Eu tinha acabado de sair da última aula e precisava mijar antes de pegar o ônibus. Entrei no banheiro do terceiro andar do bloco C, aquele mais afastado que quase ninguém usa. O lugar estava silencioso, só o som distante de alguém lavando as mãos.
Entrei na última cabine, fechei a porta e abri o zíper. Foi quando ouvi a porta do banheiro abrir de novo. Passos pesados. A cabine ao lado da minha foi ocupada. Olhei por baixo da divisória e vi um par de tênis pretos e jeans escuros. Reconheci na hora: era o Fernando, alto, moreno, ombros largos, aquele tipo que todo mundo virava o pescoço pra olhar no pátio.
Ele não fez som de quem ia mijar. Ficou quieto por uns segundos. Depois ouvi o cinto dele sendo aberto, o zíper descendo devagar. Meu coração acelerou. Eu já tinha notado ele antes, sempre com aquele sorriso safado e o volume marcando na calça jeans.
De repente, ouvi um sussurro rouco vindo da cabine dele:
— Ei… tá olhando o quê?
Eu gelei. Não respondi. Mas não consegui tirar os olhos dos pés dele. Vi quando ele se aproximou da divisória e, sem dizer mais nada, passou o pau por baixo da fresta entre as cabines.
Era grosso, meio escuro, já meio duro, a cabeça rosada brilhando. Veias marcadas. Tinha um cheiro forte, masculino, de suor do dia inteiro misturado com sabonete. Meu pau deu um pulo dentro da cueca.
Não pensei duas vezes. Me ajoelhei no chão frio do banheiro, o jeans ainda aberto, e segurei aquele pau com a mão. Estava quente, pulsando. Passei a língua devagar na cabeça, sentindo o gosto salgado do pré-gozo que já escorria. Fernando soltou um gemido baixo do outro lado.
— Caralho… isso… chupa ele, Alan.
Eu abri a boca e engoli devagar. Primeiro só a cabeça, sentindo ela deslizar na minha língua. Depois mais fundo, até bater no fundo da garganta. Ele era grande, me enchia a boca inteira. Comecei a chupar com vontade, subindo e descendo, a saliva escorrendo pelo pau dele e pingando no chão. Usava a mão pra massagear a base enquanto minha boca trabalhava na cabeça, sugando, lambendo a fenda, girando a língua em volta.
Fernando começou a meter devagar, empurrando o quadril contra a divisória. O pau dele entrava e saía da minha boca com um som molhado, obsceno. Ele gemia baixinho:
— Porra, que boca gostosa… engole mais fundo… isso, assim…
Eu estava louco de tesão. Meu próprio pau estava duro pra caralho, latejando, vazando na cueca. Tirei ele pra fora e comecei a me masturbar enquanto chupava ele com mais força, babando tudo.
De repente, ouvi o barulho da porta do banheiro abrindo.
Passos. Alguém entrou. Parou. Silêncio.
Eu congelei com o pau do Fernando ainda na boca, metade dele dentro da minha garganta. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair do peito. Fernando também parou de mexer, mas não tirou o pau. Ficamos os dois imóveis.
A pessoa parou na frente das cabines. Eu via os sapatos dele por baixo da porta. Ele ficou ali uns segundos que pareceram eternos. Depois ouvi uma risadinha baixa, quase inaudível.
— Porra… que safados — murmurou a voz, reconhecível como de um cara do time de futsal.
Ele não saiu. Ficou ali, provavelmente olhando por cima da divisória ou só curtindo o som da nossa respiração pesada.
Fernando, puto de tesão, não aguentou. Segurou minha cabeça por cima da divisória como pôde e começou a foder minha boca com mais força, mesmo com o outro cara ali. O pau dele entrava fundo, batendo na garganta, me fazendo engasgar baixinho. Saliva escorria pelo meu queixo.
O cara que nos flagrou soltou um gemido abafado. Ouvi o som dele abrindo o próprio zíper.
