O Desafio do Bikini Rosa

Essa história é sobre Renato, meu melhor amigo – ou melhor, o cara que virou muito mais que isso depois que inventamos essa brincadeira maluca chamada "o desafio".

Tudo começou inocente, ou pelo menos era o que a gente fingia acreditar. Já fazia um tempo que vinhamos transando, nos conhecemos na internet, ele morava sozinho e sempre me convidava para ir a sua casa. Uma noite, depois de umas cervejas, ele me olhou com aquele sorriso safado e disse:

"E se a gente apostasse em desafios exibicionistas? O perdedor tem que cumprir, sem reclamar."

Eu ri, mas meu pau já deu um pulo só de imaginar. Aceitei na hora, sem saber no que estava me metendo.

O primeiro desafio veio logo. Renato me buscou de carro para uma balada, e no meio do caminho, ele parou em uma rua escura e disse:

"Tira toda a roupa e me entrega. Vai pelado até a gente chegar." Meu coração acelerou.

Eu estava no banco do passageiro, e ele me olhava com olhos famintos. Desci a calça jeans devagar, sentindo o tecido roçar na minha pele, revelando minha cueca boxer já esticada pelo volume crescente. Tirei a camisa, depois a cueca, e entreguei tudo para ele, que trancou no porta-malas. Meu pau semi-ereto balançava no ar condicionado do carro, e eu me sentia exposto, vulnerável, mas excitado pra caralho. Toda vez que um farol de outro carro iluminava o interior, eu me encolhia, mas Renato ria e dizia:

"Relaxa, ninguém vai ver." Chegamos na balada, e ele me devolveu as roupas no estacionamento. A adrenalina era viciante.

Daí pra frente, os desafios escalaram. Uma vez, no prédio onde morava, ele me desafiou a ficar um minuto inteiro pelado na varanda, à meia-noite.

Eu saí do apartamento nu, o vento frio batendo no meu corpo, meus mamilos endurecendo, e meu pau latejando de excitação. Olhei para baixo, vendo as luzes da rua.

Renato cronometrava do lado de dentro, rindo, mas eu via o volume na calça dele. Quando o minuto acabou, entrei correndo, e ele me jogou na cama, me comendo com força, minhas pernas no ombro dele, sentindo cada estocada profunda enquanto eu me masturbava devagar.

Outra noite, fomos para a praia à noite, e ele me desafiou a entrar no mar pelado. Tirei tudo na areia escura, sentindo a brisa salgada no meu pau duro como pedra. Corri para a água, as ondas geladas batendo nas minhas bolas, me fazendo arfar.

Quando voltei, molhado e tremendo, transamos ali mesmo na areia, ele me penetrando por trás enquanto eu me apoiava em uma pedra, gemendo alto com o som das ondas abafando tudo.

Mas aí as coisas ficaram mais intensas. Uma coisa era ficar pelado – se alguém me pegasse, eu podia culpar a bebida. Mas Renato começou a adicionar um twist:

"Agora vai ser de calcinha ou biquíni." O tesão de me sentir exposto, feminino, submisso... era demais.

E aí veio um desafio que eu não estava disposto a encarar.

Estávamos na casa de praia dele, no litoral norte, uma da manhã, já haviamos bebido bastante, a casa ficava a um quilômetro da praia, em uma rua residencial quieta, com poucas luzes.

Estávamos no sofá, minhas mãos explorando o pau dele por cima da bermuda. Ele parou, e disse:

"Desafio: vai até a praia de biquíni e volta. Sem nada por cima."

Meu estômago revirou, mas meu pau endureceu na hora. O biquíni era um daqueles minúsculos, rosa choque, com a parte de baixo que mal cobria meu pau e bolas. Tentei questionar dizendo que era longe demais, e que alguém poderia me ver. Ele não quis saber dizendo que desafio era desafio.

