Primeira vez – No vestiário da academia
Eu tinha acabado de tomar banho. A academia estava quase vazia, só faltavam uns quinze minutos para fechar. Vesti uma calcinha preta de renda, bem cavada, que mal cobria meu saco. Por cima, só a bermuda de moletom folgada. Estava me olhando no espelho do vestiário quando o Rodrigo, um dos instrutores, entrou de repente para guardar uns halteres.
Ele parou na porta. Seus olhos desceram direto para o volume da bermuda, onde o elástico da calcinha aparecia.
— Caralho… é sério isso?
Eu congelei, mas meu pau endureceu na hora. Não tentei esconder. Rodrigo fechou a porta atrás dele e veio andando devagar.
— Levanta a bermuda.
Obedeci. A calcinha preta de renda ficou totalmente exposta. Ele mordeu o lábio e apertou o pau por cima da calça.
— De joelhos.
Eu me ajoelhei ali mesmo, no chão frio do vestiário. Puxei a calça dele pra baixo e engoli seu pau grosso até o fundo da garganta, babando tudo. Ele segurava minha cabeça com as duas mãos e fodia minha boca com força, gemendo baixo. Depois me virou de quatro no banco, puxou o fio da calcinha pro lado e me comeu ali mesmo, forte e rápido. Gozei dentro da calcinha sem nem tocar no pau, enquanto ele enchia minha bunda.
Segunda vez – No apartamento do meu chefe
Eu estava trabalhando até tarde na casa dele. Ele tinha saído para uma reunião. Fui ao banheiro, tirei a calça social e vesti uma calcinha vermelha fio-dental que eu carregava na mochila. Fiquei só de camisa social e calcinha, me sentindo safado.
Quando el entra no banheiro de repente...
— Olha só o quem gosta de usar calcinha — disse ele, com a voz rouca.
Não deu tempo de explicar. Ele me empurrou contra a parede, abaixou e mordeu minha bunda por cima da renda. Depois me fez ajoelhar ali mesmo.
Chupei ele devagar, olhando nos olhos, lambendo as bolas, enfiando a língua na cabeça inchada. Ele gemeu meu nome e gozou na minha língua.
Em seguida me carregou pro sofá, me colocou de quatro e me fodeu com vontade, puxando o fio da calcinha como se fosse uma rédea.
Gozei com ele batendo fundo, gemendo como uma puta.
Terceira vez – No cinema
Fui ao cinema sozinho de noite. Por baixo da calça jeans, uma calcinha branca de algodão, bem pequena. No meio do filme, o cara da fileira de trás sentou do meu lado. Estava escuro. Ele percebeu quando eu cruzei as pernas e a renda apareceu um pouco.
Sem dizer nada, ele colocou a mão na minha coxa. Subiu devagar até sentir a calcinha. Sorriu no escuro.
Eu abri o zíper dele e tirei seu pau pra fora. Chupei ele ali mesmo, no escuro do cinema, com cuidado pra não fazer barulho. Ele segurava minha nuca, empurrando devagar. Depois me fez virar de lado na poltrona, puxou minha calça pra baixo só o suficiente e enfiou o pau na minha bunda, devagar, me fodendo enquanto o filme continuava.
Gozei silenciosamente dentro da calcinha, sentindo ele pulsar e me encher.
Quarta vez – Na casa de praia
Estava sozinho na casa de praia da família. Saí da piscina só de calcinha azul clara molhada, colada no corpo. Entrei na sala e meu primo mais velho, o Marcos, estava lá — tinha chegado mais cedo sem avisar.
Ele me viu e ficou parado, olhando minha bunda quase toda de fora.
— Porra, Alan…
Não respondi. Só me aproximei. Ele me pegou pela cintura, me beijou com força e me jogou no sofá. Chupei ele de quatro no chão, engolindo fundo, babando nas bolas. Depois ele me fodeu de lado, segurando minha perna pra cima, olhando a calcinha molhada esticada na minha bunda.
Ele gozou duas vezes: uma na minha boca, outra dentro de mim, enquanto eu gemia pedindo mais.
Quinta vez – No elevador do prédio
Era tarde da noite. Eu estava subindo pro apartamento só de camiseta longa e uma calcinha preta de renda. A camiseta mal cobria. O elevador parou no andar de baixo e entrou o vizinho do 807, um cara forte, casado, que eu sempre achava gostoso.
Ele viu. Olhou pra minha bunda, depois pro meu rosto. O elevador subiu. Ele apertou o botão de emergência.
— Abre as pernas.
Encostei na parede do elevador e abri. Ele puxou a calcinha pro lado e enfiou dois dedos logo de cara. Depois me fez ajoelhar. Chupei ele com fome, gemendo, babando no chão. Ele me levantou, me virou de costas e me fodeu de pé, segurando minha cintura, batendo forte. O elevador inteiro tremia.
Gozei na calcinha inteira enquanto ele me enchia, gemendo no meu ouvido que eu era uma vadia deliciosa.
Desde então, eu não tento mais esconder tanto. Às vezes até deixo propósito… esperando ser pego de novo.