— Continua chupando ele, vai… — sussurrou.
Eu obedeci. Chupava com tudo, língua trabalhando, garganta relaxando pra tomar ele inteiro. Fernando começou a respirar mais rápido, os gemidos ficando mais urgentes.
— Tô quase… porra… vou gozar na tua boca…
Ele deu mais umas estocadas e explodiu. Jatos grossos e quentes de porra encheram minha boca. Eram muitos, densos, com gosto forte. Eu engoli o que deu, o resto escorreu pelo canto dos meus lábios enquanto ele ainda pulsava na minha língua.
Quando ele terminou, tirou o pau devagar, ainda brilhando de saliva e gozo. Eu fiquei de joelhos, ofegante, meu próprio pau latejando sem ter gozado ainda.
O cara que nos flagrou deu uma última risada baixa e saiu do banheiro sem dizer mais nada, mas o som do zíper dele fechando ficou no ar.
Fernando abriu a porta da cabine dele. Saiu, alto, com o pau ainda semi-duro pingando. Olhou pra mim ajoelhado, o rosto todo lambuzado, e sorriu daquele jeito safado.
O garoto que estava olhando entrou na minha cabine sem pedir licença, trancando a porta atrás de si.
— Agora é minha vez! — ou vou contar pra todo mundo que você curte chupar uma rola.
Ele abriu o zíper da bermuda de moletom sem pressa. O pau saltou pra fora — era mais comprido que o do Fernando, um pouco mais fino, mas com uma cabeça grossa e rosada que já brilhava de pré-gozo. As bolas eram pesadas, cheias.
Ele segurou o pau pela base e bateu com ele no meu rosto. Uma, duas vezes. O cheiro era forte, suor misturado com tesão.
Eu me ajoelhei de novo no chão frio do banheiro, o jeans ainda aberto, meu pau duro roçando na coxa. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou o pau direto na minha boca.
— Isso… abre bem essa boca safada.
Ele era mais bruto. Empurrou fundo logo de cara, fazendo eu engasgar. O pau dele batia no fundo da minha garganta, me fazendo lacrimejar. Saliva escorria pelo queixo e pingava no chão enquanto ele começava a foder minha boca com estocadas firmes e ritmadas.
— Caralho… que boca quente. Chupa com vontade, vai. Usa a língua.
Eu obedeci. Passei a língua por baixo da cabeça, lambendo a fenda, sugando enquanto ele entrava e saía, ele gemia alto, sem se importar se alguém entrava no banheiro. O pau dele deslizava molhado na minha boca, fazendo barulhos obscenos. Eu sentia as bolas dele batendo no meu queixo a cada estocada. Meu nariz encostava na barriga dele quando ele enfiava tudo.
— Porra… tô quase gozando… não para, continua chupando.
Ele fodia minha boca sem piedade agora. Eu mal conseguia respirar, lágrimas escorrendo pelo rosto, mas meu próprio pau estava babando de tesão. Lucas deu um gemido rouco e segurou minha cabeça firme contra ele.
— Engole tudo, caralho!
Ele gozou forte. Jatos grossos e quentes explodiram direto na minha garganta. Eram muitos, densos. Eu engasguei, tossi, mas ele não tirou. Parte do gozo escorreu pelo canto da minha boca, misturando com a saliva, pingando no meu peito e na camisa.
Quando ele finalmente tirou o pau, ainda pulsando, limpou a cabeça suja nos meus lábios.
— Boa boca, Alan. Da próxima vez que eu te ver é só me olhar que você já sabe o que fazer.
Ele guardou o pau, deu um tapa leve no meu rosto e saiu da cabine, deixando a porta entreaberta.
Eu fiquei ali de joelhos, ofegante, o rosto todo melado de porra dos dois, meu pau ainda duro e dolorido de tanto tesão.
Quer me ver pelado todo gozado, só entrar em Xhamster gay e procurar por Alan Long.