O que eu não esperava era encontrar o portão principal aberto e um rapaz alto, sem camisa, cortando lenha perto da casa do caseiro.
Parei o carro e ele se virou. Corpo bronzeado, músculos definidos do trabalho pesado, suor brilhando no peito e abdômen. Era o filho do seu Antônio, o caseiro.
— Boa tarde — ele disse, limpando as mãos na calça jeans. — Você deve ser o Alan, né?
— Isso... — respondi, saindo do carro. — Seu Antônio não está?
Fred sorriu, um sorriso meio safado que já me deixou ligeiramente inquieto.
— Não. Meus pais foram passar o fim de semana na casa da minha tia em Itapetininga. Ficaram preocupados em deixar o sítio sozinho, então eu vim tomar conta de tudo. Sou o Fred, prazer.
Ele estendeu a mão grande e calejada. Apertei, sentindo um calor estranho subir pelo braço. Fred tinha 27 anos, mas parecia mais maduro, com aquela presença forte de quem está acostumado a mandar.
— Pode ficar tranquilo — ele continuou. — Qualquer coisa que precisar, é só me chamar. Estou aqui o fim de semana inteiro.
Agradeci e fui para a casa principal. Enquanto descarregava as malas, não conseguia parar de pensar nele. Aquele corpo suado, o jeito como me olhou... Balancei a cabeça tentando afastar os pensamentos. Eu tinha vindo justamente para me soltar sem ninguém por perto.
Assim que me instalei, tomei um banho longo, escolhi uma das minhas calcinhas favoritas — uma preta de renda transparente, bem cavada — e me tranquei no quarto. Estava excitado demais. Peguei meu pau de borracha mais grosso, me posicionei de quatro na cama e comecei a me comer devagar, gemendo baixinho enquanto rebolava, a calcinha puxada pro lado.
Estava tão entregue ao prazer, empurrando o dildo fundo na bunda, que nem ouvi os passos. Só percebi quando a porta do quarto se abriu de repente.
Fred estava parado ali, com uma expressão de surpresa que rapidamente virou desejo puro.
— Caralho... — murmurou, os olhos descendo pelo meu corpo: de quatro, calcinha rendada, pau de borracha enfiado até a metade na minha bunda.
Eu gelei, mas meu corpo traiu — meu pau latejava dentro da calcinha. Tentei puxar o lençol, mas Fred entrou e fechou a porta atrás de si, trancando-a.
— Relaxa, Alan... — disse com a voz rouca, já abrindo o botão da calça. — Eu não vou contar pra ninguém.
Quando ele puxou o pau pra fora, eu soltei um gemido baixo. Era grande, grosso, com veias marcadas e a cabeça rosada brilhando. Bem maior do que o meu brinquedo.
Fred se aproximou da cama, segurando o pau pesado na mão.
— Você gosta de dar, né? Então vem... chupa.
Eu não pensei duas vezes. Me ajoelhei na cama e engoli aquele pau gostoso. Lucas segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca devagar, gemendo rouco enquanto eu babava inteiro nele. Ele era grande demais, batia no fundo da minha garganta, mas eu queria tudo.
— Caralho, Alan... você mama gostoso pra um putinho de calcinha.
Ele me virou de quatro novamente, puxou a calcinha pro lado e cuspiu na minha bunda já aberta pelo dildo. Colocou a cabeça grossa na entrada e empurrou. Eu gemi alto quando ele me invadiu. Era bem maior que o brinquedo. Lucas me segurou pelos quadris e meteu fundo, até as bolas baterem na minha bunda.
— Que cu guloso... — grunhiu, começando a me comer com força.
Ele me fodeu forte naquela posição, depois me virou de lado, de frente, me fazendo sentar no pau dele. Eu rebolava desesperado, gemendo como uma puta enquanto ele chupava meus mamilos e apertava minha bunda. Gozei primeiro, lambuzando minha própria calcinha. Lucas me virou de novo e meteu fundo, enchendo meu cu de porra quente logo depois.
E aquele foi só o começo.
O resto do fim de semana virou uma putaria sem fim. Lucas aparecia no meu quarto de manhã cedo, me acordava enfiando o pau na minha boca. Me comia no banheiro, na varanda dos fundos, até no celeiro uma vez, com o risco de alguém ver.
Eu passava o dia de calcinha pra ele, às vezes só de calcinha e meias, chupando aquele pau grande sempre que ele queria. Ele adorava me ver rebolando, gemendo, pedindo pra ser arrombado.
Na última noite, ele me fodeu por quase uma hora seguida, devagar e fundo, me fazendo gozar duas vezes só com o pau dele dentro de mim. Quando gozou, me segurou apertado, mordendo meu ombro enquanto enchia meu cu novamente.
— Vou sentir falta dessa boquinha e desse cuzinho guloso quando você for embora — ele sussurrou, ainda dentro de mim.
Eu sorri, apertando o cu em volta do pau dele.
— Quem disse que eu não volto todo fim de semana?
E você já fez algo parececido?