Dançamos, bebemos, nos beijamos no canto escuro da sala. As mãos dela eram ousadas, apertando minha bunda enquanto a língua dela brincava com a minha. Quando sussurrei no ouvido dela que queria continuar a noite em outro lugar, ela sorriu maliciosa e disse:
— Vamos pro motel então. Quero você só pra mim.
Chegamos no motel meia hora depois. O quarto era daqueles bem equipados: cama king size, luz vermelha baixa, espelho no teto.
Assim que a porta fechou, já estávamos nos beijando com fome. Tirei o vestido dela devagar, revelando um sutiã preto rendado e uma calcinha minúscula. O corpo dela era perfeito: seios firmes, cintura fina, bunda empinada. Eu estava louco de tesão.
Ajoelhei na frente dela, puxando a calcinha para baixo. Foi aí que tudo mudou.
Em vez da boceta molhada que eu esperava, um pau grosso, semi-duro, saltou na minha cara. Era enorme. Bem maior do que o meu. Veias saltadas, cabeça rosada e brilhante, já começando a endurecer. Fiquei paralisado por um segundo, olhando para cima. Roberta (ou melhor, Roberto) me olhava com um sorriso safado, mordendo o lábio inferior.
— Surpresa... — ele disse com a voz rouca. — Ainda quer continuar?
Eu não respondi com palavras. Meu coração estava disparado, mas o tesão foi mais forte que qualquer choque. Segurei aquele pau gigante com as duas mãos. Era pesado, quente, pulsando. Cheirava a homem, limpo, com um leve perfume de sabonete. Passei a língua devagar pela cabeça, sentindo o gosto salgado da pele. Roberto gemeu baixo e colocou a mão no meu cabelo.
— Isso... chupa ele pra mim, Alan.
Abri a boca o máximo que consegui e engoli a cabeça grossa. Era difícil, ele era muito largo. Senti minha boca esticar enquanto descia devagar, babando tudo. Quanto mais eu chupava, mais ele endurecia, ficando ainda maior. Eu gemia com ele na boca, sentindo as veias pulsarem na minha língua. Subia e descia, lambendo as bolas pesadas, chupando com vontade, fazendo barulho molhado. Roberto segurava minha cabeça e começava a foder minha boca devagar, empurrando mais fundo.
— Caralho, você chupa gostoso pra um macho...
Depois de uns minutos me chupando assim, ele me levantou, me beijou com força e me jogou na cama de quatro. Passou lubrificante no pau dele e no meu cu, esfregando a cabeça grossa na minha entrada. Eu tremia de expectativa e um pouco de medo. Ele era realmente enorme.
— Relaxa... vou devagar no começo — ele sussurrou no meu ouvido.
A pressão foi intensa. Senti a cabeça abrindo meu cu centímetro por centímetro. Doeu no início, mas o prazer veio logo depois, quente e profundo. Quando ele estava todo dentro, eu soltei um gemido longo, quase um grito. Roberto começou a meter devagar, depois mais rápido, segurando meus quadris com força. O barulho da pele batendo ecoava no quarto. Cada estocada fazia meu pau vazar pré-gozo na cama.
Ele me fodeu em todas as posições aquela noite.
De quatro, com minha cara enfiada no travesseiro enquanto ele metia fundo. De lado, com uma perna minha levantada, o pau dele roçando minha próstata a cada investida. De frente, minhas pernas nos ombros dele, olhando nos olhos dele enquanto ele me arrombava devagar e profundo. Em pé, contra a parede, ele me levantando como se eu não pesasse nada.
Chupei ele várias vezes entre uma foda e outra. Adorava o jeito que ele gemia quando eu enfiava o pau inteiro na garganta até engasgar, lágrimas escorrendo, baba escorrendo pelo queixo.
Ele gozou na minha boca pela primeira vez por volta das três da manhã. Um jato quente, grosso, salgado. Engoli o máximo que consegui, o resto escorrendo pelos cantos da boca.
Não parei por aí.
Ele me fodeu mais três vezes naquela noite. A última foi já de manhã, com a luz do dia entrando pelas cortinas. Eu estava exausto, o cu latejando, mas ainda pedindo mais. Roberto gozou dentro de mim dessa vez, enchendo meu cu de porra quente enquanto eu gozava sem nem tocar no meu pau.
Quando finalmente saímos do motel, minhas pernas tremiam. Meu cu estava dolorido, aberto, vazando a porra dele pelas coxas. Roberto me deu um beijo na boca antes de ir embora e disse baixinho:
— Me liga quando quiser repetir, Alan.
Eu sorri, ainda sentindo o gosto dele na língua.
E eu sabia que ia ligar. Muito em breve.
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