Depois de algumas cervejas e uma piscina agitada, o Lucas reuniu todo mundo na sala grande da casa, as cortinas fechadas, luz baixa. Éramos treze no total. Ele foi direto:
— Quem quiser sair, a porta tá aberta. Quem ficar… vai rolar de tudo.
Ninguém saiu.
Eu estava nervoso, mas com o pau já meio duro dentro do short. Sentamos em círculo nos sofás e almofadas espalhadas no chão. Começou devagar: beijos, mãos explorando peitos, pescoços. Logo um loiro chamado Theo se ajoelhou na minha frente, puxou meu short pra baixo e engoliu meu pau até o fundo, sem aviso. Soltei um gemido alto. Dois outros caras se aproximaram, um chupando meus mamilos, o outro enfiando a língua na minha boca.
A coisa virou uma confusão deliciosa de corpos.
Fui colocado de quatro no tapete macio. Enquanto Theo continuava mamando meu pau, senti um dedo lubrificado circulando minha bunda.
Olhei pra trás: era o Pedro, um moreno forte, tatuado, com um pau grosso e venoso. Ele cuspiu, abriu minhas nádegas e me penetrou devagar, centímetro por centímetro. A ardência inicial virou um prazer bruto quando ele começou a meter fundo, batendo forte contra minha próstata.
Ao mesmo tempo, outro cara se ajoelhou na minha frente e enfiou o pau na minha boca. Eu chupava com fome enquanto era fodido por trás. Mãos por todo lado: apertando minha bunda, puxando meu cabelo, beliscando meus mamilos.
A sala estava quente, o ar pesado de suor, lubrificante e tesão. Eu já tinha perdido a noção de quantos paus tinham passado pela minha boca e pelo meu cu. Meu corpo brilhava de suor e porra.
Foi então que eu senti uma onda de coragem e putaria subir por dentro de mim. Levantei do chão, com as pernas tremendo um pouco, e subi no sofá grande de couro que ficava no centro da sala. Fiquei de pé, completamente pelado, o pau duro latejando apontando pra cima, a cabeça vermelha brilhando. Todo mundo parou por um segundo para olhar.
Eu abri as pernas, segurei meu pau com uma mão e comecei a me masturbar devagar, olhando nos olhos deles.
— Olha pra mim... — falei com a voz rouca. — Quero que vocês vejam tudo.
Os caras se aproximaram formando um semicírculo ao redor do sofá. Eu me virei de costas, empinei a bunda e abri as nádegas com as duas mãos, mostrando meu cu rosado, já bem fodido, brilhando de lubrificante e porra que escorria. Escutei vários gemidos de aprovação.
— Caralho, que cu gostoso... — murmurou o Pedro.
Eu me agachei um pouco, ainda de costas, e desci rebolando, abrindo mais as pernas, exibindo tudo. Depois me virei de frente novamente, de joelhos no sofá, e comecei a quicar como se estivesse cavalgando um pau invisível, o saco balançando, o pau dando tapas na minha barriga.
Dois caras subiram no sofá comigo. O Theo se ajoelhou atrás de mim e enfiou a língua no meu cu enquanto eu continuava me exibindo. O Lucas ficou na minha frente e enfiou o pau grosso na minha boca. Eu chupava fazendo barulho, babando, enquanto rebolava a bunda na cara do Theo.
Alguém me puxou pra baixo. Acabei de quatro no sofá, com a cabeça virada de lado, bunda bem empinada pra plateia. O Pedro não perdeu tempo: segurou minha cintura e meteu tudo de uma vez. O barulho molhado do tapa ecoou alto. Ele me fodia com força, segurando meus cabelos, enquanto eu gemia alto com o pau de outro cara na boca.
— Olha como ele aguenta... — alguém comentou.
Eles me usaram ali no sofá como o centro da orgia. Trocaram de posição várias vezes. Um metia no meu cu, gozava dentro, saía e logo outro entrava no lugar, usando a porra do anterior como lubrificante. Em certo momento, dois caras se encaixaram atrás de mim: um na bunda e o outro tentando forçar junto. A ardência foi forte, mas o prazer era absurdo. Eu gritava de tesão enquanto me esticavam.
Depois me viraram de costas, deitado no sofá com as pernas bem abertas e pra cima. Fiquei ali, me exibindo de novo, segurando minhas próprias pernas, mostrando o cu piscando, vermelho e cheio de porra escorrendo. Vários vieram gozar em mim: no peito, na barriga, no pau, no rosto. Eu lambia o que conseguia alcançar.
Em um pico de putaria, eu me sentei no colo do Theo, de frente pra todos, e comecei a quicar forte no pau dele. Meu próprio pau balançava pra cima e pra baixo, babando pré-gozo. Enquanto eu cavalgava, dois caras chupavam meus mamilos e outro segurava meu pau, masturbando rápido.
Gozei assim, exposto pra todo mundo. Jatos grossos voaram no meu peito e na minha barriga enquanto eu tremia e gemia alto. O Theo gozou logo depois, enchendo meu cu mais uma vez.
Eu fiquei ali, ofegante, suado, sujo de porra, olhando pra todos eles com um sorriso safado, ainda rebolando devagar no pau que ainda estava dentro de mim.
Aquele momento no sofá foi o ponto alto da tarde. Eu me senti completamente puta, desejado e livre.
Em certo momento me levantaram. Dois caras me seguraram no ar, um de cada perna aberta, enquanto o Lucas me fodia de frente, olhando nos meus olhos. Eu gemia como uma puta, completamente entregue. Trocaram de posição várias vezes. Fui comido por quase todos eles. Um depois do outro. Às vezes dois ao mesmo tempo: um na boca, outro na bunda. Em uma hora eu estava sentado no pau do Theo, quicando, enquanto o Pedro metia na minha boca e outro cara lambia minhas bolas.
O cheiro de sexo enchia o ar: suor, porra, lubrificante. Gemidos ecoavam pela casa toda. Em um pico, três caras gozaram quase ao mesmo tempo: um dentro da minha bunda, outro na minha cara e o terceiro no meu peito. Eu estava encharcado, sujo, excitadíssimo.
No final da tarde, exausto, deitei no sofá com as pernas abertas. Vários deles ainda vieram passar a mão em mim, dar uns beijos, chupar meu pau mole de tanto gozar. Gozei umas quatro vezes naquele dia. A última foi com dois caras me chupando ao mesmo tempo, línguas se encontrando na cabeça do meu pau enquanto eu tremia inteiro.
Quando o sol se pôs, eu mal conseguia andar. Meu cu latejava, meus lábios estavam inchados, o corpo todo marcado de chupões e apertões. Mas eu me sentia vivo como nunca.
No caminho de volta, dirigindo com o corpo dolorido e o cheiro deles ainda na minha pele, só conseguia sorrir.
Eu definitivamente vou voltar.