No terceiro dia eu já tinha descoberto o ritual: chegar lá no fim da tarde, tirar a roupa toda, deixar dobradinha em cima da pedra grande e entrar na água pelado.
A sensação da correnteza fria batendo no corpo inteiro, o sol ainda quente batendo na pele molhada, o silêncio quebrado só pelo barulho da água e dos pássaros… era libertador. Eu ficava horas ali, boiando, me masturbando devagar, sem pressa, só curtindo o tesão de estar completamente exposto na natureza.
Naquela tarde eu estava exatamente assim: deitado de barriga pra cima, olhos fechados, a mão direita enrolada no meu pau meio duro, quando ouvi o estalo de um galho seco.
Abri os olhos de supetão.
Ele estava parado na margem, a uns cinco metros de mim, chapéu de palha na cabeça, camisa xadrez aberta até o peito, calça jeans surrada e suja de terra, botas de borracha.
Um peão da fazenda, daqueles que a gente vê de longe cuidando do gado. Moreno, barba rala, ombros largos, braços grossos de tanto trabalhar. E olhando fixo pra mim. Não tinha cara de assustado nem de quem ia sair correndo. Tinha cara de quem gostou do que viu.
— Desculpa aí, moço — ele falou, voz grossa, calma. — Vim pegar uma água pro gado ali embaixo e te vi…
Eu não respondi de primeira. Meu pau, que estava meio mole, deu uma pulsada forte só de ser olhado daquele jeito. Eu me sentei na água rasa, sem tentar cobrir nada.
— Tranquilo — consegui dizer, a voz saindo mais rouca do que eu queria. — Pode pegar a água.
Ele não se mexeu. Só ficou me encarando, o canto da boca subindo num sorrisinho torto.
— Tu tá gostando de ficar pelado aqui, né?
Não era pergunta. Era constatação.
Eu ri nervoso, mas não neguei.
— Tô. É bem bom...
Ele desceu devagar a margem, tirou o chapéu, jogou na grama. Quando chegou perto da água, já estava abrindo o zíper da calça. O volume ali dentro era absurdo. Quando ele puxou a cueca boxer pra baixo junto com a calça, o pau caiu pesado, quase batendo na coxa. Grosso, comprido, cabeça rosada já brilhando de umidade, as veias marcadas subindo até a base. Devia ter uns 22 cm fácil, e grosso na medida certa pra fazer a gente sentir tudo.
— Posso entrar? — perguntou, já tirando a camisa.
— Entra logo — respondi, sem nem pensar.
Ele entrou na água sem cerimônia. A correnteza gelada fez ele soltar um “puta que pariu” baixo, mas logo chegou perto de mim. Ficamos frente a frente, a água batendo no peito dos dois. E
— Tu quer isso aqui, né? — Ele segurou o próprio pau por baixo d’água, balançou devagar.
Eu só assenti.
Ele puxou minha mãe colocou no pau dele, eu comecei a mexer sem perder tempo, já me esfregando no pauzão que pulsava contra minha barriga.
Não demorou muito pra ele me virar de costas, me apoiar nas duas mãos numa pedra lisa que ficava meio submersa. A água batia na minha cintura. Ele cuspiu na mão, passou no pau, depois entre minhas nádegas. Sentir o dedo grosso abrindo caminho já me fez gemer alto.
— Relaxa, vai devagar no começo — ele murmurou no meu ouvido.
Não foi devagar. Quando a cabeça passou, ele empurrou até o talo de uma vez. Eu soltei um grito abafado, meio dor, meio prazer insano. Ele segurou firme minha cintura e começou a meter ritmado, fundo, o saco batendo na minha bunda a cada estocada. A água espirrava em volta da gente, o barulho molhado misturado com meus gemidos e os grunhidos roucos dele.
— Caralho, que cu gostoso… — ele rosnava. — Tá engolindo tudo, porra.
Eu gozei sem nem encostar na pedra, só com ele metendo. O orgasmo veio tão forte que minhas pernas tremeram. Ele não parou. Continuou socando mais umas dez vezes até que senti o pau inchar dentro de mim e ele gozar gemendo alto, enchendo tudo.
Depois disso ele me virou de frente, e perguntou...
— Quantos dias tu vai ficar aqui?
— Mais dez — respondi, ofegante.
Ele sorriu.
— Então vai ter muito riozinho pra gente.
E teve.
Naquela mesma semana ele me comeu mais sete vezes.
No curral vazio depois do banho do gado, com cheiro de esterco e couro. Na cocheira, encostado no feno. De quatro no capim alto atrás do galinheiro. Uma vez até na rede da varanda dos fundos, de madrugada, enquanto o resto da casa dormia.
Sempre aquele pauzão entrando sem dó, sempre ele me chamando de “putinha do riozinho” enquanto gozava dentro. E eu, toda vez, querendo mais.
Quando chegou o dia de eu voltar pra cidade, ele me acompanhou até o portão da fazenda na caminhonete velha.
— Volta ano que vem, hein? O riozinho fica com saudade.
Eu sorri, ainda sentindo ele latejando dentro da minha memória.
— Pode deixar. Ano que vem eu venho preparado.
E saí do carro mancando de leve, com o cu dolorido, satisfeito e já contando os dias pro próximo janeiro.
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