sentindo cada veia roçando nas paredes internas.
"Porra, você é tão apertado... Como uma virgem nessa calcinha de puta". Ele foi fundo, até as bolas baterem na minha bunda, e ficou ali, pulsando dentro de mim.
Então começou o vai e vem: devagar no início, com estocadas longas que me faziam arquejar. Ele segurava minhas pernas abertas, a calcinha vermelha balançando nas coxas.
"Olha pra mim, olha como você tá gostando de ser fodido pelo teu amigo". Ele acelerou, o som de pele batendo ecoando na sala, meu pau duro quicando no meu abdômen, vazando mais pré-gozo. Ele pegou meu pau na mão, masturbando enquanto metia, sincronizando os movimentos.
"Vai gozar pra mim, vai... Mostra como você é safado".
Os detalhes do sexo eram intensos: o suor escorrendo pelos nossos corpos, o cheiro de tesão no ar, os gemidos dele misturados aos meus. Ele variava o ritmo – às vezes rápido e forte, fazendo minhas bundas tremerem; outras devagar, girando os quadris para acertar meu ponto G, me deixando louco.
"Sua bunda engole meu pau todo... Tá piscando em volta dele".
No fim, ele me virou de quatro no sofá, enfiando de novo por trás, puxando minha calcinha para o lado como se fosse uma coleira. As metidas eram profundas, suas mãos apertando minhas nádegas, abrindo elas para ver o pau entrando e saindo.
Eu gozei primeiro, sem nem tocar no pau: o esperma jorrou no sofá, meu corpo convulsionando.
"Isso, goza no meu pau". Ele veio logo depois, urrando, enchendo meu cu com jatos quentes e grossos de porra, que escorriam pelas minhas pernas quando ele saiu.
Ficamos ali, ofegantes, ele me beijando o pescoço.
"Da próxima vez, traz mais calcinhas. Vamos estudar mais assim".
Quer me ver de calcinha, é só entrar no xhamster e procurar por Alna Long.
Foi assim que meu segredo virou nosso prazer compartilhado, e aquela tarde mudou tudo entre nós.759msEspecialista