Que sensação maluca, por um lado estava com muito medo de ir, por outro algo me empurrava, querendo passar por aquele momento que iria me levar ao extase.

Tirei minha roupa devagar, sentindo os olhos dele devorando meu corpo. Vesti o biquíni: a calcinha apertada, o tecido fino esticando sobre minha ereção.

Olhei no espelho – eu parecia uma vadia safada, vulnerável.

Saí pela porta dos fundos, o coração batendo forte no peito. A rua estava escura, só o som de grilos e o cheiro de mar. Caminhei descalço, sentindo o asfalto áspero nos pés, cada passo era uma mistura de medo e tesão – e se um carro passasse? E se um vizinho acordasse? Meu pau latejava dentro da calcinha, vazando pré-gozo, molhando o tecido.

Durante a ida, tudo calmo, a cidade dormia, conforme andava fui relaxando e a medida que não encontrava ninguém passei até a ficar um pouco descepcionado, uma loucura, como podia torcer para que ninguem aparecesse e ao mesmo tempo o que mais queria era isso, Renato vinha atrás observando cada passo que eu dava aproveitando o desafio que tinha criado.

Cheguei na praia suando, ofegante. A areia fria sob os pés, as ondas quebrando ao longe. Toquei a água com os dedos dos pés, sentindo a vitória, mas quando me virei para voltar, vi sombras se movendo. Três garotos, uns 18 ou 20 anos, sentados em uma fogueira improvisada a uns 50 metros. Eles me viram. Um gritou:

"Ei, olha ali!

Meu sangue gelou.

"Que isso, cara? Tá de biquíni?"

Eles riam, se aproximando. Eu parei, sem fôlego, o pau ainda duro traçando o tecido. Um deles, alto e musculoso, se aproximou, os olhos brilhando na luz fraca da lua.

"Puta merda, tá curtindo o quê, hein?" Os outros riram, mas não pareciam hostis – mais curiosos, talvez excitados.

Eu gaguejei algo como "É uma aposta, galera", mas meu corpo traía: o biquíni molhado de suor e pré-gozo, meus mamilos eriçados.

Foi rápido e intenso, sai rapidamente dali e eles ficaram rindo, enquanto eu andava pela praia aconteceu o que eu nunca esperaria, comecei a gozar sem me tocar, Renato me olhava e viu bem a hora que meu pau jorrou todo leite acumulado.

Doideira total eu estava gozando e agora precisava voltar pra casa naquela situação. Fiz menção de tirar a calcinha, mas ele advertiu dizendo que o desafio precisava ser cumprido.

Voltei para a casa correndo, o sêmen escorrendo pelas pernas, o corpo ainda tremendo. Entrei em casa e Renato veio atrás, me puxou para dentro, me jogando no sofá. Tirou o biquíni com os dentes, lambendo o resíduo do meu gozo.

"Você é uma putinha exibicionista perfeita", murmurou, antes de me virar de bruços e me penetrar devagar, o pau grosso esticando meu cu apertado. Cada estocada era profunda, ritmada, batendo na minha próstata, me fazendo gemer como uma cadela no cio. Ele me segurava pelos quadris, puxando meu cabelo, e eu rebolava contra ele, sentindo o tesão renascer.

"Goza de novo pra mim, sem tocar", ordenou, e eu obedeci – a memória dos garotos, a exposição, tudo culminando em outro orgasmo mãos-livres, meu cu apertando ao redor dele enquanto ele gozava dentro de mim, quente e farto.

Depois, deitamos exaustos, suados, rindo da loucura. Os desafios continuaram, cada vez mais ousados, mas aquela noite na praia... ah, aquela foi lendária. A adrenalina, o risco, o sexo – era tudo o que a gente precisava.

Se quise rme ver de calcinha é só entrar em Xhamster e procurar por Alan Long.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alanlong47

Nome do conto:
O Desafio do Bikini Rosa

Codigo do conto:
253693

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
02/02/2026

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